<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078</id><updated>2012-02-16T07:22:07.370Z</updated><category term='Apartes'/><category term='Raquel'/><category term='Prenda de anos'/><category term='Casual'/><category term='Mansão Mello'/><category term='Caixa do Supermercado'/><category term='Fornicatessen'/><category term='Café'/><category term='Ana'/><category term='Isabel'/><category term='London branch'/><title type='text'>Desejo a dois</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>228</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8566500903617112224</id><published>2008-06-03T14:26:00.001+01:00</published><updated>2008-06-03T14:30:04.905+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fornicatessen'/><title type='text'>chorte teiles</title><content type='html'>Hoje! Chorte teiles no &lt;a href="http://fornicatessen.blogspot.com/"&gt;Fornicatessen&lt;/a&gt;! O blogue resumido da malta. Este será pois o blogue esticado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8566500903617112224?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8566500903617112224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8566500903617112224&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8566500903617112224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8566500903617112224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/06/chorte-teiles.html' title='chorte teiles'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1539226353059124873</id><published>2008-05-20T16:00:00.001+01:00</published><updated>2008-05-20T16:01:50.744+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'></title><content type='html'>Estou de sabática. Pelo menos até à semana que vem.&lt;br /&gt;De férias de mim próprio, por outras palavras. :DDDD&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1539226353059124873?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1539226353059124873/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1539226353059124873&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1539226353059124873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1539226353059124873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/05/estou-de-sabtica.html' title=''/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8579650046617306930</id><published>2008-05-16T17:02:00.003+01:00</published><updated>2008-05-16T17:03:58.300+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, fim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Tiro o dedo de dentro de ti e ponho ambas as mãos nas tuas nádegas, afastando-as, de modo a que consiga ver, sem qualquer obstáculo, o meu sexo a entrar no teu e, acima deles, o teu cú, alvo constante de cobiça, de desejo obsceno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Bate-me, dizes, à medida que te fornico com uma intensidade crescente, entremeada pelos teus e meus gemidos. Ergo a mão direita e dou-te uma sapatada seca. Ai, dizes, outra e outra, seguidas, um pouco menos secas, um pouco mais dolorosas. Ai, dizes, prolongando o i na mesma proporção do que naquele naco de carne te fiz sentir. E, à medida que te satisfaço, fodo-te, sem parar, com uma vontade crescente, alimentada pela mão que sobre ti desce vez após vez. E, ainda antes que acabes o i que prolongas com o prazer que a rouquidão com que o dizes transmite, desço novamente a mão, numa sapatada seca. Mas, desta vez, não a levanto. Esfrego-a em ti, no sítio onde te bati, lentamente, fazendo uma pressão ligeira mas constante. E, à medida que a faço, puxo as ancas para trás cada vez mais, até que, esfregando a mão em ti, o meu sexo já sai completamente de ti, entrando sem qualquer assistência ou encaminhamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; de ti sai um aaa, prolongado, a cada saída e entrada do meu caralho. Estou toda aberta, dizes, num pensamento que te sai alto. Pois estás, respondo, toda a aberta como a minha putinha que és. Adoro que me trates por tua putinha, dizes. Adoras, respondo, numa pergunta retórica, gostavas que te deixasse numa esquina e te fosse lá buscar, como se fosse um cliente teu, pergunto-te. Adorava, eu ficada de mini saia e de casaco comprido à tua espera, a enfiar os dedos na minha coninha até tu apareceres. O meu caralho entra e sai de dentro de ti, incessantemente, entrando com cada vez mais força no teu buraco, cada vez mais aberto, cada vez mais disponível.  Sua puta, respondo-te, aposto que queres que te foda mal entres no carro. Não, respondes, antes quero mostrar-te as mamas pelo vidro, virar-me e curvar-me, afastando o casaco, para que vejas a cona a gotejar por ti debaixo da saia. Assim ía-te violar mal entrasses porta adentro. Ias? Violavas? Adorava que me violasses, comigo presa, atada nas mãos e nos pés. E eu adorava violar-te, vendada, atada sem te conseguires mexer, com os buracos todos virados para mim, para eu lamber, foder com os dedos, com o caralho. A tua mão, reparo agora, saiu do chão e está entre as tuas pernas, ora acariciando-te, ora segurando os lábios com os dedos afastados, para que o meu caralho entre melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ergo novamente a mão de deixo-a cair sobre ti, sobre a nádega. Novamente o mesmo gesto. Gemes. Sinto-te estremecer, com o buraco quente, quente daquele calor tropical que antecede e acompanha a monção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Vou-vir, vou-me vir, dizes, repetindo as palavras, coladas como se fossem só uma. Assentos as mãos nas nádegas e afasto-as. Puxo o caralho para fora e enterro-o novamente em ti, sucessivamente, vez após vez. Co ele dentro de ti, entre a entrada e a saída, sinto-te a vires-te e, quando o puxo para trás, para fora, pequenas quantidades da tua esporra, do teu líquido semelhante ao meu, saem, em pequenos jactos, como se um caralho se viesse lá dentro. E, quando o volto a meter dentro de ti, sinto aqueles apertos, que acompanham cada ejaculação. Estremeces, para imediatamente iniciares uma cavalgada acelarada, como se quisesses esgaçar o meu pau todo. Vem-te, quero que te venhas, dizes. para onde, pergunto. Para as minhas mamas, quero que me fodas assim e quando te vieres que me vires e te esporres todo para cima de mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Apoias o peito no chão, curvas a cabeça para trás e levas as mãos às nádegas, afastando-as. Moves-te para trás e para a frente, literalmente fodendo-me. Gostas de me ver assim, perguntas, de cú virado para ti, gostas, Gostas de me foder um buraco enquando vês outro, gostas. Sinto-me quase a ejacular, a vir, a esporrar. Vou-me vir. Vira-te.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Num movimento rápido viras-te, ficando de pernas abertas e de costas apoiadas no chão. levas as mãos às mamas e junta-las, apalpando-as. Vá, vem-te, vem-te para as mamas da tua puta. E, olhando-me, continuas. Estás a ver as mamas que te ia mostrar pela janela do carro, estás, imagina agora eu a virar-me, a abrir a racha do casaco, a levantar e mini-saia e a mostrar-te a cona a quase a pingar, a cona que ía lamber, comer. Abro as pernas e ponho-me com elas abertas em cima de ti, de joelhos apoiados no chão, mão direita no caralho, em movimentos rápidos, cima-baixo, cima-baixo. Curvas o pescoço para a frente, ergues a cabeça. Vá, vem-te, esporra as minhas mamas, ordenas. E, nesse momento, enquanto terminas a frase, sinto-me estremecer, aquele calor, aquele misto de sensações que, de tantas e simultâneas é impossível descrever. Ejaculo. Sai um esguicho, outro, outro. Masturbo-me enquanto saem, curvando o caralho na direcção das tuas mamas. Vá, vem-te, dizes, esporra-me toda. Masturbo-me com mais intensidade. Novo jacto, seguido de outro e de outro, todos em cheio nas tuas mamas, unidas pelas tuas mãos. Olhas, faces rosadas, para as tuas mamas, cobertas pela minha esporra, pelo meu líquido branco. Levas lá as mãos e esfrega-lo nelas, massajando-as como se de um creme se tratasse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Curvo-me sobre ti e beijo-te, enfiando a minha língua na tua boca, puxando-a ao encontro dela. Olhamo-nos, já sem nos beijar-mos. Trocamos palavras que exprimem sentimentos, conversamos sobre tudo e nada, deitados ao lado um do outro, sentindo o calor da lareira. Sentamo-nos, voltados para ela, caneca de chá na mão e conversamos, rimos, brincamos. E, tu à frente, nua e eu atrás de ti, abraçado a ti, vamos para a casa de banho. Continuar no chuveiro o que pausamos na sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-size:78%;" &gt;Espero que tenhas gostado de receber a prenda quase tanto quanto eu gostei de a fazer e de ta dar. **&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8579650046617306930?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8579650046617306930/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8579650046617306930&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8579650046617306930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8579650046617306930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/05/prenda-de-anos-fim.html' title='Prenda de anos, fim'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8575563625117976560</id><published>2008-05-15T16:18:00.001+01:00</published><updated>2008-05-15T16:19:39.159+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Presnda de anos, 32</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;As tuas mãos estão apoiadas no chão, abertas, inertes, sem força ou reacção. Ergues as ancas, à medida que o meu sexo entra dentro do meu, colocando o teu buraco mais a jeito, como disseste na altura, pondo-o de forma a que cada estucada entrasse mais fundo, de modo a que, a cada estucada os meus tomates batessem nas tuas nádegas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Fodo-te assim algum tempo, tempo esse que distorcido pelo prazer não consigo especificar. Fodes-me assim, de igual modo, sem a noção de tempo que a mim também me falha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Tiro as minhas mãos de entre as tuas pernas, das tuas coxas. Apoio-as no chão, espalmadas como as tuas, junto às tuas. Curvas o pescoço, ergues a cabeça na direcção dos nossos sexos, adivinhando facilmente o que vou fazer e a vista previligiada que deles vais ter naquela troca de posição. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Curvo-me sobre ti, mantendo as tuas pernas apoiadas nos meus ombros. Puxo a minha cintura mais para trás, tirando o sexo quase todo de dentro de ti para depois o voltar a espetar, com força, com ímpeto. Tu, pescoço curvado, olhas, lábio inferior descaído. Gostas de ver, pergunto-te. Adoro ver, respondes, sem nunca tirares os olhos de lá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Num ritmo certo puxo as ancas para trás e impulsiono-as para ti, para a frente. As tuas mãos passam do chão para as minhas costas e daí para as minhas nádegas, impulsionando-me de encontro a ti. Curvas a cabeça na minha direcção, soltando-a dos nossos sexos. Mordes o lábio inferior e olhas.me. Vá, fode-me, dizes. Sinto-te quente, muito quente e, na mesma intensidade, excitada, aberta. Saio e entro de ti completamente, com o sexo fora de ti a entrar sem qualquer dificuldade e quase sem tocar nas paredes da tua coninha. Adoro quando estás assim, quando a tua lubrificação é tanta como a minha excitação, quando o meu caralho só te sente a ti, só sente a tua tesão no estado líquido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Quero lamber-te, digo-te. Não lambes nada. lambes depois, agora fode-me. Gostas de ser fodida, de teres o caralho dentro de ti, de estares assim com os buracos abertos, virados para mim, para eu foder como me apetecer, gostas, pergunto-te. Adoro, respondes, naquele tom que a pontuação não consegue reflectir, mas que mais que convida, desafia a mais conversa dessa, dessa badalhoca, porca, com conas, caralhos, putas e termos que, bem aplicados, fodem tanto como o caralho que naquele momento sentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Gostas de sentir os tomates a bater no cú, gostas, pergunto-te sem possibilidade ou necessidade de resposta. Gostas que te foca a tua cona de puta, toda aberta, gostas, gostas que te lamba a cona, de cima para baixo, de baixo para cima, que enfie a língua lá dentro e que a rode, gostas, Fode-me, fode-me, dizes, por entre as minhas palavras, baixinho, numa espécie de súplica pelo milagre cada vez mais eminente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ergo-me um pouco de cima de ti, até ficar novamente apoiado nos joelhos. Como há pouco curvo a cabeça na direcção da tua perna e beijo-a, lentamente, quase sem tocar em ti, subindo pelo contorno suave dela em direcção ao calcanhar. Beijo-o, trinco-o, prendendo-e entre os dentes, beijo-o. Beijo a palma dos pés. Desta vez não te faz cócegas; tem aquele efeito estranho que, por vezes e mediante condições inexplicáveis acontece, de saber bem, muito bem, como se naquele local se descobrissem novas propriedades dérmicas. Fode-me por trás, dizes. Afasto-me,tu curvas-te e ficas de joelhos e cotovelos apoiados no chão, rabo empinado, convidativo. Move-lo da direita para a esquerda, de cima para baixo, em movimentos curtos, insinuosos. Levo o indicador à tua cona. Enfio-o e trago-o molhado. Encosto-o ao teu ânus e, num movimento ininterrupto, enfio-o todo dentro de ti. Trazes a mão direita atrás das costas, até mim. Pegas no meu sexo, como se de um vibrador se tratasse, e encaminha-lo para o teu buraco. Vá, fode essa cona, dizes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Empurro o meu caralho para dentro de ti. O meu dedo entra e sai do teu cú, fodendo-o como se de outra cona se tratasse. Gostas que te foda os dois buracos, pergunto. Adoro que me comas o cú e a cona ao mesmo tempo, respondes, por entre a respiração mais intensa, mais ofegante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Sinto-te quente, húmica. E a mim sinto-me prestes a ejacular. Quero apalpar-te as mamas, mas adoro foder-te assim, um dedo no cú e a outra mão a afastar-te a náega, deixando os buracos bem à vista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8575563625117976560?