Junho 03, 2008

chorte teiles

Hoje! Chorte teiles no Fornicatessen! O blogue resumido da malta. Este será pois o blogue esticado.

Maio 20, 2008

Estou de sabática. Pelo menos até à semana que vem.
De férias de mim próprio, por outras palavras. :DDDD

Maio 16, 2008

Prenda de anos, fim

Tiro o dedo de dentro de ti e ponho ambas as mãos nas tuas nádegas, afastando-as, de modo a que consiga ver, sem qualquer obstáculo, o meu sexo a entrar no teu e, acima deles, o teu cú, alvo constante de cobiça, de desejo obsceno.
Bate-me, dizes, à medida que te fornico com uma intensidade crescente, entremeada pelos teus e meus gemidos. Ergo a mão direita e dou-te uma sapatada seca. Ai, dizes, outra e outra, seguidas, um pouco menos secas, um pouco mais dolorosas. Ai, dizes, prolongando o i na mesma proporção do que naquele naco de carne te fiz sentir. E, à medida que te satisfaço, fodo-te, sem parar, com uma vontade crescente, alimentada pela mão que sobre ti desce vez após vez. E, ainda antes que acabes o i que prolongas com o prazer que a rouquidão com que o dizes transmite, desço novamente a mão, numa sapatada seca. Mas, desta vez, não a levanto. Esfrego-a em ti, no sítio onde te bati, lentamente, fazendo uma pressão ligeira mas constante. E, à medida que a faço, puxo as ancas para trás cada vez mais, até que, esfregando a mão em ti, o meu sexo já sai completamente de ti, entrando sem qualquer assistência ou encaminhamento.
de ti sai um aaa, prolongado, a cada saída e entrada do meu caralho. Estou toda aberta, dizes, num pensamento que te sai alto. Pois estás, respondo, toda a aberta como a minha putinha que és. Adoro que me trates por tua putinha, dizes. Adoras, respondo, numa pergunta retórica, gostavas que te deixasse numa esquina e te fosse lá buscar, como se fosse um cliente teu, pergunto-te. Adorava, eu ficada de mini saia e de casaco comprido à tua espera, a enfiar os dedos na minha coninha até tu apareceres. O meu caralho entra e sai de dentro de ti, incessantemente, entrando com cada vez mais força no teu buraco, cada vez mais aberto, cada vez mais disponível. Sua puta, respondo-te, aposto que queres que te foda mal entres no carro. Não, respondes, antes quero mostrar-te as mamas pelo vidro, virar-me e curvar-me, afastando o casaco, para que vejas a cona a gotejar por ti debaixo da saia. Assim ía-te violar mal entrasses porta adentro. Ias? Violavas? Adorava que me violasses, comigo presa, atada nas mãos e nos pés. E eu adorava violar-te, vendada, atada sem te conseguires mexer, com os buracos todos virados para mim, para eu lamber, foder com os dedos, com o caralho. A tua mão, reparo agora, saiu do chão e está entre as tuas pernas, ora acariciando-te, ora segurando os lábios com os dedos afastados, para que o meu caralho entre melhor.
Ergo novamente a mão de deixo-a cair sobre ti, sobre a nádega. Novamente o mesmo gesto. Gemes. Sinto-te estremecer, com o buraco quente, quente daquele calor tropical que antecede e acompanha a monção.