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8575563625117976560/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8575563625117976560&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8575563625117976560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8575563625117976560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/05/presnda-de-anos-32.html' title='Presnda de anos, 32'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-2617484056150420874</id><published>2008-05-12T16:48:00.000+01:00</published><updated>2008-05-12T16:49:28.229+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 31</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Solto a minha língua de ti, atraída a ela que nem um íman; solto o teu bico de entre os meus dedos, atraídos para ele com uma gula pecaminosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Levo as mãos às tuas pernas, às tuas coxas, abrindo-as sobre ti, sobre elas e puxando-te num gesto brusco, de encontro a mim. Curvo-me um pouco sobre ti, mantendo as tuas pernas apoiadas nos meus ombros. Ao curvar-me, apoiado nas palmas das mãos, as tuas pernas flectem-se na tua direcção e, à medida que eu me curvo e elas se flectem, apoiam-se cada vez mais em cima, cada vez mais perto da dobra dos joelhos. E, quando isso acontece fico quase em cima de ti, com o meu sexo pressionado de encontro ao teu, com a tua racha, com a tua cona pressionada de encontro ao meu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Num levantar ligeiro de ancas afasto-o de ti. Sem necessidade de palavras ou de olhares instrutivos, sabes o que quero. Sabes o que queres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Levas as mãos a ele e curva-lo um pouco para baixo. Com ele rijo percorres a tua fenda algumas vezes, de baixo para cima, penetrando-te um pouco a cada vez que ele toca no buraco, para depois o tirares e, com ele molhado, espalhares essa lubrificação em ti, no teu clitóris, formando aquela película que não só facilita o contacto como amplia todas as sensações que ele trás. Inclino a cabeça e beijo-te a barriga das pernas, carinhosamente. Sorris. Olha que me fazes cócegas, dizes. Isso era se te desse beijos aqui, respondo, beijando-te logo de seguida a parte de trás da dobra dos joelhos. Tu ris descontroladamente. Estúpido, parvo, dizes por entre gargalhadas. E, numa dessas gargalhadas que estremecem o corpo todo numa contracção e descontracção de músculos involuntária, movo as ancas um pouco mais para trás, paro de te beijar e, numa estocada só, penetro-te com todo o comprimento do meu sexo. Paras de rir, não que o assunto seja sério, mas há outras sensações que te invadem, que me invadem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Da boca sai-te um ah prolongado, profundo. As tuas mãos passam para as minhas costas, sobem para o meu pescoço. Aproximo-me de ti e beijo-te. Tu devolves o beijo. As nossas bocas abrem-se, como se abertas conseguissem sorver o máximo do outro; as línguas buscam-se e, quando se encontram, serpenteiam em redor uma da outra, em movimentos que, se conseguissemos ver, fariam lembrar o ondular serpenteante das cobras encantadas de Marraquexe ou os tangos da Argentina, repletos de uma carga que de tão erótica até excitam que os vê.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Pressionamos as bocas uma de encontro à outra, movendo-as em direcções opostas num sincronismo de estados de espírito, de vontades que dispensa qualquer ensaio, qualquer instrução. Movo as ancas para trás e para a frente, em movimentos que se iniciam lentos mas que depressa ganham um ritmo próprio, talvez embalados pela música do tango que não ouvem mas que sentem. As tuas mãos descem da minha cabeça, das minhas costas para as minhas nádegas. Apalpa-las à mão cheia, à medida que me empurras na tua direcção a cada saída mais demorada do meu sexo do teu. Gostas que te foda assim, pergunto-te, afastando os lábios mas encostando a testa. Adoro que me fodas de qualquer maneira, respondes, trazendo de novo os teus lábios de encontro aos meus, reiniciando o beijo interrompido pela pergunta e pela resposta, dando-lhe um vigor novo, uma carga nova.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Beijo-te a face, o rosto, a testa, o pescoço, as orelhas, numa aleatoridade de movimentos que, estivesse alguém a ver, mostrava bem que a razão tinha sido vencida, sem resistência nem oposição, pela paixão, pela tesão. E tu, rendida a este meu ataque, curvas a cabeça de um lado para o outro, oferecendo-me novos sítios para beijar, novos sítios para te sentir como se, de local para local, fosses diferente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ergo-me novamente, levo novamente as mãos às tuas coxas, com os dedos na parte interior e as palmas apontadas para o lado de fora. Fodo-te em estucadas secas, profundas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-2617484056150420874?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/2617484056150420874/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=2617484056150420874&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2617484056150420874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2617484056150420874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/05/prenda-de-anos-31.html' title='Prenda de anos, 31'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1167254735299649022</id><published>2008-05-08T17:00:00.000+01:00</published><updated>2008-05-08T17:01:01.255+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 29</title><content type='html'>&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Continua assim, digo-te. E, enquanto te respondo, tu continuas a movimentar o dedo para dentro e para fora, lentamente, tirando de dentro de mim cada vem um comprimento maior de dedo que logo depois voltas a ocultar em mim. Sinto-me apertado, sinto-te dura e, ocasionalmente, sinto a tua língua em mim, na minha pele, no meu buraco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Sinto necessidade de me apoiar novamente no chão, de tirar a mão, os dedos de dentro de ti e de descansar um pouco os joelhos. Lentamente tiro os dedos e apoio a mão no chão. Sinto o pulso dorido. Baixo-me mais um pouco e apoio-me nos cotovelos. As minhas nádegas, nesta posição, afastam-se um pouco de ti. Vejo as tuas pernas a unirem-se debaixo de mim e, ao mesmo tempo. a chegarem-se para trás. O teu dedo já não está em mim; as tuas mãos estão apoiadas no chão, bem como os cotovelos, que te ajudam a sair debaixo de mim. Quase sem que me aperceba ficas atrás de mim, deitada, apoiada nos cotovelos. O meu sexo, longo, volumoso, descai um pouco por entre as pernas. Vejo a tua cabeça no meio delas, virada para cima, a posicionar-se à frente dele. Num movimento abres a boca e sorve-lo todo. Quero vir-me, esporrar-me todo para dentro de ti, ao mesmo tempo que me quero aguentar, para te sentir e para te fazer sentir.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; A tua boca mantém-se em torno dele, do meu caralho, quase todo dentro de ti. Chegas a cabeça para trás e dele cai um fio contínuo de saliva. Apoiada nos cotovelos voltas para trás. De face voltada para mim, percorres os meus tomates com a língua, envolvendo um e depois o outro na tua boca, em movimentos rápidos, contínuos, ininterruptos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Inadvertidamente fiquei como tu querias.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; A tua língua sobe mais um pouco atrás de mim e chega novamente ao meu ânus. Sinto-a nele, húmida, quente, sôfrega, contornando-o, tentando penetra-lo, percorrendo-o depois espalmada, de cima para baixo em movimentos longos, de fazer corar qualquer filme pornográfico desses mais banais. Sinto a tua mão; dás-me uma sapatada. Outra. Outra. A tua língua novamente em mim. O teu dedo todo, num movimento só, mais rápido, talvez da posição, talvez de rápida habituação, certamente de vontade. Entra e sai, vez após vez. Sua puta, digo, de olhos fechados e por entre os dentes pressionados pelo maxilar cerrado. Sobes por mim. Sinto-te em cima de mim, sinto o teu calor, a a tua pele, os teus peitos que me apetece chupar só de imaginar. E tu bem bostas, dizes, fodendo-me e terminado a frase com a língua na minha orelha. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ergo o braço do chão e agarro-te no cabelo. Puxo-o, trazendo-te atrás dele, por cima de mim e fazendo com que te deites ao meu lado. Gostas do meu cú. Adoro o teu cú, dizes, abrindo a boca e serpenteando com a língua, puxando-me, atraindo-me com ela. Gostas de o comer. Adoro. Puxo-te novamente o cabelo pata trás, levando-te a curvar o pescoço. Os teus olhos continuam lascivos em mim.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ajoelho-me entre as tuas pernas, erguendo-as sem as flectir à minha frente. Pões ambas as mãos na cona, afastando com cada uma seu lábio, expondo a tua racha rosada, o teu clitóris inflamado. Apoio a perna direita no meu ombro e levo a mão que a segurava ao teu peito. Pego no bico das mamas com o polegar e o indicador, torcendo-o um pouco à medida que o puxo. Curvo a cabeça na direcção da outra perna e, com a língua, percorro-a, a barriga, o calcanhar, a palma do pé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1167254735299649022?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1167254735299649022/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1167254735299649022&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1167254735299649022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1167254735299649022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/05/prenda-de-anos-29.html' title='Prenda de anos, 29'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7260225573318930186</id><published>2008-05-07T16:16:00.001+01:00</published><updated>2008-05-07T16:16:45.822+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 28</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Ergo a mão direita do chão, onde a apoiava e encosto-a à tua perna, acariciando-a, subindo por ela acima, aproximando-me cada vez mais do teu sexo, da tua cona, onde ambos sabemos que, sem rodeios ou hesitações, ela irá parar. Chega-se a ela e, aberta, espalmada, acaricia-a uns instantes, afastando lábios e pêlos do buraco. Junto o médio e o anelar e penetro-te numa estocada forte, única, profunda, que impulsiona os dedos até a palma da mão, encostada a ti, aos teus pelos, os travar. Movo-os, dentro de ti,  rodando-os, afastando-os. Lá em baixo, debaixo de mim, dos meus tomates, das minhas nádegas, ti olhas-me, parada, como que absorvida, hipnotizada pelos meus gestos, pelos meus movimentos. E, quando te olho e instantes depois os teus olhos tocam os meus, sorris, naquela mistura de expressões tão improvável, tão tua, onde a felicidade, o prazer, se mistura com a perversidade, com a devassidão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Acabas de tirar a mão debaixo da minha. Os meus dedos movem-se dentro de ti, enterrados tanto quanto possível. Ergues o dedo indicador, separando-o dos outros, fechados sobre si próprios. Olhas-me e, sem soltares os olhos de mim, levas o dedo à boca, chupando-o como se fosse um caralho, empurrando-o para dentro e para fora da tua boca meia dúzia de vezes, bochecas côncavas da sucção que sobre ele fazes. Tiras o dedo e mantêm-lo cuidadosamente afastado dos outros, brilhante, reluzente. pões a língua de fora, achata-la e percorres lentamente o meu ânus, deixando-o coberto de saliva. Até aqui adoro o teu sabor, dizes. Enrijesses a língua, aumentando-lhe em comprimento o que reduzes em largura. Apontas para o buraco e penetra-lo uns milímetros como há pouco tinha feito. Aproximas o dedo dela e dele, da língua e do cú e, sem a afastares dele um mílimetro que seja, encostas-lhe a ponta do dedo. Sem querer paro de te penetrar, de te foder com os dedos. Vá, fode-me, dizes, curvando a bacia na minha direcção. Fodo-te, entrando e saindo com os dedos de dentro de ti, como se de um caralho se tratasse, movendo-os com uma velocidade proporcional à excitação que sentia, à excitação que me crias. De olhar fixo em ti vejo-te olhando fixamente para o que fazes, para os teus gestos, para os teus movimentos. Lentamente empurras o dedo para dentro de mim, molhando-o com a língua à medida que ele entra. E eu sinto-o a entrar, a abri-me como eu te abro a ti, a sentir aquilo que sentes. E esforço-me para não parar de te foder, porque a minha vontade é só sentir, sentir-te.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; O teu dedo entra todo. A tua língua contorna-o, encostada a ele, encostada a mim. Deixa-lo todo lá dentro e, dentro de mim, sinto-o mover-se. Afastas a língua, vejo-te a saborea-la com alguma curiosidade e perguntas, lasciva, gostas que te foda. É estranho, respondo, mas dá-me uma tesão do caralho. Tiras um pouco o dedo e empurra-lo novamente para dentro, lentamente, juntando ao receio de me magoares a vontade de me fazeres sentir de forma prolongada. Assim é que é foder-te, dizes enquanto o fazes, repetindo o movimento. Gemo, num reflexo instintivo. Parece que estás a gostar, dizes, numa espécie de monólogo cujo objectivo é juntar estímulo ao estímulo, prazer ao prazer. Estou a adorar, respondo-te. Queres que te foda de quatro, perguntas, como se de doutora e caloiro se tratasse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7260225573318930186?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7260225573318930186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7260225573318930186&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7260225573318930186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7260225573318930186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/05/prenda-de-anos-28.html' title='Prenda de anos, 28'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4109568686559594088</id><published>2008-05-06T17:20:00.001+01:00</published><updated>2008-05-06T17:20:47.243+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 27</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Olho na tua direcção e ergo-me um pouco de ti, da tua cara, levando a que os testículos saiam da tua boca. Com os olhos presos neles, curvas o pescoço para cima, boca aberta e língua de fora, qual cobra, serpenteante, tentando apanha-los, tentando seduzi-los. Curvas o pescoço cada vez mais, tentando toca-los, sorve-los. E eu, propositadamente, mantenho-os a dois ou três centímetros de ti, erguendo-me paralelo a ti, aos teus lábios, subindo quando sobes, descendo quando desces. Apoio as mãos no chão, e fico completamente de cocaras. Tu olhas-me, soltando os olhos do meu sexo. Levas as mãos às minhas pernas, às minhas coxas e tentas puxar-me para baixo, para ti. Cedo um pouco e desço. Sôfrega, envolves rapidamente o meu testículo nos teus lábios, na tua boca. Uma das tuas mãos solta a minha coxa e vai ao meu sexo, masturbando-o freneticamente, tão freneticamente como a tua língua no meu testículo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Saltas de um para o outro, envolvendo-o, lambendo-o, chupando-o e mudando logo para o outro, rapidamente. E nestes movimentos a tua mão não pára de subir e de descer de mim, do meu tronco, esgaçando-o com força, com violência. Soltas o tomate e olhando-me por entre as minhas pernas, perguntas Gostas que te chupe os tomates. Adoro, repondo. E que te toque uma enquanto os chupo, perguntas novamente. Adoro que me toques, puta. Gostas mesmo. Gosto, adoro, respondo. E, antes que termine a frase a tua língua percorre o meu escroto, subindo um pouco e descendo, passando por entre os meu tomates e parando no meu ânus, no meu cú. Contorna-lo, sempre a masturbar-me, sempre a tocar-me uma. Gostas que te lamba o cú, perguntas, tocando com a língua nele entre cada palavra. Gostas, voltas a perguntar, espalmando a língua de encontro ao rego e percorrendo-o para a frente, espalmando-a de encontro ao meu ânus e passando por cima daquele veio mais escuro que separa os testículos, para depois voltares para trás e a pressionares contra ele, contra o meu buraco. Gemo, num prazer inesperado, proporcionado tanto pela pelo toque macio da tua língua, como pela humidade ela e tu lá colocam. Adoro, respondo-te pausadamente, prolongadamente, estendendo cada sílaba, Adoro quando és porca. Queres que seja mais porca, perguntas, sem pudores, lembrando-me porque te adoro como adoro, porque te venero como venero e porque me inspiras como só tu sabes que inspiras. Mais porca como, pergunto, nada reticente e muito curioso. Queres que te mostre, perguntas, levando a tua mão até à ponta do meu sexo e largando-o de seguida, para colocares a mão de encontro à minha nádega, tal como colocas a outra, afastando-as, abrindo-me como te abro a ti, fazendo de mim a puta que eu faço de ti. Curvo a cabeça para baixo, olhando-te por baixo do meu tronco e por cima do teu. Mostra, respondo-te.