Vou-vir, vou-me vir, dizes, repetindo as palavras, coladas como se fossem só uma. Assentos as mãos nas nádegas e afasto-as. Puxo o caralho para fora e enterro-o novamente em ti, sucessivamente, vez após vez. Co ele dentro de ti, entre a entrada e a saída, sinto-te a vires-te e, quando o puxo para trás, para fora, pequenas quantidades da tua esporra, do teu líquido semelhante ao meu, saem, em pequenos jactos, como se um caralho se viesse lá dentro. E, quando o volto a meter dentro de ti, sinto aqueles apertos, que acompanham cada ejaculação. Estremeces, para imediatamente iniciares uma cavalgada acelarada, como se quisesses esgaçar o meu pau todo. Vem-te, quero que te venhas, dizes. para onde, pergunto. Para as minhas mamas, quero que me fodas assim e quando te vieres que me vires e te esporres todo para cima de mim.
Apoias o peito no chão, curvas a cabeça para trás e levas as mãos às nádegas, afastando-as. Moves-te para trás e para a frente, literalmente fodendo-me. Gostas de me ver assim, perguntas, de cú virado para ti, gostas, Gostas de me foder um buraco enquando vês outro, gostas. Sinto-me quase a ejacular, a vir, a esporrar. Vou-me vir. Vira-te.
Num movimento rápido viras-te, ficando de pernas abertas e de costas apoiadas no chão. levas as mãos às mamas e junta-las, apalpando-as. Vá, vem-te, vem-te para as mamas da tua puta. E, olhando-me, continuas. Estás a ver as mamas que te ia mostrar pela janela do carro, estás, imagina agora eu a virar-me, a abrir a racha do casaco, a levantar e mini-saia e a mostrar-te a cona a quase a pingar, a cona que ía lamber, comer. Abro as pernas e ponho-me com elas abertas em cima de ti, de joelhos apoiados no chão, mão direita no caralho, em movimentos rápidos, cima-baixo, cima-baixo. Curvas o pescoço para a frente, ergues a cabeça. Vá, vem-te, esporra as minhas mamas, ordenas. E, nesse momento, enquanto terminas a frase, sinto-me estremecer, aquele calor, aquele misto de sensações que, de tantas e simultâneas é impossível descrever. Ejaculo. Sai um esguicho, outro, outro. Masturbo-me enquanto saem, curvando o caralho na direcção das tuas mamas. Vá, vem-te, dizes, esporra-me toda. Masturbo-me com mais intensidade. Novo jacto, seguido de outro e de outro, todos em cheio nas tuas mamas, unidas pelas tuas mãos. Olhas, faces rosadas, para as tuas mamas, cobertas pela minha esporra, pelo meu líquido branco. Levas lá as mãos e esfrega-lo nelas, massajando-as como se de um creme se tratasse.
Curvo-me sobre ti e beijo-te, enfiando a minha língua na tua boca, puxando-a ao encontro dela. Olhamo-nos, já sem nos beijar-mos. Trocamos palavras que exprimem sentimentos, conversamos sobre tudo e nada, deitados ao lado um do outro, sentindo o calor da lareira. Sentamo-nos, voltados para ela, caneca de chá na mão e conversamos, rimos, brincamos. E, tu à frente, nua e eu atrás de ti, abraçado a ti, vamos para a casa de banho. Continuar no chuveiro o que pausamos na sala.