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Pões a língua de fora da boca, dura, tesa, vertical como um dedo que aponta para cima. Quero chupa-la, fazer-me um broche, uma mamada, mas quero ver o que me vais fazer, quero satisfazer essa curiosidade, essa ansiedade que me excita tanto como me deixa ansioso.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Curvas a cabeça ligeiramente para cima, devagar, e impeles a língua de encontro a mim, de encontro ao buraco. Sinto-a dura a tentar penetrar-me. Se me conseguisse controlar assim, abriam-me todo, para sentir a tua língua como tu sentes a minha, mas não consigo. Levo as mãos às nádegas, coloco,as sobre as tuas e ajudo-te a afasta-las. Sinto-a a penetrar um pouco em mim, um milímetro, meio centímetro, não faço ideia. Gostas, perguntas-me afastando a língua por instantes do meu cú, Gostas que te lamba o cú. Adoro que me lambas, puta. E que te foda, gostas. Adoro que me fodas. Ao mesmo tempo que digo isto tiras a mão debaixo da minha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4109568686559594088?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4109568686559594088/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4109568686559594088&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4109568686559594088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4109568686559594088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/05/prenda-de-anos-27.html' title='Prenda de anos, 27'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4632682014359156532</id><published>2008-04-30T16:09:00.001+01:00</published><updated>2008-04-30T16:09:51.287+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 26</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Pouso a mão esquerda na tua outra nádega e puxo-a, lenta mas firmemente, afastando-a do rego. Com a outra mão, a que te deu a sapatada e lá ficou pousada, faço o mesmo. Com ambas as mãos separo-te as nádegas, mantendo a tua cabeça presa entre as minha pernas e tu mantendo os braços apoiados na minha cintura, com as mãos a apertarem-na, aliviando a pressão do pescoço, entalado entre as minhas coxas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Tiro a mão direita da nádega. Debaixo dela escondia-se uma mancha avermelhada, com os contornos da minha mão. Levo a mão atrás das costas e curvo-me um pouco para trás. Cospe, ordeno-te. Ouço o som do cuspir e sinto a tua saliva quente na minha mão, que em concha trago de volta para a minha frente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Levo a mão até ao teu rabo, com o rego exposto devido à força que a outra mão continua a fazer na tua nádega, afastando-a dele. Num gesto rápido, por cima do espaço curto que separa a tua vulva do teu ânus, viro a mão, encostando-a a ti. Com ela aberta, espalmada de encontro a ti, de encontro ao teus buracos, movo-a, espalhando a tua saliva morna pelos buracos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Movo primeiro a mão para baixo, em direcção ao teu sexo. Passo com a palma pelo buraco, movo-a um pouco, em gestos circulares, para logo depois descer mais uns centímetros, em direcção ao teu clitóris. Presa pelo pescoço, tiras as mãos da minha cintura e apoias-te nos cotovelos, passando a prender-te com as pernas. Ergues as ancas, empinas o rabo e levas as tuas mãos às nádegas, afastando a minha que ainda lá estava. Vá, fode-me, dizes. Movo a mão sobre o teu monte, levemente, quase sem o tocar, sentindo apenas, ora na palma, ora entre os dedos, o topo dele, que, excitado, aumentava de volume, ganhava estatuto, personalidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Subo a mão, de volta ao teu buraco. Passo com a palma por cima dele sem parar. Os meus dedos, juntos, passam por entre os teus lábios, afastados, húmidos, até estagnarem na entrada  da tua cona. Afasto a palma da mão de ti, curvo-a, apontando os dedos na direcção do buraco. Juntos, anelar e médio, entram em ti. Indicador e mindinho curvam-se, servindo de mola, de impulso ao movimento que os outros dois iniciam. Empurro os dedos o máximo que posso para dentro de ti. Sinto-te húmida, quente. Movo-os dentro da tua cona, fazendo movimentos circulares, como se quisesse na ponta dos dedos sentir a tua textura interior. Apoiado nos indicador e mindinho, puxo os dedos para fora. Vêm esbranquiçados. Empurro-os novamente para dentro de ti e, rapidamente, puxo-os para trás. Impulsiono-o novamente para dentro de ti e, num ritmo rápido, começo a fornicar-te com eles. Gemes, baixinho. Gostas, puta, pergunto-te. Cala-te e fode-me, respondes. Ergo a mão esquerda e desço-a sobre a tua nádega, sobre a tua mão. Soltas um 'ah' de surpresa. Os dedos entram e saem de dentro de ti sem parar. Começa a ouvir-se aquele som que o ar faz quando fica preso, aquele 'choc-choc', cujo ritmo é o mesmo que as penetrações. Ergo novamente a mão e desço-a novamente sobre ti. Afastas a mão um pouco para o lado. Estou a portar-me mal, é, perguntas, dando à tua voz um tom tão jovem quanto inocente. Muito mal, respondo, à medida que desço novamente sobre a nádega a mão. E vais-me castigar mais de que forma, perguntas, substituindo o tom inocente pelo desafiador e o tom jovem pelo devasso. Puxo os dedos para trás, deixando apenas a ponta deles dentro de ti. Junto o dedo indicador aos outros dois e curvo a mão para cima, de modo a conseguir penetrar-te com mais força e em maior profundidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Empurro-os para dentro de ti. Soltas um 'ah' mais descontrolado. Vá fode-me, dizes, respirando mais profundamente e mais intensamente. os dedos entram e saem de ti rapidamente, em movimentos que se sucedem num ritmo marcado pela excitação que ter-te nesta posição submissa me faz.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Bate-me, dizes. Levanto a mão e desço-a. Outra vez, dizes. Repito o movimento duas, três, quatro vezes. Quero virar-me, dizes. Tiro os dedos, afasto as pernas e tu viras-te, apoiando as costas no chão e afastando imediatamente as pernas, num incentivo, num convite para te continuar a foder. Senta-te na minha cara, dizes. Flicto os joelhos e abaixo-me sobre ela, ao mesmo tempo que me curvo sobre o teu tronco e enfio na tua cona os três dedos de há instantes. Movo-os rapidamente e, mal eles iniciam o seu movimento, sinto a tua língua nos meus testículos, nos meus tomates. Primeiro ela, lambendo-os. Depois a tua boca, envolvendo um deles por completo, com a tua língua a contorna-lo furiosamente dentro da tua boca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4632682014359156532?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4632682014359156532/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4632682014359156532&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4632682014359156532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4632682014359156532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-26.html' title='Prenda de anos, 26'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7326550412998049396</id><published>2008-04-29T15:32:00.001+01:00</published><updated>2008-04-29T15:32:53.566+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 25</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Olho para baixo, para a tua expressão.Boca aberta, língua pousada sobre o lábio inferior, a zona em redor da boca molhada da tua saliva e do meu sabor. As faces rosadas, vermelhas... e os teus braços esticados, com a mão espalmada de encontro ao chão...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Com as minhas mãos no teu cabelo, controlando os teus movimentos, impulsiono-te de novo de encontro ao meu sexo. De boca aberta, sorve-lo todo, esforçando-te por espaçares ainda mais os lábios, os maxilares, de modo a que o meu sexo entre dentro de ti com mais facilidade, em maior profundidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Sem te soltar levo as mãos do cabelo para o tua face, assentado as palmas nas tuas maçãs do rosto, com os dedos a prelongarem-se por cima das tuas orelhas até parte do couro cabeludo. Pressiono-as um pouco, sem te magoar, apenas para que sintas que te controlo, que te domino. E, à medida que as pressiono, impulsiono-te mais um pouco na minha direcção. O meu sexo, o meu caralho, toca no fundo da tua garganta. Tosses, sem te engasgares, apenas devido à estranheza que ele causa lá ao teu organismo. Alivio um pouco a pressão que faço na tua face e que te mantém com o sexo naquela posição, mas tu apenas te chegas alguns milímetros para trás, apenas o suficiente para que ele te deixe de tocar lá e a impressão te passe. De boca aberta, com as minhas mãos na tua face, curvas um pouco a cabeça para cima e olhas na para mim. Esperas, suponho, uma reacção mais instintiva, mais libidinosa, mas, com o tempo, aprendi a conhecer-te e, tão importante, a conhecer-me, a controlar-me, a dar razão ao instinto, a prolongar o prazer e não a sacia-lo imediata e rapidamente como ele gosta, como ele quase exige.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Afasto a mão direita meia dúzia de centímetros da tua cara, ao mesmo tempo que levo a mão esquerda para o teu cabelo e o agarro num molho na parte de trás da tua cabeça, como ainda há pouco. Com a mão esquerda puxo-te para trás lentamente. Tu olhas-me, não tiras o teu olhar negro e profundo de mim, que como camaleão, ora é altivo, ora é submisso. Agora não é uma coisa nem outra; desafiador, impaciente pela minha reacção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Puxo-te lentamente a cabeça para trás, sem que tu feches a boca ou sobre o sexo pouses os lábios. Sabes que gosto quando ele sai coberto da tua saliva, a pingar a gotejar. E, desafiadora, como acelerador, pensas que essa imagem vai precipitar a minha reacção. Puxo-te e, à medida que sai, sinto a glande a tocar nos teus lábios, com ele a assumir a posição vertical, tesa, excitada. Mal sai da tua boca, fica de pé, em sentido, quase paralelo à minha barriga. Nessa altura, e por breves momentos, deixas cair o olhar lentamente sobre ele, esboçando à medida que ele desce um sorriso triunfante, vencedor. Fui eu que fiz isto, ocorre no teu subconsciente e leva à expressão de realização perversa que fazes. O olhar sobe novamente para mim. Com os teus olhos em mim e com os meus na tua boca, no meu sexo, aproximas-te dele. Pões a língua de fora, virada para baixo e, como se fosse um gelado, percorres o meu caralho, de baixo para cima, lentamente, sem nunca soltares os olhos de mim. Chegas à glande e a língua recolhe-se. Os lábios separam-se novamente, os teus olhos descem, acompanhando o pescoço que se curva em direcção ao sexo. Num gesto lento, quase ponderado, fechas a boca sobre a glande e contorna-la com a língua durante alguns segundos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Pelo cabelo puxo-te para cima e depois para trás, de modo a que a tua face fique perpendicular ao meu tronco, ao meu sexo. Com a mão direita, ainda afastada uns centímentros de ti dou-te uma bofetada seca, seguida de outra. Soltas um ah, que se prolonga com a segunda bofetada. Com a mão esquerda empurro-te a cabeça para baixo, em direcção ao chão. Levo-a para entre as minhas pernas e fecho-as sobre ela, mantendo-a imóvel, tornando-te assim completamente imóvel. Colocas as mãos na minha cintura, apoiando-te. Curvo-me sobre ti, sobre as tuas costas e, num gesto, puxo a mão direita atrás e dou-te uma sapatada seca na nádega, deixando lá a mão quando o contacto com a tua pele se dá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7326550412998049396?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7326550412998049396/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7326550412998049396&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7326550412998049396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7326550412998049396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-25.html' title='Prenda de anos, 25'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7163458892930676811</id><published>2008-04-24T18:41:00.002+01:00</published><updated>2008-04-24T18:57:44.487+01:00</updated><title type='text'>Seis coisas que não me gustam</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A &lt;a href="http://chocolateemalagueta.blogspot.com/"&gt;Cat&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;gaija&lt;/i&gt; de  fino gosto -ou não fosse leitora deste livro de contos de páginas imateriais-, desafiou-me para postar uma listinha de seis coisas que me fodam o juízo. Ok, eram seis coisas que me irritassem, mas eu gosto de chamar as coisas pelos nomes.&lt;br /&gt;Ora, como já devem ter reparado pela extensão dos posts, uma lista resumida é, para mim, um esforço herculiano. Não que conheça o Hercúlio, longe disso, mas sempre fiz dele um tipo esforçado e dedicado.&lt;br /&gt;É assim que sou.&lt;br /&gt;Assim, e porque não gosto de ver as coisas somente pela negativa, publico uma lista de seis coisas que me fodem e de seis coisas que me fodem em sentido inverso.&lt;br /&gt;Coisas que me fodem:&lt;br /&gt;1-No blogger o comando ctrl+shift+seta activa o preview e não selecciona uma palavra inteira como no office. Isso fode-me o juízo, porque estou habituado a usar os atalhos do teclado.&lt;br /&gt;2-Gente que estaciona em cima do passeio.&lt;br /&gt;3-Gente que acha que sou o palhaço do grupo e que tenho a obrigação de estar sempre bem disposto, a dizer piadas e a tratar da má disposição dos outros. Foda-se, às também me apetece ter sossego e ser divertido.&lt;br /&gt;4-Gente que nunca leu Saramago e que diz que ele não sabe pontuar.&lt;br /&gt;5-Gente que escolhe os sítios para sair pela frequência social à qual querem ascender e não pelo preço da cerveja.&lt;br /&gt;6-Gente intriguista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas que me fodem.&lt;br /&gt;1-Ela, e ela sabe quem é. Sim, és tu. Xiça, tanta insegurança para quê? Caneco!&lt;br /&gt;2-Gostar de pessoas fora do comum, da norma. Por exemplo, gosto de mulheres de cabelo rapado.&lt;br /&gt;3-O facto de Leiria ainda ter comércio tradicional, sem shoppings. Mas isso vai mudar a pouco tempo. Até eu já estranhava....&lt;br /&gt;4-Música. Toda.&lt;br /&gt;5-Não ser dependente da net. Vivo perfeitamente sem ela. Aliás, a minha inbox do mais tem 1600 mails por ler. De gente que só manda mensagens da treta, saliente-se a bem de quem manda coisas interessantes.&lt;br /&gt;6-Os países nórdicos. Todos. Com relevo para a Suéia, onde vou quase todos os anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7163458892930676811?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7163458892930676811/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7163458892930676811&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7163458892930676811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7163458892930676811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/seis-coisas-que-no-me-gustam.html' title='Seis coisas que não me gustam'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-3538039071368525851</id><published>2008-04-24T16:14:00.000+01:00</published><updated>2008-04-24T16:15:02.869+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 24</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Curvas o pescoço em direcção a mim, puxando-me para ti ao mesmo tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Aproximamo-nos, sem que tu tires os dedos de dentro da minha boca, sem que deixes de fazer força, como que, pela trela, mantém um cão na mesma posição. Olhas-me, lascivamente, tão lascivamente como eu te olho, envolto na atmosfera que juntos criámos, que juntos vivemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Contigo com a cabeça curvada para a frente e comigo sobre ti, completamente curvado, apoiando-me com as mãos no chão, tocas com a tua testa na minha, sem nunca soltares de mim o olhar. A tua mão outra mão, que suponho estaria pousada no chão, chega ao meu sexo e imediatamente começa a masturba-lo, movendo-se para cima e para baixo. A tua testa descola da minha e o teu rosto desce rente a mim, rente à tua mão que permanece, prendendo-me, na minha boca. Chegas ao teu pulso e, assim, um palmo abaixo de mim, olhas-me, rodando os olhos para cima e arqueando as sobrancelhas, como se estorvassem o teu ângulo de visão. Assim, naquela posição abaixo de mim, pareces cada vez menos submissa, cada vez menos menina, cada vez mais mulher, sensual, sexual. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Com os lábios afastados e olhar fixo em mim, tocas com a língua nas costas do teu pulso, no teu punho, avançando lentamente por ele acima, pelas costas da mão, pelos dedos e para a minha boca, ocupando, com a tua língua coberta de chocolate o espaço que os teus dedos, puxando o maxilar para baixo, deixam vagos na minha boca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Sem nunca tirares a língua de mim ou a mão que me masturba do meu sexo, tiras, soltas-me lentamente, tirando os dedos que, curvados, me condicionavam os movimentos e as acções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Os dedos saem da minha boca, tocando no lábio inferior, pressionando-o e puxando-o para o lado, à medida que a tua mão se afastava da boca e se dirigia para a minha face. A tua boca fecha-se sobre a minha, hermética, gulosa. Na face direita sinto a tua mão, quente, húmida do algum chocolate e da muita saliva minha que, assim, como estávamos, me era impossível engolir com normalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; A tua outra mão move-se com uma intensidade crescente sobre mim, acompanhando a intensidade também ela crescente dos movimentos da tua língua e dos teus lábios em mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Subitamente, soltas-me o sexo. Larga-lo. Ao mesmo tempo a tua boca solta a minha e, num ápice, quase sem eu me aperceber como, sentas-te para, logo depois, com a mesma rapidez que faz com que a sucessão de movimentos se pareça num só, te curvares sobre mim, de joelhos e cotovelos apoiados no chão. A tua mão, aliás, as tuas mãos abraçam o meu sexo. Os teus dedos entrelaçam-se sobre ele, a tua boca desce e absorve a glande, descendo mais um pouco e empurrando para baixo as tuas mãos para, logo depois, e na mesma sintonia, subirem, sem nunca a tua boca deixar a cabeça do meu sexo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Levo as minhas mãos ao teu cabelo, junto-o num 'rabo de cavalo' em que a minha mão fechada sobre ele é o elástico e, numa equiparação de papeis, melhor, numa lascividade libidinosa recíproca, impulsiono a tua cabeça para cima e para baixo, ao início acompanhando os teus movimentos, para momentos depois, os impor, levando-te a penetrações cada vez mais fundas  e prolongadas, quase sufocantes, para depois te trazer a elevações que, apesar de ofegantes, permanecem ávidas por nova descida sobre o meu sexo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Levo-te a subir e descer sobre mim, com uma intensidade cada vez maior, impulsionando-te para baixo quase até tu te engasgares para depois te puxar para cima num gesto só, forte, brusco, deixando-te de boca aberta, tão ofegante quanto desejosa por voltar a descer sobre ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-3538039071368525851?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/3538039071368525851/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=3538039071368525851&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3538039071368525851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3538039071368525851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-24.html' title='Prenda de anos, 24'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-362741735887464996</id><published>2008-04-22T16:10:00.001+01:00</published><updated>2008-04-22T16:10:47.756+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 23</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Com a tua mão fechada sobre o meu pulso puxa-la para a frente e para trás, fazendo os dois dedos entrarem e saírem de ti, da tua boca. A tua outra mão, a que não me segura no pulso, continua envolta no meu sexo, masturbando-o em movimentos certos, contínuos; os teus olhos estão presos na minha face tão atentos a cada expressão como submergidos pela carga sexual que paira e se sente, certamente, a quilómetros de distância. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Ergo a mão que tenho livre e levo-a ao teu sexo. De palma aberta, encostada a ti, sinto a tua pelugem rasa, ainda pegajosa do chocolate que há pouco espalhei por ti. Afastas as pernas quase imperceptivelmente , apenas o suficiente para eu entender o gesto como incentivo. Movo a mão mais para baixo. Sinto a tua humidade à medida que os dedos cercam o teu buraco, afastando os lábios cada um para seu lado. Movo assim a mão, em movimentos lentos, fazendo sobre ti uma pressão leve. Subo a mão, uno os dedos médio e anelar, e desço, deixando com que entrem dentro de ti. Estás húmida, molhada mesmo, com o buraco receptivo, aberto.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Sentes os meus dedos a entrar, lentamente, num movimento certo, sem pausas ou hesitações. A tua mão, as tuas mãos param sem que disso te apercebas, num momento em que o inconsciente ganha ao consciente, em que a vontade de sentir ganha à vontade de fazer sentir. A palma da mão encosta-se à entrada do buraco. Já entrou tudo, pensas. E, na inconsciência que se apoderou de ti, fechas os olhos gentilmente, suavemente. Amo-te, amo-te, amo-te, grito de mim para mim, rendido a cada gesto teu.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Puxo devagar os dedos para fora, até os retirar quase todos. Levo-os novamente para dentro de ti em todo o comprimento. Com eles lá dentro, afasto-os, encostando cada dedo à face do teu buraco, da tua cona. Rodo a mão um pouco para a direita e um pouco para a esquerda, movendo-os de encontro a ti. A tua mão volta a subir e descer sobre o meu sexo, num incentivo inegável. Uno os dedos e tiro-os para logo depois os voltar e empurrar para ti. Repito o movimento uma e outra vez, acelerando um pouco a velocidade com que o faço, penetrando-te, fodendo-te com cada vez mais vontade, com cada vez mais tesão. Excitada excitas-me.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Baixinho, gemes, interrompendo, a cada 'ah' o movimento da tua mão que sobe e desce sobre mim, para logo depois, num acesso de reciprocidade, o retomares com um tesão acrescido, daqueles que quer dar, que quer retribuir o que recebe.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Olhas-me. A tua cara está rosada, quase encarnada, da respiração ofegante. Em redor dos lábios um rasto castanho de chocolate, que se prolonga pelo teu pescoço e pelo teu peito dá-me uma vontade enorme de te lamber, de te percorrer com a língua, de te mordiscar.... Repentinamente tiras a mão do meu sexo mergulha-la, toda, no chocolate. Continuas a fitar-me. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Levantas a mão completamente castanha, completamente coberta de chocolate, e leva-a ao meu peito. Move-la de um lado para o outro, em movimentos abstractos, sem nexo aparente, e desces a mão ao meu sexo. Aperta-la sobre ele e masturbas-me. Sinto uma gota de chocolate a escorrer pelo escroto, seguida de outra e de outra, até formarem um pequeno fio que, com o calor e os movimentos da fricção se torna mais liquida.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Não tiras os olhos de mim , da minha expressão nem por um instante. E eu da tua. Acho que as nossas expressões nos estimulam. E é bom quando isso acontece, quando o resultado do que fazemos é tão grande que causa uma reacção que nos incentiva, que nos incendeia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Subitamente largas o meu sexo. Levas a mão ao teu, à tua cona, pondo-a por baixo da minha. Massajas o clitóris alguns instantes e sobes com a mão pelo teu ventre acima, tocando-o, tocando-te ao de leve com os dedos e, com eles, deixando atrás de ti um trilho acastanhado. Chegas com a mão ao peito e aperta-lo sem hesitações, sem cerimónias. Os teus olhos soltam-se de mim e prendem-senel , nos teus gestos. O mamilo sobressai por entre os dedos. Aperta-lo com eles e puxa-lo. Mantendo-o assim, nessa posição, soltas os teus olhos dele e olhas-me. Levantas a tua mão, e dirige-la para a minha boca, introduzindo nela creio que três dedos. Curva-los para baixo, como que a agarrares-me pelo maxilar. Levas a outra mão à minha nuca e puxas-me na tua direcção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-362741735887464996?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/362741735887464996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=362741735887464996&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/362741735887464996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/362741735887464996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-23.html' title='Prenda de anos, 23'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4847255478008888861</id><published>2008-04-22T16:08:00.002+01:00</published><updated>2008-04-22T16:09:55.731+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>a explicação</title><content type='html'>engripei. melhorei. armei-me em esperto e andei na gaitice sem estar a 100%. piorei 500 vezes e aterrei completamente.&lt;br /&gt;passados uns dias curei-me. e voltei ao activo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4847255478008888861?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4847255478008888861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4847255478008888861&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4847255478008888861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4847255478008888861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/explicao.html' title='a explicação'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5193231184390612637</id><published>2008-04-10T15:54:00.000+01:00</published><updated>2008-04-10T15:55:16.995+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 22</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;De pescoço curvado na minha direcção deixas cair o queixo, abrindo ligeiramente a boca à medida que eu, com o mamilo preso entre os dentes, puxo o teu peito de olhos presos em ti, nos teus, na tua face, tentando adivinhar na tua expressão o momento em que o prazer se transforma naquela dor ligeira, quase doce, erótica que, sem cuidado, depressa perde a doçura e o erotismo e se transforma apenas em dor.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; De queixo ligeiramente descaído soltas um 'aaaahhhh' contínuo, baixo, de olhos presos nos meus lábios, no teu bico. Solto os meus olhos dos teus, invejoso do teu 'aahhh' e deixo-os cair no teu peito, ligeiramente deformado, com a extremidade a esconder-se entre os meus lábios. Com ele preso e com os meus olhos baixos sobre ele, toco com a língua no mamilo, contornando-o. Num movimento só desço os lábios, pressionando-os contra o peito, agora achatado de encontro a ti. Mordisco o mamilo, ligeiramente, apenas com a pressão suficiente para sentir a sua firmeza. Solto-o e ergo-me, olhando-te. Continuas de lábios entreabertos, face rosada, cabelo desalinhado, pousado sobre o edredão. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Sem tirar os olhos de ti levo os dedos indicador e médio ao chocolate, submergindo-os nele. Com o olhar segue-los. Com eles ainda submergidos voltas o olhar para mim. Olhas-me na face por breves instantes para logo depois desceres o olhar para o meu sexo, erecto, duro. Levantas a mão direita do chão e leva-a ao teu sexo, massajando-o por um ou dois segundos sem te penetrares. Com a palma da mão e com os dedos cobertos de chocolate leva-la ao meu sexo, fechando-a sobre ele. Moves-la para cima e para baixo, em todo o comprimento dele. Assim, ajoelhado entre as tuas pernas abertas, flectidas nos joelhos, masturbas-me em movimentos lentos, firmes, apertando o meu sexo com firmeza. Os teus olhos seguem os teus movimentos dois ou três segundos e sobrem para mim, para os meus. A tua expressão continua igual, mas com um toque de perversidade, com os lábios ligeiramnte curvados para cima, num sorriso tão involuntário quanto expressivo. Os meus olhos, presos no meu sexo, nos ters movimentos, sobem até aos teus. Olha-mo-nos por fracções de segundo. Mordes ligeiramente o lábio inferior, apertas as tuas coxas de encontro às minhas, cruzas os pés nas minhas nádegas e inclinas ligeiramente a cabeça para a direita, naquele tique tão teu, ao mesmo tempo que alongas os movimentos com a mão, levando-a até mais baixo, até aos meus testículos e, depois, até mais acima, até à glande.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ergo os dedos do chocolate, sem qualquer preocupação se vou ou não pingar os cobertores e as mantas. Cai um pingo, outro e outro, num gotejar constante. Levo os dedos acima de ti, colocando-os na vertical sobre o teu ventre. Cai um pingo, outro e outro. Encosto a ponta dos dedos às gotas que caíram e, sem que pares de me masturbar, começo a subir com eles, sempre em contacto contigo, com a tua barriga, com o espaço entre os teus peitos e pelo teu pescoço que tu curvas para trás, como que a facilitar a sua passagem. Passo-te o queixo, a curva que anuncia a chegada ao teu lábio inferior. Continuas de boca entreaberta, masturbando-me com a mesma cadência de há pouco, ainda que um pouco mais incerta, mais irregular. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Olhas-me directamente, olhos nos olhos. Com os dedos cobertos de chocolate percorro-te o lábio inferior e, logo depois o lábio superior. Tu não mudas a posição quem que os tens. Continuo a percorrer-tos lentamente, quase não te tocando, uma e outra vez, com os meus olhos presos nos teus. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Paro com os dedos a meio do lábio superior e descaio para eles o meu olhar. Lentamente descaio o dedo para baixo, percorrendo a espessura do teu lábio até entrar, com a cabeça dos dedos, dentro da tua boca. Afasto-os e empurro-os para dentro dela, encostando cada um a sua bochecha, forcando-te a abrires a boca em toda a sua elasticidade. masturbas-me com mais intensidade, mais rapidamente e com uma forma maior sobre o meu sexo. Empurro os dedos todos para dentro de ti, esfregando-os contra o interior côncavo das bochechas, puxando-os para fora e empurrando-os para dentro rapidamente, como se com eles te estivesse a fornicar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Descruzas as pernas atrás de mim e apoias os pés no chão.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; junto os dedos por cima da tua língua e afasto-os um pouco. Encaixas a língua entre eles e sinto-a de encontro à membrana que une os dedos. Levantas a mão que tinhas no chão e leva-la ao meu pulso. Segura-lo com firmeza, olhando-me, enquanto percorres os dedos com a língua. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Subitamente, puxas o meu pulso para trás, retirando os dedos da tua boca. Orienta-los até à minha. Separo os lábios e chupo-os. Sinto um ténue sabor a chocolate e um sabor mais intenso a ti. Puxas o pulso, retirando os dedos da minha boca e encaminha-los para a tua. Não desprendes o olhar de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5193231184390612637?