Espero que tenhas gostado de receber a prenda quase tanto quanto eu gostei de a fazer e de ta dar. **

Maio 15, 2008

Presnda de anos, 32

As tuas mãos estão apoiadas no chão, abertas, inertes, sem força ou reacção. Ergues as ancas, à medida que o meu sexo entra dentro do meu, colocando o teu buraco mais a jeito, como disseste na altura, pondo-o de forma a que cada estucada entrasse mais fundo, de modo a que, a cada estucada os meus tomates batessem nas tuas nádegas.
Fodo-te assim algum tempo, tempo esse que distorcido pelo prazer não consigo especificar. Fodes-me assim, de igual modo, sem a noção de tempo que a mim também me falha.
Tiro as minhas mãos de entre as tuas pernas, das tuas coxas. Apoio-as no chão, espalmadas como as tuas, junto às tuas. Curvas o pescoço, ergues a cabeça na direcção dos nossos sexos, adivinhando facilmente o que vou fazer e a vista previligiada que deles vais ter naquela troca de posição.
Curvo-me sobre ti, mantendo as tuas pernas apoiadas nos meus ombros. Puxo a minha cintura mais para trás, tirando o sexo quase todo de dentro de ti para depois o voltar a espetar, com força, com ímpeto. Tu, pescoço curvado, olhas, lábio inferior descaído. Gostas de ver, pergunto-te. Adoro ver, respondes, sem nunca tirares os olhos de lá.
Num ritmo certo puxo as ancas para trás e impulsiono-as para ti, para a frente. As tuas mãos passam do chão para as minhas costas e daí para as minhas nádegas, impulsionando-me de encontro a ti. Curvas a cabeça na minha direcção, soltando-a dos nossos sexos. Mordes o lábio inferior e olhas.me. Vá, fode-me, dizes. Sinto-te quente, muito quente e, na mesma intensidade, excitada, aberta. Saio e entro de ti completamente, com o sexo fora de ti a entrar sem qualquer dificuldade e quase sem tocar nas paredes da tua coninha. Adoro quando estás assim, quando a tua lubrificação é tanta como a minha excitação, quando o meu caralho só te sente a ti, só sente a tua tesão no estado líquido.
Quero lamber-te, digo-te. Não lambes nada. lambes depois, agora fode-me. Gostas de ser fodida, de teres o caralho dentro de ti, de estares assim com os buracos abertos, virados para mim, para eu foder como me apetecer, gostas, pergunto-te. Adoro, respondes, naquele tom que a pontuação não consegue reflectir, mas que mais que convida, desafia a mais conversa dessa, dessa badalhoca, porca, com conas, caralhos, putas e termos que, bem aplicados, fodem tanto como o caralho que naquele momento sentes.
Gostas de sentir os tomates a bater no cú, gostas, pergunto-te sem possibilidade ou necessidade de resposta. Gostas que te foca a tua cona de puta, toda aberta, gostas, gostas que te lamba a cona, de cima para baixo, de baixo para cima, que enfie a língua lá dentro e que a rode, gostas, Fode-me, fode-me, dizes, por entre as minhas palavras, baixinho, numa espécie de súplica pelo milagre cada vez mais eminente.
Ergo-me um pouco de cima de ti, até ficar novamente apoiado nos joelhos. Como há pouco curvo a cabeça na direcção da tua perna e beijo-a, lentamente, quase sem tocar em ti, subindo pelo contorno suave dela em direcção ao calcanhar. Beijo-o, trinco-o, prendendo-e entre os dentes, beijo-o. Beijo a palma dos pés. Desta vez não te faz cócegas; tem aquele efeito estranho que, por vezes e mediante condições inexplicáveis acontece, de saber bem, muito bem, como se naquele local se descobrissem novas propriedades dérmicas. Fode-me por trás, dizes. Afasto-me,tu curvas-te e ficas de joelhos e cotovelos apoiados no chão, rabo empinado, convidativo. Move-lo da direita para a esquerda, de cima para baixo, em movimentos curtos, insinuosos. Levo o indicador à tua cona. Enfio-o e trago-o molhado. Encosto-o ao teu ânus e, num movimento ininterrupto, enfio-o todo dentro de ti. Trazes a mão direita atrás das costas, até mim. Pegas no meu sexo, como se de um vibrador se tratasse, e encaminha-lo para o teu buraco. Vá, fode essa cona, dizes.
Empurro o meu caralho para dentro de ti. O meu dedo entra e sai do teu cú, fodendo-o como se de outra cona se tratasse. Gostas que te foda os dois buracos, pergunto. Adoro que me comas o cú e a cona ao mesmo tempo, respondes, por entre a respiração mais intensa, mais ofegante.
Sinto-te quente, húmica. E a mim sinto-me prestes a ejacular. Quero apalpar-te as mamas, mas adoro foder-te assim, um dedo no cú e a outra mão a afastar-te a náega, deixando os buracos bem à vista.