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5193231184390612637/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5193231184390612637&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5193231184390612637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5193231184390612637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-22.html' title='Prenda de anos, 22'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5514103045400781313</id><published>2008-04-08T16:24:00.000+01:00</published><updated>2008-04-08T16:25:18.066+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 21</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Ergo-me novamente para recuperar o pincel, molhando-o no chocolate que, se tivesse sentimentos, já estaria triste com a ausência a que tu e a tua pele o tinha votado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Com a cabeça pousada de lado sobre os cobertores, sorris, feliz, com aquela expressão que, de tão involuntária, de tão genuína, não se consegue imitar. Os olhos brilham, a pele ilumina-se... parece que todos os músculos na cara se contraem, ávidos por contribuirem para aquele resultado final.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ergo o pincel e encaminho-o na tua direcção, na direcção das tuas nádegas. Ao mesmo tempo ergo-me de onde estava, de cima de ti, passando para o teu lado. De pincel numa mão, tentando, algo atrapalhado, não deixar cair nem uma gota da receita, levo a mão livre aos teus tornozelos, afastando um pouco primeiro um e depois o outro, abrindo, desta forma, um espaço pequeno no cimo das tuas pernas, que torna o teu sexo, para além de apetecível, visível.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ajoelho-me entre as tuas pernas. Por nenhum motivo em especial, porque o que vou fazer poderia muito bem fazer na posição em que estava, mas, subitamente, qual saudade, apeteceu-me sentir o teu calor, a tua perna encostada contra a minha. Sim, porque a intimidade também tem estes devaneios afectivos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Assim, ajoelhado entre ti, aproximo o pincel do teu sexo. Encosto-o a ele, rodando-o lentamente, muito lentamente, para que, à mesma velocidade, os lábios se afastem do teu sexo, do teu orifício. Rodo para um lado, movo-o um pouco para cima, um pouco para baixo, rodando-o para o outro lado e rodo-o novamente em cima do teu sexo, já com os lábios afastados, rendidos, como que contemplado, de lado, a sucessão de acontecimentos. Tu sorris. Ummmm, está quentinho, dizes, numa expressão de conforto. Não te respondo, não há necessidade. Foi um desabafo, um pensamento verbalizado. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Sinto o teu buraco aberto e vejo os pelos estranhamento unidos dentro dele. Rodo o pincel muito lentamente, com medo que a sua textura te desagrade ou te faça alguma impressão. Mas não. Sorris e dizes, sabe tão bem..., assim, com reticências e tudo. E eu sorrio.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ergo o pincel e molho-o novamente. Apetece-me lambe-lo para te provar, para matar saudades do teu sabor, mas resisto. Aproximo-o novamente de ti e, coberto de chocolate, deixo-o entrar na tua vulva. Ele entra, sem dificuldade. Imitando um sexo, penetro-te ligeiramente com ele, uma vez, outra e outra vez, em movimentos incertos, comigo atento à tua expressão facial, não fosse involuntariamente estar a magoar-te. Mas tu, de olhos fechados, prendes o lábio inferior nos dentes, naquela expressão de gozo, de prazer tão típica em ti.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Baixo os olhos para o teu sexo, para ver o pincel a penetrar-te comandado pelo meu pulso. De dentro de ti escorre um fio de chocolate líquido, misturado com a tua lubrificação. Lentamente tiro o pincel e seguro-o na mão. Vira-te, digo-te. Viras-te e afastas as pernas, flectindo os joelhos. Continuas de olhos fechados. Levo o pincel ao teu peito e contorno a aureola do peito, lentamente, continuamente. O bico do mamilo ergue-se, erecto. Curvo-me sobre ele e beijo-o, prendendo-o entre os lábios. Assim, com ele preso, toco-lhe com a língua, contornando-o com ela uma e outra vez. Separo os lábios e desço sobre o teu peito, abrindo-os de modo a abarcar entre eles toda a aureola coberta a chocolate. Com ela encostada a mim, percorro o percurso castanho com a língua uma vez, outra vez e ainda mais uma, em movimentos circulares, em tudo idênticos aos do pincel. Numa espiral ligeira aproximo a língua do teu mamilo, percorrendo-te a aureola toda com a minha língua. Chego ao mamilo. Fecho os lábios sobre ele e prendo-o nos meus dentes, numa força firme, que não o deixa soltar. Lentamente, puxo-o para cima, trazendo atrás dele o peito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5514103045400781313?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5514103045400781313/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5514103045400781313&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5514103045400781313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5514103045400781313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-21.html' title='Prenda de anos, 21'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5690609015311830259</id><published>2008-04-04T15:36:00.002+01:00</published><updated>2008-04-04T16:05:44.266+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 20</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Chego lá, a eles. Molho, novamente, o pincel no chocolate e levo-o até eles. Toco com ele, ao de leve, no teu calcanhar direito. Tu sente-lo e sentes que ele está repleto de líquido. Mudas a posição dos pés, deixando de os ter de lado, na sua posição de natural relaxamento, para os pores apoiados nos dedos, como se estivesses deitada de saltos altos. Sabes que gosto da tua perna assim, com o músculo comprimido, escondido dentro da barriga, a dar-lhe volume, mas acho que a tua intenção, sempre um passo à frente, foi evitar que ele, maroto, escorresse pelo pé e manchasse o edredão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Com o pé assim, erguido, faço círculos pequenos no calcanhar, num e depois no outro e, depois, um pequeno traço na base do pé que, para não te fazer cócegas, pouco mais avança para além do fim do calcanhar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ouve o som da peça de metal que envolve os pêlo do pincel a bater no pyrex; milésimos de segundos depois o som do plástico a encostar-se-lhe... pousou o pincel, pensas para, depois, te interrogares o que irá fazer agora; queria mais, pensas melancolicamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ouves os sons a sobreporem-se, das minhas pernas a esticarem-se, dos meus braços a moverem-se a a apoiarem-se no chão... Abres os olhos e, sem te moveres, espreitas pelo canto do olho. Queres ver o que estou a fazer, o que estou a preparar... Sorris, quando me vês, sem eu te ver, atrapalhado, tentando não fazer muito barulho, movendo-te para me colocar atrás de ti. Vês a minha cabeça a curvar-se na tua direcção e, rapidamente, fechas os olhos, não para não te denunciares, mas para me não estragares a intenção que tenho de te surpreender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Abaixo-me atrás de ti, de gatas, apoiando-me nos cotovelos de forma a deixar as mãos livres. Aproximo-me dos teus pés, ainda apoiados nos dedos, curvados perante o peso que sobre eles está.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Seguro-os com as mãos, juntos como estão, impedindo-os se moverem. Sentes as minhas mãos quentes a envolvê-los completamente, sentes a firmeza gentil do aperto a que os sujeito. Aproximo-me mais um pouco e, lentamente, toco-te na base dos pés com a língua, um pouco abaixo do local onde o chocolate termina e onde a tua pele ainda retém toda a sua textura, todo o seu aroma feminino, doce. Não sentes cócegas, sentes ansiedade, excitação e alguma ansiedade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Subo com a minha língua pelo teu pé, chegando ao chocolate. Passo por ele, tocando-lhe com a língua. Não te quero deixar límpida, esterilizada ... isso, não o sabes, mas é depois para o banho onde, como se fosses um bebé, te vou ensaboar, escorrer e secar, com uma toalha aquecida, deitada no chão aquecido da casa de banho.&lt;br /&gt;A minha língua chega ao teu calcanhar, aos teus calcanhares unidos pelas minhas mãos. De língua aberta, espalmada, como se um beijo da Michele Pfeifer no batman se tratasse. Primeiro num calcanhar, depois noutro, sem que a minha língua deixe de tocar em ti, na tua pele, no meu chocolate. &lt;br /&gt;Subo pelos teus tornozelos e pelo chocolate que, na beira, no local onde as tuas pernas naquela posição se unem, coloquei. &lt;br /&gt;Subo por elas, já apoiado nos joelhos e na palma das mãos, tocando-te intermitentemente com a língua, como um gato a beber leite, que molha a língua e logo engole o pouco que lá ficou. Assim, desta forma, pequenos pedaços de derme com chocolate intocado ficam para trás. Eu, impaciente pela ansiedade do que está escassas dezenas de centímetros mais acima, toco-te, vez após vez, a cada recolha de língua, com o queixo que, lentamente fica castanho, também ele coberto de chocolate. &lt;br /&gt;Chego à dobra dos joelhos e ergo-me, apoiado nas palmas das mãos e nos joelhos. Esperas que também as lamba a elas, sensíveis como são e como ambos gostamos mas não. Num impulso de braços e pernas, curvo-me para a frente, baixando-te ao mesmo tempo. Desço o rosto sobre ti, sobre as tuas nádegas. Com a língua de fora, percorro-as, desde a dobra onde as pernas se unem até ao fim do teu rego. E, neste caminho, sinto o paladar intenso a sexo que em torno da tua vulva se escondia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5690609015311830259?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5690609015311830259/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5690609015311830259&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5690609015311830259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5690609015311830259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-20.html' title='Prenda de anos, 20'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7734409134264186541</id><published>2008-04-03T16:46:00.001+01:00</published><updated>2008-04-03T16:47:53.090+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'></title><content type='html'>Sem tempo. Stop. Bué de trabalho. Stop.&lt;br /&gt;Até amanhã. Stop.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7734409134264186541?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7734409134264186541/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7734409134264186541&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7734409134264186541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7734409134264186541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/sem-tempo.html' title=''/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1090124826473805587</id><published>2008-04-02T16:47:00.000+01:00</published><updated>2008-04-02T16:48:31.156+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 19</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Involuntariamente, aliás como quase sempre, como se de uma pulsão se tratasse, sorrio, naquele sorriso que, acompanhado por um franzir de sobrancelhas, cria uma expressão malandra, macaca. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Desço o pincel junto a mim, paralelo ao meu tronco, talvez um palmo à frente dele, rodando-o, lentamente, para um lado e para o outro, obrigando-o assim a absorver, a conter todos os excessos que se querem soltar e, inadvertidamente, estragar a 'pintura' que em ti quero fazer.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Desço-o, levando-o a tocar-te levemente naquela pequena concavidade que as tuas costas formam, na sua base, quando se ligam com as nádegas. Deixo-o tocar-te e, lenta e levemente, desenho círculos. Sorrio, não o consigo impedir e tu sorris também, ainda que com um sorriso diferente, com aquele que exprime, que mostra o bem que te sabe o calor e a consistência do chocolate nas tuas costas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Aos círculos que desenhava, numa espiral crescente na base das tuas costas, seguem-se outro, e depois deste outro, subindo por ti, pela tua coluna, criando em ti uma sucessão de círculos, bolas ouoitos, consoante a imaginação de quem lê e a vontade que quem escreve ou a percepção de quem sente. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Menos e um palmo acima de onde comecei ergo o pincel  levo-o novamente ao pyrex. Pelos sons apercebes-te de tudo, de cada gesto, de cada movimento. Talvez por isso não abras os olhos. Ou talvez por, assim, te estar a saber tão bem, que temas que qualquer alteração causada por ti, por mínima que seja, possa reduzir, de alguma forma, os arrepio, o eriçar da pele, o formigueiro do topo do pescoço, da barriga das pernas e dos pulsos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Desço os pêlos do pincel até meio comprimento, deixando-os um ou dois segundos assim. Subo-o, rodando-o.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Não sei porquê, chamem-lhe pressentimento, chamem-lhe o que quiserem, mas tenho a sensação que esperas que ele se encoste a ti no sítio onde se levantou, retomando o desenho que zelosamente fazia. E, à medida que tenho este pensamento, o tal sorriso macaco volta-me, sem que nada possa fazer para o impedir.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Com a mão esquerda afasto o cabelo do teu pescoço, deixando-o descoberto. Ficas na dúvida. Irá ele subir até aqui ou vai começar aqui, questionas-te. Chego lá o pincel, e encosto-o a ti no lado do pescoço, naquele sítio em que, se estivesses de pé e virada para a frente, ficaria por cima do ombro. Lentamente movo-o em direcção à parte de trás dele. Sorris mais intensamente. &lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Sabe-te bem sentir aquele calor e sabe-te ainda melhor pensares em como o vou tirar de ti.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Molho novamente o pincel, da mesma forma que há pouco mas, ao invés de o trazer até ti, apoio uma mão e ergo-me de mim, passando para o teu lado, entre ti o pyrex, ajoelhando-me e encostando as nádegas aos calcanhares. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Surpreendo-te novamente. Esperava-lo no pescoço, a começar a descer a coluna, em oitos ou numa linha contínua, mas não. Sente-lo na dobra do joelho, de um e depois do outro. Ris. Assim fazes-me cócegas, dizes. Tenho culpa de gostar de te ver a rir, pergunto, retóricamente. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Tens as pernas juntas e é, entre elas, a tocar em ambas, que coloco o pincel, ali, na linha formada pela tal dobra dos joelhos, qual linha de partida. Desço (acho que esperavas que subisse, apressada como és), mas desço. Lentamente, em direcção aos teus calcanhares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1090124826473805587?