Maio 12, 2008

Prenda de anos, 31

Solto a minha língua de ti, atraída a ela que nem um íman; solto o teu bico de entre os meus dedos, atraídos para ele com uma gula pecaminosa.
Levo as mãos às tuas pernas, às tuas coxas, abrindo-as sobre ti, sobre elas e puxando-te num gesto brusco, de encontro a mim. Curvo-me um pouco sobre ti, mantendo as tuas pernas apoiadas nos meus ombros. Ao curvar-me, apoiado nas palmas das mãos, as tuas pernas flectem-se na tua direcção e, à medida que eu me curvo e elas se flectem, apoiam-se cada vez mais em cima, cada vez mais perto da dobra dos joelhos. E, quando isso acontece fico quase em cima de ti, com o meu sexo pressionado de encontro ao teu, com a tua racha, com a tua cona pressionada de encontro ao meu.
Num levantar ligeiro de ancas afasto-o de ti. Sem necessidade de palavras ou de olhares instrutivos, sabes o que quero. Sabes o que queres.
Levas as mãos a ele e curva-lo um pouco para baixo. Com ele rijo percorres a tua fenda algumas vezes, de baixo para cima, penetrando-te um pouco a cada vez que ele toca no buraco, para depois o tirares e, com ele molhado, espalhares essa lubrificação em ti, no teu clitóris, formando aquela película que não só facilita o contacto como amplia todas as sensações que ele trás. Inclino a cabeça e beijo-te a barriga das pernas, carinhosamente. Sorris. Olha que me fazes cócegas, dizes. Isso era se te desse beijos aqui, respondo, beijando-te logo de seguida a parte de trás da dobra dos joelhos. Tu ris descontroladamente. Estúpido, parvo, dizes por entre gargalhadas. E, numa dessas gargalhadas que estremecem o corpo todo numa contracção e descontracção de músculos involuntária, movo as ancas um pouco mais para trás, paro de te beijar e, numa estocada só, penetro-te com todo o comprimento do meu sexo. Paras de rir, não que o assunto seja sério, mas há outras sensações que te invadem, que me invadem.
Da boca sai-te um ah prolongado, profundo. As tuas mãos passam para as minhas costas, sobem para o meu pescoço. Aproximo-me de ti e beijo-te. Tu devolves o beijo. As nossas bocas abrem-se, como se abertas conseguissem sorver o máximo do outro; as línguas buscam-se e, quando se encontram, serpenteiam em redor uma da outra, em movimentos que, se conseguissemos ver, fariam lembrar o ondular serpenteante das cobras encantadas de Marraquexe ou os tangos da Argentina, repletos de uma carga que de tão erótica até excitam que os vê.
Pressionamos as bocas uma de encontro à outra, movendo-as em direcções opostas num sincronismo de estados de espírito, de vontades que dispensa qualquer ensaio, qualquer instrução. Movo as ancas para trás e para a frente, em movimentos que se iniciam lentos mas que depressa ganham um ritmo próprio, talvez embalados pela música do tango que não ouvem mas que sentem. As tuas mãos descem da minha cabeça, das minhas costas para as minhas nádegas. Apalpa-las à mão cheia, à medida que me empurras na tua direcção a cada saída mais demorada do meu sexo do teu. Gostas que te foda assim, pergunto-te, afastando os lábios mas encostando a testa. Adoro que me fodas de qualquer maneira, respondes, trazendo de novo os teus lábios de encontro aos meus, reiniciando o beijo interrompido pela pergunta e pela resposta, dando-lhe um vigor novo, uma carga nova.
Beijo-te a face, o rosto, a testa, o pescoço, as orelhas, numa aleatoridade de movimentos que, estivesse alguém a ver, mostrava bem que a razão tinha sido vencida, sem resistência nem oposição, pela paixão, pela tesão. E tu, rendida a este meu ataque, curvas a cabeça de um lado para o outro, oferecendo-me novos sítios para beijar, novos sítios para te sentir como se, de local para local, fosses diferente.
Ergo-me novamente, levo novamente as mãos às tuas coxas, com os dedos na parte interior e as palmas apontadas para o lado de fora. Fodo-te em estucadas secas, profundas.