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1090124826473805587/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1090124826473805587&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1090124826473805587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1090124826473805587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-19.html' title='Prenda de anos, 19'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7943298402674855791</id><published>2008-04-01T15:58:00.004+01:00</published><updated>2008-04-01T16:00:40.774+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 18</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Os olhares prendem-se, fixos um no outro, com aquela intensidade repleta de significados, que só aquele brilhozinho nos olhos, com diz a música, consegue transmitir. Na face temos aquela expressão que não é um sorriso, mas que transmite felicidade, paz. Transmite, sobretudo, a cumplicidade que dispensa os substantivos, os adjectivos, os advérbios, sejam eles de tempo ou de modo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;E, sem que o sorriso se esgote, sem que a mensagem terminasse, ergo-me de cima de ti, apoiando as palmas das mãos nos edredons. Passo para o teu lado esquerdo, joelhos apoiados no chão, flectidos. Vira-te, digo, num tom inimitável, onde o carinho se mistura com a perversidade, onde o amor se mistura com o autoritarismo. Assim, de lado, perguntas, virando-te para o lado oposto de onde estou, deixando as tuas costas, a tua cintura mais delineada e as tuas nádegas viradas para mim. É só mais meia volta, respondo. E tu viras-te, ficando novamente de barriga para baixo, pernas unidas. Curvas os braços e pousas as mãos, uma por cima da outra, acima da cabeça. Ergo um joelho e passo-o por cima das tuas pernas e fico sobre ti. Estás relaxada, diria mesmo, se olhar para a tua expressão que retém ainda o sorriso de há pouco, feliz. Não dizes, não questionas nada, numa confiança que só a cumplicidade permite.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Curvo-me para a minha direita e, com a ponta dos dedos, puxo o pyrex que junto ao móvel da televisão aguardava, já com alguma ansiedade e com uma pontinha de desalento&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:78%;" &gt;[já estou a imaginar, a professora na sala de aula: Meninos, qual é a figura de estilo utilizada aqui pelo autor? E a/o esperta/o da turma a levantar o braço, ansioso por mostrar a sua vantagem académica sobre os demais. Então meninos... -diz ela, tentando puxar pela motivação colectiva- O autor está a atribuir a um objecto qualidades humanas.... Como se chama isso?]&lt;/span&gt;, pela sua tardia re-entrada em cena. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Ponho os dedos na sua borda e puxo-o, arrastando-o pelo chão. Ainda vais entornar isso, dizes, de olhos fechados, mas com um conhecimento do enredo tal que adivinhas o meu gesto, o meu movimento. Já te mostro onde vou entornar isto... respondo-te. Tu sorris, explicitamente sorris, enfatizando as maçãs do rosto e cerrando um pouco mais as pálpebras. Chega à cama improvisada e pego-o pela borda, erguendo-o. Apoio-me novamente nos dois joelhos e, já com as duas mãos, pouco o recipiente ao teu lado, ao nosso lado, um pouco acima dos meus joelhos, um pouco abaixo dos teus quadris.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Pego no pincel, pressionando-o entre o polegar e o indicador, afastando da borda do recipiente. Sinto o calor do chocolate aromatizado a menta nas costas dos dedos. Boa! Ainda está morno!, penso de mim para mim, escondendo o receio de que já tivesse arrefecido e de que, o facto de ter que o aquecer novamente, pudesse, de alguma forma, quebrar ou reduzir o ímpeto. Sabes a que me refiro.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt; Molho o pincel um pouco no molho e ergo-o, rodando-o sobre si próprio, de modo a que nem uma gota caia sobre ti, denunciando o local onde ele, sortudo, se irá encontrar contigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7943298402674855791?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7943298402674855791/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7943298402674855791&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7943298402674855791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7943298402674855791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-18.html' title='Prenda de anos, 18'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7325667632765553823</id><published>2008-04-01T11:51:00.002+01:00</published><updated>2008-04-01T15:59:13.205+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>Moribundos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Serei eu, ou os blogs meus vizinhos, os da coluna da direita, andam quase todos assim um pouco para o moribundo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7325667632765553823?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7325667632765553823/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7325667632765553823&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7325667632765553823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7325667632765553823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/moribundos.html' title='Moribundos'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6127958312540555390</id><published>2008-04-01T11:43:00.001+01:00</published><updated>2008-04-01T11:43:49.821+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 17, pt. 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;E a mim só me apetece colocar as mãos no teu rosto, uma de cada lado e dizer-te, olhando para ti, que te adoro, que te amo, que te quero, substituindo o ponto final da frase por um beijo, e outro, e outro e mais uma miríade deles, espalhados pela tua face, pelos teus lábios, um após o outro, sucessivamente, como se o fim de um fosse o começo de outro, tangenciando-se, interligando-se. E depois tu levavas tuas mãos à minha face, tal como eu tenho as minhas na tua e olhas-me, numa expressão de sorriso, de felicidade que te ilumina o rosto, que me ilumina o rosto e respondes que me amas, que me adoras, que me queres e, naquele momento, o círculo fecha-se, uma extremidade toca na outra. Tu, aproximas-te de mim e beijas-me nos lábios, para depois te afastares e me olhares. Amo-te, dizes, para depois me voltares a beijar. E assim, com o beijo, fazemos amor, fazemos carinho, intimidade e cumplicidade, compreensão. E nisto, como em tudo, acrescemos. E no que pensávamos já não poder crescer cresce, ganha volume, cada vez mais volume. E esse volume é tanto que é maior que nós, que nós os dois juntos. E rendidos a esse volume, abraça-mo-nos, com força, com muita força, como se quiséssemos entrar para dentro um do outro, como se nos quiséssemos fundir, fazer um dos dois, rendidos ao volume que criámos, que criamos, e dentro do qual esperamos sempre viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;E, com essa expressão no rosto, levas as tuas mãos à minha face a ajudas-me a subir até a ti, até ficar ao nível. Amo-te, estúpido, dizes, naquela nomenclatura própria que temos, onde, ocasionalmente e em condições determinadas, o insulto é o seu inverso. E eu amo-te a ti, respondo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6127958312540555390?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6127958312540555390/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6127958312540555390&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6127958312540555390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6127958312540555390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/04/prenda-de-anos-17-pt-2.html' title='Prenda de anos, 17, pt. 2'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4479394316043881186</id><published>2008-03-31T16:59:00.000+01:00</published><updated>2008-03-31T17:00:08.447+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 17</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Ejaculas. Vens-te. A tua mão na minha nuca empurra-me na tua direcção, pressionando-me de encontro a ti, de encontro ao teu sexo. Vá, bebe, dizes, cortando a frase por um inspirar mais profundo, ofegante, Bebe tudo, tudinho, dizes, respirando novamente fundo, no mesmo registo ofegante. A minha língua está espalmada,esborrachada, pressionada de encontro a ti, de encontro ao teu vale, ao teu buraco. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Sinto a força que fazias na minha nuca aliviar até desaparecer completamente, até a tua mão ficar pousada no meu cabelo, como se o afagasses. Afasto a minha cabeça do teu sexo alguns centímetros, apenas o suficiente para o beijar, lentamente. Primeiro o teu buraco, o teu orifício, colando os meus lábios aos seus limites, depois, subindo, a racha, o clitóris, a pelugem rasa, curta, recentemente aparada, o ventre liso, ligeiramente acastanhado numa memória longínqua do verão nas praias daquela ilha, o umbigo, perfeito, fundo, a lembrar um sexo. Ergo a cabeça e olho-te. Tu sorris, de cabeça também erguida, olhando-me. E, naquele olhar, puro, simples, vejo reflectida a minha adoração quase religiosa por ti, por quem és, pelo que aos meus olhos representas. Por, por ti só, representares tudo o que tenho por precioso, por sagrado. Os mesmos livros, as mesmas músicas, os mesmos destinos, o mesmo humor irónico, caustico. E, sobretudo, a mesma alegria de viver, a mesma vontade de rir que, por vezes, esconde uma melancolia, doce, fermentada, de há tanto tempo escondida e há tanto tempo levedada. E essa melancolia doce, não to devia dizer, é o meu palco, a minha oportunidade de brilhar, de me sentir útil, de fazer por ti, ainda que por instantes, ainda que apenas em momentos, aquilo que tu, constantemente e talvez inconscientemente, fazes por mim... mostrar-te aquilo que tu sempre vês, aquilo que tu sabes que existe, sempre existiu e sempre existirá, a beleza pura das coisas simples, o lado da vida isento do toque humano e de todas as suas causas ereprecursões . E, depois de te mostrar isso, de te afagar a cabeça e o cabelo que pousas no meu regaço, de dizer duas ou três piadas sobre banalidades, trivialidades mundanas, ver-te sorrir e, com aquele movimento de lábios que flecte e realça as maçãs do rosto, sentir o meu coração apertado, apertado não do espaço da caixatorácica ser pequeno, mas de tão cheio, tão inflamado de ti, por ti que está. Não sempre mas às vezes quase me me emociono, fico com os olhos marejados. E, nessas situações tu, elegante como és, abraças-me. Sem pedir nada em troca, abraças-me.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4479394316043881186?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4479394316043881186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4479394316043881186&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4479394316043881186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4479394316043881186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-17.html' title='Prenda de anos, 17'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-866260975787599179</id><published>2008-03-28T16:25:00.002Z</published><updated>2008-03-28T16:48:29.317Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 16</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Adoro, respondo, com os teus dedos dentro da minha boca, abertos, cada um em seu lado, em sua bochecha, língua entre eles, pressionada de encontro à membrana que os une.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Cruzas as pernas atrás de mim. Os teus dedos saem da minha boca e, juntos com a mão, voltam para a ninha nuca, para o meu pescoço, puxando de encontro a ti.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Abro a boca, separo os lábios e ponho a língua de encontro ao inferior, movendo a ponta para cima enquanto me aproximo de ti, como se te fosse beijar. Curvas-te na minha direcção, separas os lábios, curvas a cabeça e, quando estás a milímetros de mim, prestes a tocar-me, movo a minha cabeça milímetros para trás para logo depois a aproximar de ti e para voltar a recuar novamente a cada nova aproximação tua. Conheces o jogo. Joga-mo-lo vezes sem conta um com o outro, naquela espécie de fermento que faz crescer a excitação, a tesão.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Com a mão no meu pescoço puxas-me para ti e beijas-me, com força, encostando os teus lábios aos meus, selando-os. Apoio-me nos cotovelos, soltando a mão direita. Levo-a ao teu cabelo e, por ele, puxo-te a cabeça para trás. Ao mesmo tempo movo as ancas para trás e para a frente, penetrando-te,fodendo-te, adaptando-me ao cruzar e descruzar de pernas contínuo, quase que a marcar o ritmo que, nas minhas nádegas, fazes. Com o cabelo preso na minha mão, cabeça curvada para trás, ficas de boca aberta, visivelmente excitada, empolgada, respiração ofegante, acompanhada pelo movimento do peito, dos peitos, dos mamilosrosados, erectos, tesudos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Gostas que te foda, pergunto-te, mantendo-te na mesma posição e mantendo o mesmo movimento. Adoro que me fodas, respondes, por entre o inspirar e o expirar atrapalhado, apressado.Mantens a mão no meu pescoço, prendendo-me àquela posição, prendendo-me à tua ejaculação que, sinto-o, se aproxima. Vais-te vir, pergunto-te, aumentando o ritmo e a profundidade da penetração. Ai. Todinha, dizes, movimentando também as tuas ancas de encontro às minhas, como se estivesses a tentar ampliar as sensações que, dentro de ti, no teu sexo, te causo.&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Move-mo-nos, ambos, com a mesma finalidade, à espera do mesmo resultado eminente. Solto-te o cabelo, curvo-me sobre te ti, e aproximo-me do teu pescoço. Moves-te com mais intensidade, com mais velocidade. Sinto-te molhada, quente. Quase a vires-te. Mordisco-te o lóbulo da orelha, contorno-a com a língua. Curvas a cabeça para o lado oposto em sinal de agrado. Desço um pouco e beijo-te o pescoço, repetidamente. Arrepias-te. Estremeces ligeiramente. Sinto-te a ejacular,a  vires-te, em meia dúzia de torrentes, de movimentos involuntários. Retiro rapidamente o sexo de dentro de ti. Sorria, Sabe o que vou fazer e adoras que o faça.&lt;br /&gt; Desço rapidamente sobre ti e baixo-me entre as tuas pernas. Com a língua acaricio-te o clitóris, contornando-o, vez após vez. Desço, sempre com a língua em contacto com a tua fenda, com a tua racha. Coloco uma mão em cada perna, em cada coxa. Não só para as afastar o teu sexo mas, como sabes, porque gosto de as sentir, de sentir o seu volume discreto e, admito-o, contradizendo-me, para as afastar um pouco, para te deixar mais acessível, mais exposta.&lt;br /&gt; Desço com a língua sempre em contacto coma  tua racha e chego ao teu buraco. Sinto um pouco o meu sabor e muito mais o teu. Tiro a mão direita da tua coxa e penetro-te, fodo-te com os dois dedos, com o médio e o indicador, empurrando-os para dentro e puxando-os para fora, vez após vez. Vou-me vir outra vez, dizes, algo aflita, impaciente. Não pares, não pares, dizes, quase a gritar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-866260975787599179?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/866260975787599179/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=866260975787599179&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/866260975787599179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/866260975787599179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-16.html' title='Prenda de anos, 16'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4173839179865482214</id><published>2008-03-27T16:21:00.001Z</published><updated>2008-03-27T17:01:04.276Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 15</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Massajas-te, em movimentos circulares, em ritmos e velocidades variáveis, tão variáveis como a estimulação, como a excitação que, como montanha russa, sobe para descer e desce para subir, numa sucessão imprevisível de declives, de sensações, de emoções.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Adoro que me lambas assim, dizes, ao mesmo tempo que te penetras, numa estucada só, funda, profunda, com os dois dedos juntos, como se estivesses a aferir, a confirmar, o grau de excitação que sentias. E eu adoro lamber-te, ver-te assim, disposta,estimulada. Continua com a língua no teu ânus, no teu cú, penetrando-o com ela, tesa, dura como se de um falo se tratasse. Vá, fode esse cuzinho, dizes, penetrando-te num vai vem contínuo, Fode o cuzinho , fode, dizes, num discurso que tanto é para ti como para mim. Por instantes paro de te acariciar. Gostas que te lamba, pergunto-te. Adoro que me lambas, respondes. E que te beije, gostas, pergunto. Adoro que me beijes, respondes. Paro de mover a língua e, lentamente começo a beijar-te. Beijo-te o ânus que ainda há instantes penetrava, percorro-te o vale que as nádegas formam com a língua e, a meio, beijo-as, a uma e à outra. Mordisco-as. Vais foder-me, vais, perguntas, movendo-as de um lado para o outro, como quem as exibe. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Não te respondo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Beijo-te a base das costas, e subo pelo caminho que a tua coluna marca. Assim, como estamos, ambos de gatas, comigo por cima de ti, sentes-me, provocas-me, empurrando as nádegas na direcção do meu sexo. A mão com que te acariciavas está na minha barriga, à procura do meu sexo para, com ele, te acariciares.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;O cabelo cai, dividido a meio, para os lados, deixando o teu pescoço alto, elegante acessível. Aproximo-me dele e beijo-o, seguida, repetidamente, com cada vez mais vontade de te penetrar, de te foder.&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="lo6-"  style="font-size:100%;"&gt;Com a mão levas o meu sexo de encontro ao teu. Vá, fode-me, fode a tua putinha, dizes, provocadora como só tu sabes ser, provocadora como eu gosto que sejas. Ao mesmo tempo encosta-mo-nos, encostamos os nossos sexos. Sinto-te, na minha zona púbica, húmida, molhada. Com o meu sexo todo dentro do teu moves as ancas, fazendo com que ele oscile, baile, dentro de ti, tocando em ti, no teu interior. Beijo-te o pescoço, mordisco-te o lóbulo da orelha. Quero apalpar-te as mamas, senti-las, sentir o seu volume nas não posso tirar as mãos do chão onde me apoio. Tu tens o controlo da situação. Gostas de mim assim, perguntas, curvando a cabeça para trás e colando a tua boca, os teus lábios aos meus logo no fim da pergunta, num beijo, numa foda carregada de erotismo, de pornografia cinematográfica, para logo a seguir me perguntares, lábios colados aos meus, Gostas, para eu te responder, por entre as nossas respirações ofegantes, sobrepostas, Nem imaginas como. Beijas-me, empurras a tua língua, o teu sabor doce, subtil, para dentro e mim. E eu, como esponja receosa, absorvo tudo, cada átomo, cada partícula, extraindo de cada uma mil sensações, mil interpretações.&lt;br /&gt; Curvas os ombros um pouco. Penso que é para nos beijarmos numa posição mais confortável, mas tu depressa clarificas. Quero virar-me, quero ver-te a foderes-me.&lt;br /&gt; Chego as ancas para trás, tiro o meu sexo dentro de ti. Num milésimo de segundo -ou ainda em menos, tu viras-te e afastas as pernas. Levas a mão ao teu sexo e penetra-lo com dois dedos. Moves-los uns segundos dentro de ti. Pões a com a outra mão no meu pescoço, na minha nuca. De joelhos à tua frente puxas-me na tua direcção, curvando-me sobre ti. O meu sexo toca no teu. Tiras os dedos. Ele entra no espaço que eles ocupavam. Levas os dedos à minha boca e empurra-los para dentro dela. Com as mãos apoiadas no chão não tenho -nem quero ter- qualquer hipótese de reacção. Move-los. Gostas do sabor da tua putinha, perguntas com um ar lascivo, perverso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4173839179865482214?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4173839179865482214/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4173839179865482214&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4173839179865482214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4173839179865482214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-15.html' title='Prenda de anos, 15'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7769949600315400292</id><published>2008-03-25T16:19:00.000Z</published><updated>2008-03-25T16:20:11.640Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>A verde</title><content type='html'>Fizessem as saudades erecções que eu era um pau de estender a corda da roupa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7769949600315400292?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7769949600315400292/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7769949600315400292&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7769949600315400292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7769949600315400292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/verde.html' title='A verde'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1335842180530262948</id><published>2008-03-25T16:11:00.000Z</published><updated>2008-03-25T16:12:15.973Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 14</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Queres, perguntas, repetindo, Queres, à medida que te chegas, que nos chegamos para trás e para diante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fico de boca entreaberta, numa expressão facial ofegante, excitada. A língua toca-me o lábio inferior, as mãos puxam-te de encontro a mim com força, com violência, vez após vez. Quero lamber-te, percorrer o teu buraco com a língua,enrabar -te com ela, para que a sintas molhada dentro de ti, para que gemas com ela, serpenteante, ondulante, à procura de todos os recantos, de todas as dobras e pregas. Mas não quero parar de te foder, não quero parar de ter aquela vistaprivilegiada sobre ti, sobre nós, sobre o que fazemos. Excita-me ver-te assim, a excitar-me, a provocar-me e, ao mesmo tempo a fazê-lo a ti, a excitares-te a provocares-te. A, imagino ou, imaginares-te de dedos na vulva, cona ao mesmo tempo que a minha língua passa pelo teu rabo, pelo teucú. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Imagino isto tudo e não resisto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Solto as mãos da cintura, levo-as às tuas nádegas. Ao mesmo tempo dou uma sapatada seca em cada uma delas. Soltas um 'ai' falso, provocador -libidinosamente provocador-, repleto de carga erótica, de desejo, de tensão sexual. Portei-me mal, foi, perguntas de voz rouca, no mesmo tom. Chego rapidamente as ancas para trás, tirando o meu sexo de dentro de ti. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não te respondo, mas não era de resposta que estavas à espera.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Baixo atrás de ti, ficando numa posição idêntica à tua, joelhos e cotovelos apoiados no chão. Ponho as mãos nas tuas nádegas, em cima das tuas e, com a língua de fora, percorro a tua racha, desde o teu sexo até ao teu outro buraco. Sem cerimónia, porque tu tens esse dom em mi, o dom de me tirar todas as inibições, todas as regras e censuras sociais, tento penetra-los a cada um com ela, com a língua, como se de um sexo se tratasse. Empurro-a para dentro da tua vagina, da tua cona. Sinto o teu sabor, o meu, o nosso. Com as mãos por cima das tuas afasto as tuas nádegas, afastamos as tuas nádegas, antecedendo o meu movimento seguinte. Queres que te coma ocú , pergunto-te. Todinho, respondes, Quero que o comas todo, que o fodas com a língua, com os dedos, quero que o comas como sabes, dizes, com aquele toque de incentivo que tão bemdissimulas, como se ponderasses cada palavra, cada sílaba vezes sem conta numa espiral de tempo sem fim.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Contorno o teu ânus, numa espiral rápida que se aproxima do seu centro, do buraco. Assim, pergunto, É assim que queres que o coma, Cala-te e lambe-o, enfia-a lá, respondes, olhos cerrados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Endureço-a e aponto-a na direcção do buraco. Empurro-a de encontro a ele, para dentro, como se assim ele se abrisse e ela conseguisse entrar. Tu soltas uma mão de baixo da minha e leva-la ao teu sexo. Com dos dedos começas a acariciar-te, penetrando-teocasionalmente para lubrificares os dedos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1335842180530262948?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1335842180530262948/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1335842180530262948&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1335842180530262948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1335842180530262948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-14.html' title='Prenda de anos, 14'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-978663458868336518</id><published>2008-03-19T16:37:00.001Z</published><updated>2008-03-19T16:37:41.085Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 13</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desces os ombros e, com eles, a cabeça, o tronco, o peito. Apoias os cotovelos no chão, esticando o braço para a frente, mão aberta de encontro ao chão. O dedo entra e sai de dentro de ti, do teu buraco mais escuro, mais apertado e, muitas vezes, proibido. A língua contorna-o, na tal espiral, até encontrar o seu centro e, quando encontra, contorna-o, pressionando-o como se fosse possível entrar, com o dedo, dentro dele, do teu ânus, do teu cú. Tu, à medida que ela tenta forçar a sua entrada moves as mãos, curvas um pouco os dedos, naqueles gestos involuntários que nos revelam, nos mostram. Queres fecha-las sobre as mantas, sobre o edredão e, assim, libertar a tensão, a pressão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; O dedo continua a entrar e sair de dentro de ti. Os outros dois juntam-se, unem-se e, sem hesitar, sem encontrar resistência ou atrito, entram na tua vagina, no teu sexo. E, como o outro, no tempo tempo, com o mesmo ritmo, a mesma cadência, entram e saem, fornicando-te, fodendo-te. A língua sobe, lentamente, pelo caminho que se traça entre as tuas nádegas. Fechas as mãos com força, apertas, torces o edredão. Não te vejo, mas aposto que mordes o lábio, a meio, com os dentes da frente, deixando abertos os cantos da boca, por onde, ofegante, respiras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Imagino-te assim e tenho vontade de te percorrer com a língua.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; De te contornar os pés, as pernas, as coxas. De, ao mesmo tempo, te penetrar, te masturbar, te beijar. Beijar os peitos, mordiscar os mamilos, o pescoço.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; E estas vontades todas levam-me a outra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Deixo a língua seguir o ser percurso, por entre as tuas nádegas, pela base da tua coluna e, sempre por ela acima, pelas tuas costas. E, assim, à medida que vou subindo, vou tirando os dedos de dentro de ti, primeiro o dedo solitário, depois os outros dois. E, naquele sincronismo que temos, que criamos com o passar do tempo, já sabemos o que vai acontecer. À medida que os dedos saem de dentro do teu sexo afastas as pernas. A língua chega à tua nuca; afasto os lábios e beijo-a. Beijo o teu pescoço, longo, delgado, de lado, enquanto tu curvas a cabeça para o outro lado, deixando-o mais exposto, mais disponível. E assim, enquanto te beijo e já com as mãos apoiadas no chão, em linha com os teus ombros, o meu sexo encontra o teu, ambos ávidos, sedentos um do outro e daquele encontro há tanto ansiado e há tanto provocado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Impulsiono as minhas ancas para a frente, tu as tuas para trás e, sem ajuda, sem orientação, eles encontram-se.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Penetro-te, numa estucada só, em todo o comprimento, em toda a profundidade. estás quente, molhada. Eu estou quente, duro. Que tal está, perguntas tu. Está deliciosa, respondo-te eu. Gostas de me foder assim, perguntas, já com as minhas ancas a chegarem-se para trás alguns centímetros ao mesmo tempo que as tuas se chegavam para a frente a mesma distância, levando àquele movimento erótico, pornográfico, ao gesto que de fazer amor passa, naturalmente, a foder.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Adoro foder-te assim, respondo-te, Tu excitas-me muito, digo coma  respiração ofegante. Tu, provocadora, voltas a baixar-te para a posição que que estavas, com os cotovelos apoiados no chão, erguendo insinuadoramente as nádegas, os quadris. E assim, perguntas, curvando a cabeça, por cima do ombro, na minha direcção. Ergo o tronco, apoio as mãos na tua cintura delgada, esguia e olho para baixo, na direcção dos nossos sexos, da nossa foda. Assim, com o teu cu virado para cima, pergunto-te. Sim, assim com ele a pedir que o lambas, que o comas, respondes, à enquanto levas as mãos às nádegas e as afastas, tornando-o mais visível, e, se tal fosse ainda possível, mais apetecível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-978663458868336518?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/978663458868336518/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=978663458868336518&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/978663458868336518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/978663458868336518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-13.html' title='Prenda de anos, 13'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-9176711516903265103</id><published>2008-03-18T16:20:00.001Z</published><updated>2008-03-18T16:20:48.847Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 12</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Empurro os dedos para dentro de ti, curvando-me sobre as tuas costas, contigo de gatas, com os dedos a empurrarem-te para a frente e o sexo, o caralho a empurrar-te para trás, ora em vezes alternadas, ora ao mesmo tempo, simultaneamente, como se assim fosse possível chegar ao teu centro. Tu fazias a tua escolha, empuyrrando a cabeça para a frente, mesmo quando os dedos, nos teus buracos não te empurravam para lá. Impulso após impulso, introduziste cada vez mais o meu sexo na tua boca, aberta, bem aberta, como se assim ele entrasse mais facilmente, entrasse mais fundo, mais longe.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Curvas a cabeça para trás, com ele entre os teus lábios e assim, a olhares-me, a provocares-me, chegas a cabeça para a frente, lentamente, para que eu o veja a entrar na tua boca, pela tua boca. Abres a boca mais um pouco e ele entra quase todo. Não tiras os olhos de mim. Ahhhhh, dizes tu, num tom rouco e violento, quase animalesco. Puxas bruscamente a cabeça para trás, tosses. Pelos teus lábios, pelo teu queixo, corre um fio grosso de saliva espessa, esbranquiçada. Ainda com a mão no teu cabelo, na madeixa que há pouco apanhei, puxo-o. Curvas a cabeça para trás. Puxo-te para cima, até ficares de joelhos, já sem os meus dedos dentro de ti.