Maio 08, 2008

Prenda de anos, 29

Continua assim, digo-te. E, enquanto te respondo, tu continuas a movimentar o dedo para dentro e para fora, lentamente, tirando de dentro de mim cada vem um comprimento maior de dedo que logo depois voltas a ocultar em mim. Sinto-me apertado, sinto-te dura e, ocasionalmente, sinto a tua língua em mim, na minha pele, no meu buraco.
Sinto necessidade de me apoiar novamente no chão, de tirar a mão, os dedos de dentro de ti e de descansar um pouco os joelhos. Lentamente tiro os dedos e apoio a mão no chão. Sinto o pulso dorido. Baixo-me mais um pouco e apoio-me nos cotovelos. As minhas nádegas, nesta posição, afastam-se um pouco de ti. Vejo as tuas pernas a unirem-se debaixo de mim e, ao mesmo tempo. a chegarem-se para trás. O teu dedo já não está em mim; as tuas mãos estão apoiadas no chão, bem como os cotovelos, que te ajudam a sair debaixo de mim. Quase sem que me aperceba ficas atrás de mim, deitada, apoiada nos cotovelos. O meu sexo, longo, volumoso, descai um pouco por entre as pernas. Vejo a tua cabeça no meio delas, virada para cima, a posicionar-se à frente dele. Num movimento abres a boca e sorve-lo todo. Quero vir-me, esporrar-me todo para dentro de ti, ao mesmo tempo que me quero aguentar, para te sentir e para te fazer sentir.
A tua boca mantém-se em torno dele, do meu caralho, quase todo dentro de ti. Chegas a cabeça para trás e dele cai um fio contínuo de saliva. Apoiada nos cotovelos voltas para trás. De face voltada para mim, percorres os meus tomates com a língua, envolvendo um e depois o outro na tua boca, em movimentos rápidos, contínuos, ininterruptos.
Inadvertidamente fiquei como tu querias.
A tua língua sobe mais um pouco atrás de mim e chega novamente ao meu ânus. Sinto-a nele, húmida, quente, sôfrega, contornando-o, tentando penetra-lo, percorrendo-o depois espalmada, de cima para baixo em movimentos longos, de fazer corar qualquer filme pornográfico desses mais banais. Sinto a tua mão; dás-me uma sapatada. Outra. Outra. A tua língua novamente em mim. O teu dedo todo, num movimento só, mais rápido, talvez da posição, talvez de rápida habituação, certamente de vontade. Entra e sai, vez após vez. Sua puta, digo, de olhos fechados e por entre os dentes pressionados pelo maxilar cerrado. Sobes por mim. Sinto-te em cima de mim, sinto o teu calor, a a tua pele, os teus peitos que me apetece chupar só de imaginar. E tu bem bostas, dizes, fodendo-me e terminado a frase com a língua na minha orelha.
Ergo o braço do chão e agarro-te no cabelo. Puxo-o, trazendo-te atrás dele, por cima de mim e fazendo com que te deites ao meu lado. Gostas do meu cú. Adoro o teu cú, dizes, abrindo a boca e serpenteando com a língua, puxando-me, atraindo-me com ela. Gostas de o comer. Adoro. Puxo-te novamente o cabelo pata trás, levando-te a curvar o pescoço. Os teus olhos continuam lascivos em mim.
Ajoelho-me entre as tuas pernas, erguendo-as sem as flectir à minha frente. Pões ambas as mãos na cona, afastando com cada uma seu lábio, expondo a tua racha rosada, o teu clitóris inflamado. Apoio a perna direita no meu ombro e levo a mão que a segurava ao teu peito. Pego no bico das mamas com o polegar e o indicador, torcendo-o um pouco à medida que o puxo. Curvo a cabeça na direcção da outra perna e, com a língua, percorro-a, a barriga, o calcanhar, a palma do pé.

Maio 07, 2008

Prenda de anos, 28

Ergo a mão direita do chão, onde a apoiava e encosto-a à tua perna, acariciando-a, subindo por ela acima, aproximando-me cada vez mais do teu sexo, da tua cona, onde ambos sabemos que, sem rodeios ou hesitações, ela irá parar. Chega-se a ela e, aberta, espalmada, acaricia-a uns instantes, afastando lábios e pêlos do buraco. Junto o médio e o anelar e penetro-te numa estocada forte, única, profunda, que impulsiona os dedos até a palma da mão, encostada a ti, aos teus pelos, os travar. Movo-os, dentro de ti, rodando-os, afastando-os. Lá em baixo, debaixo de mim, dos meus tomates, das minhas nádegas, ti olhas-me, parada, como que absorvida, hipnotizada pelos meus gestos, pelos meus movimentos. E, quando te olho e instantes depois os teus olhos tocam os meus, sorris, naquela mistura de expressões tão improvável, tão tua, onde a felicidade, o prazer, se mistura com a perversidade, com a devassidão.
Acabas de tirar a mão debaixo da minha. Os meus dedos movem-se dentro de ti, enterrados tanto quanto possível. Ergues o dedo indicador, separando-o dos outros, fechados sobre si próprios. Olhas-me e, sem soltares os olhos de mim, levas o dedo à boca, chupando-o como se fosse um caralho, empurrando-o para dentro e para fora da tua boca meia dúzia de vezes, bochecas côncavas da sucção que sobre ele fazes. Tiras o dedo e mantêm-lo cuidadosamente afastado dos outros, brilhante, reluzente. pões a língua de fora, achata-la e percorres lentamente o meu ânus, deixando-o coberto de saliva. Até aqui adoro o teu sabor, dizes. Enrijesses a língua, aumentando-lhe em comprimento o que reduzes em largura. Apontas para o buraco e penetra-lo uns milímetros como há pouco tinha feito. Aproximas o dedo dela e dele, da língua e do cú e, sem a afastares dele um mílimetro que seja, encostas-lhe a ponta do dedo. Sem querer paro de te penetrar, de te foder com os dedos. Vá, fode-me, dizes, curvando a bacia na minha direcção. Fodo-te, entrando e saindo com os dedos de dentro de ti, como se de um caralho se tratasse, movendo-os com uma velocidade proporcional à excitação que sentia, à excitação que me crias. De olhar fixo em ti vejo-te olhando fixamente para o que fazes, para os teus gestos, para os teus movimentos. Lentamente empurras o dedo para dentro de mim, molhando-o com a língua à medida que ele entra. E eu sinto-o a entrar, a abri-me como eu te abro a ti, a sentir aquilo que sentes. E esforço-me para não parar de te foder, porque a minha vontade é só sentir, sentir-te.
O teu dedo entra todo. A tua língua contorna-o, encostada a ele, encostada a mim. Deixa-lo todo lá dentro e, dentro de mim, sinto-o mover-se. Afastas a língua, vejo-te a saborea-la com alguma curiosidade e perguntas, lasciva, gostas que te foda. É estranho, respondo, mas dá-me uma tesão do caralho. Tiras um pouco o dedo e empurra-lo novamente para dentro, lentamente, juntando ao receio de me magoares a vontade de me fazeres sentir de forma prolongada. Assim é que é foder-te, dizes enquanto o fazes, repetindo o movimento. Gemo, num reflexo instintivo. Parece que estás a gostar, dizes, numa espécie de monólogo cujo objectivo é juntar estímulo ao estímulo, prazer ao prazer. Estou a adorar, respondo-te. Queres que te foda de quatro, perguntas, como se de doutora e caloiro se tratasse.