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Abres  boca e, com a língua, tentas apanhar-me, tentas tocar-me na face, nos lábios mas, cada vez que te aproximas mais, puxo-te para trás, ao mesmo tempo que me aproximo de ti para de seguida, recuar. Adoro provocar-te quando estás assim, excitada, tesuda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Solto o teu cabelo, desço as mãos às tuas nádegas e, apalpando-as à mão cheia, como gosto e como tu gostas, aproximo-te de mim. Tu sorris, lábios abertos e encostas-te a mim. Sinto o volume do teu peito de encontro ao meu. Tu sorris e moves as ancas lentamente, afagando o meu sexo com os teus pelos púbicos. Levas as mãos às minhas nádegas, tal como as minhas nas tuas e aproximas-te de mim. Separas os lábios, põe a língua de fora, como que a provocar-me, como que a dar-me a ver o que estou a perder. Num movimento só, rápido, aproximo-me de ti e beijo-te, entrelaçando a minha língua na tua, numa profusão de salivas acompanhadas por movimentos rápidos dos lábios, rodando, pressionando. As minhas mãos apertam-te as nádegas, afastam-nas. As tuas saem das minhas e vão ao meu sexo. Masturbas-me. Queres que te chupe? perguntas por entre beijos e apertos. Já chupas, espera.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Dou-te uma sapatada seca na nádega, levo as mãos aos teus ombros e curvo-te, de modo a ficares novamente de gatas, com o traseiro virado para mim. Vais-me foder, perguntas. Baixo-me atrás de ti, também de gatas, e coloco-me por cima de ti, encaixado. Moves a cintura, as ancas, esfregando o teu sexo no meu. Chego-me ao teu pescoço, ao tu ouvido. Queres que te foda a cona, pergunto-te. Quero, respondes, quero que a fodas toda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Chego-me para trás e baixo a cabeça atrás das tuas nádegas, à frente do teu sexo. Adoro o teu aroma, o nosso aroma, o odor que juntos, nestes momentos, formamos. Sem hesitar, sem demorar, estico a língua e percorro a tua fenda, desde a base, passando pelo buraco. Penetro-o com ela. Uma, duas, três vezes. Gemes, baixinho. Sem deixar de tocar em ti com ela passo para o outro buraco, para o buraco dos momentos especiais. Contorno-o em círculos, numa espiral que começa afastada mas que acaba nos eu centro. Levo o dedo indicador ao teu sexo, à tua cona. Está aberta. Muito aberta. Introduzo-o todo e retiro-o. Levo-o ao teu ânus e, com a língua a tocar nele, introduzo-o dentro de ti. Soltas um gemido longo à medida que ele entra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-9176711516903265103?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/9176711516903265103/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=9176711516903265103&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9176711516903265103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9176711516903265103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-12.html' title='Prenda de anos, 12'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4798509743051771907</id><published>2008-03-17T16:30:00.001Z</published><updated>2008-03-17T16:32:57.504Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 11</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:78%;" &gt;[já estava com saudades de escrever pa ti...]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Lentamente, movo os dedos ao mesmo tempo. Os três. O dois, juntos, dentro do teu sexo; o outro no teu ânus, penetrando-te mais fundo a cada estucada, a cada impulso. Tu não largas a minha nuca, o meu pescoço. Pelo contrário, puxa-lo cada vez mais na tua direcção, para junto de ti. Não me queres beijar, queres dominar-me, queres ser tu a controlar, a comandar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Levantas os pés, os calcanhares e assim ergues as pernas, curvadas, aproximando os joelhos do estômago, do peito. Gostas, aliás gostamos os dois, de te ver os buracos assim, desimpedidos, sem nada que se intrometa entre eles e a minha, a nossa, vontade de os penetrar, de os foder. Adoro que me comas assim., dizes numa voz rouca, quase que cansada, mas num tom audível, de quem não tem vergonha, de quem se assume. E eu, como tu sabes, adoro ter-te assim, adoro-te por isso mesmo, por não teres vergonha de ti, do que pensas, por não te censurares a ti própria, por não te inibires.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Gostas que te coma assim, como, pergunto, com uma pausa entre o assim e o como. Adoro que tu explicites. E tu sabes disso, sabes que me excita, que me dá ainda mais vontade, que me leva a perder o controlo. Abres a boca, mas não dizes nada. Naquelas fracção de segundos em que as coisas acontecem, levas a mão que tinha por cima das minhas calças, ao botão. Desaperta-lo e, num ápice, os outros que se seguiam. Metes a mão dentro das minhas cuecas e, de boca aberta e de olhos fechados, percorres o meu sexo com a tua mão fechada, desde a glande até aos testículos. Assim, como se fosse uma puta a quem podes fazer o que quiseres, dizes enquanto abres os olhos e me olhas, para ver a minha reacção. Gostas que te foda como uma puta, pergunto-te, certo da resposta mas ansioso pelos modos em que ías colocar. Adoro, respondes, tenho é pena de não ter a tua piça na minha boquinha, dizes. Gostavas, pergunto-te, quase em tom de desafio, como que a testar a tua motivação. Tu, linda [sei que o adjectivo aqui não fica bem, mas para mim és linda de qualquer maneira], respondes-me e surpreendes-me como só tu sabes. Olhas-me, abres a boca e levas a língua até ao lábio inferior, movendo-a de um lado para o outro, como que a provocar-me, como que quem tivesse de provar a sua vontade fosse eu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Puta, digo-te. Pois sou, respondes. A tua puta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Tiro os dedos de dentro de ti, primeiro os dois que neste período andaram dentro e fora da tua cona e depois o outro, que também andou dentro e fora mas do teu rabo. Levo os três à minha boca e ponho-os dentro dela ao mesmo tempo. Tiro-os e levo-os à tua. De olhos abertos tu chupa-los como se de um sexo se tratasse, contornando-os com a língua, como que a aconchega-los a ti. Vira-te, ordeno. E tu, sem hesitares, viras-te e ficas de barriga para baixo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Levo as mãos à tua cintura e ergo-a, de modo a que fiques com o rabo erguido, apenas um pouco mais baixo que a minha cintura, mas mantendo o peito encostado às mantas. Levanto-me por trás de ti. Tu curvas a cabeça por cima do ombro com um ar provocador. Levas as mãos às nádegas e afasta-las. Vais comer a tua putinha, perguntas. Sorrio, maliciosamente. Baixo as calças, tiro as cuecas. Vou para a tua frente e ajoelho-me, nú da cintura para baixo, à tua frente. Faço uma madeixa com o cabelo, levo a mão à tua nuca e pego nele. Puxo-te para cima e ficas de gatas. Olha para mim, digo-te. Tu olhas, com os lábios carnudos e a face rosada, sinais que não se conseguem esconder da excitação que tanto tu como eu sentimos. Abres a boca e levas a língua ao lábio inferior, como há pouco tinhas feito Ponho a mão no meu sexo e levo-o à tua boca. Tu aproximas-te dele e devora-lo a todo, não deixando quase nada de fora da tua garganta funda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Curvo-me sobre ti e, com as mãos, afasto-te as nádegas. Dou-te uma sapatada seca, daquelas que não castiga, aliás muito pelo contrário, estimula. Desço a mão pelo teu rego e, enquanto me chupas, introduzo o dedo indicador no teu ânus e os outros dois dedos no teu sexo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; És a minha puta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4798509743051771907?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4798509743051771907/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4798509743051771907&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4798509743051771907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4798509743051771907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-11.html' title='Prenda de anos, 11'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1445500963717088672</id><published>2008-03-11T16:55:00.000Z</published><updated>2008-03-11T16:56:05.130Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'></title><content type='html'>hoje e amanhã não vai haver postagens. trabalho oblige.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1445500963717088672?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1445500963717088672/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1445500963717088672&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1445500963717088672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1445500963717088672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/hoje-e-amanh-no-vai-haver-postagens.html' title=''/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4560012775955338165</id><published>2008-03-10T16:20:00.002Z</published><updated>2008-03-10T16:20:56.929Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 10</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por cima do meu sexo, fazendo pressão de encontro a ele, moves a mão de um lado para o outro, como que a massaja-lo. Ergues as ancas e elevas o traseiro, insinuando-o de encontro a mim, de encontro às tuas mãos que se interpõem entre eles. Lentamente, sem nunca deixares de fazer alguma pressão, moves a mão para fora e, com mais força, pressionas as tuas nádegas contra ele.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fico de gatas, de braços esticados esticados apoiados no chão, a passarem acima dos teus ombros, um de cada lado do teu pescoço. Curvas a cabeça e beijas-me naquele sítio onde sabes que não resisto, onde tremo, onde, ao mais leve toque, estremeço. Tocas com os teus lábios húmidos na dobra do braço, no lado de dentro do cotovelo, onde a pele, mais sensível, amplia cada pressão, cada impressão até, quase, ao inimaginável. Respiro profundamente, soltando um gemido inesperado, num tom baixo, profundo, quase, com uma analogia diferente à usual, cavernoso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Resisto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Num movimento só afasto-me de ti, ajoelhando-me por cima das tuas pernas. Levo as mãos à tua cintura e num movimento que tem tanto de suave como de firme, empurro-te em direcção ao chão. Com a ponta dos dedos, percorro-te as pernas pelo interior, das coxas aos tornozelos. Arrepias-te. A pele eriça-se, revelando cada poro. Chego aos tornozelos. Vira-te, digo, num tom baixo, carinhoso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E tu viras-te.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A luz da lareira reflecte a sua dança imprevisível em ti, na tua silhueta, dando-te um doce tom alaranjado, que me faz lembrar aquele que trazes das férias com a tua família, naquelaincompreendida ilha algarvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sorrio para ti. E tu sorris para mim.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Curvo-me sobre ti e beijamo-nos, naqueles beijos profundos, repletos de carga erótica, onde os lábios se selam, aprisionando as línguas na sua dança serpenteante. Levanto uma mão do chão e levo-a, directamente, a ti, ao teu sexo. Junto os dedos indicador e médio e introduzo-os na tua vulva o tão fundo quanto posso. Sinto-te molhada, muito molhada, com aquela humidade espessa, quente, que excita e provoca, que diz 'mais, mais, mais'. Movo os dedos para dentro e para fora, naquele movimento de vai-vem que tanto tu como eu gostamos, que não bem imita a fornicação, a foda. Arqueias as pernas, dobrando os joelhos e apoiando os pés no chão, naquela posição gravada na nossa memória colectiva como sendo a que coloca osorgãos sexuais na posição mais favorável ao acto sexual, à penetração.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sinto-te excitada, aberta. Muito aberta, mesmo. Tenho vontade de te penetrar, de te foder, como dizemos nos momentos em que foder é mesmo o que fazemos. Sinto o meu sexo grande, preso nas calças, desejoso por sair e por entrar em ti, por dar razão, significado às palavras e aos termos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dobro o dedo anelar, junto-o aos outros dois e introduzo-o também dentro de ti. Já não nos beijamos. A tua mão está na minha nuca, no meu pescoço, mantendo a minha esta de encontro à tua, preso à tua. Gemes a cada penetração. Retiro o dedoanelar que introduzi ainda há instantes. Movo-o para baixo, em direcção ao teu anus . Tenho-o lubrificado e quero penetrar-te lá com ele, numa espécie de penetração dupla. Sentes o dedo por cima do buraco, a testar a tua reacção. Mordes o lábio inferior. Movo os dois dedos mais lentamente e, num movimento firme e contínuo, introduzo o dedoanelar no teu outro orifício. Soltas o lábio e sorris. A penetração foi suave, sem resistência. Empurro-os a todos para dentro de ti. Sentes-te ordinária, puta. E gostas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4560012775955338165?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4560012775955338165/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4560012775955338165&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4560012775955338165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4560012775955338165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-10.html' title='Prenda de anos, 10'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-781885407904452750</id><published>2008-03-06T16:32:00.000Z</published><updated>2008-03-06T16:33:14.239Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 9</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Levanto o pincel e mergulho-o novamente na caneca do chá. Novamente, não o escorro. Levo-o ao local de onde o tinha levantado, ao espaço apertado, marcado pelas paredes altas das tuas nádegas, como se de umcanyon profundo se tratasse. Abro a mão que tenho desocupada e apoio o polegar numa nádega, apoiando os restantes dedos na outra. Com um movimento de abertura dos dedos afasto-as um pouco. Pressiono o pincel de encontro ao teu rego. Dele sai um fio de líquido que, apressado pela gravidade e pelo declive, escorre, com uma pressa crescente, em direcção ao teu sexo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o pincel pressionado de encontro a ti, sigo o caminho que o fio de chá marcou. Levantas ligeiramente os quadris, arqueando as costas. Arrepias-te.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentes a pressão suave e controlada que o pincel faz contra ti, contra aquelas zonas mais escondidas, mais íntimas que, por isso mesmo, estão mais vulneráveis a qualquer contacto, a qualquer pressão. tens vontade de levar as mãos às nádegas, de as afastar, expondo-te, provocando-me. Mas, paralela a essa vontade, tens outra, a de te deixares ir no papel passivo a que te sujeito, sem controlo sobre a situação e com a doce e crescente excitação que essa ausência provoca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentes o pincel, quente e húmido a descer. Passa pelo ânus e parece-te que, ao passar por lá, diminuiu a velocidade, diminuiu a pressão, como a testar, a questionar a suaerogenidade , a tua predisposição àquele avanço que sabias que há tanto queria e que tu, por vergonha sem o assumires, também querias. E esse teste ainda que de tão subtil questionável agradou-te.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele desce mais e passa por cima do teu buraco. Queres tê-lo lá dentro, senti-lo, mas tens medo que a sua forma nada anatómica, pensada para a palma da mão e para as formas dos dedos e não para o teu interior te magoe ou cause desconforto. Mais, queres, decididamente, continuar nesta papel passivo, sem saber o que se segue.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao passar por lá, pela entrada do teu sexo, sentes uma pressão maior. Primeiro um, depois outro, outro e outro e depois, todos ao mesmo tempo sentes os Pêlos a entrarem por ti e, lentamente a rodares, a moverem-se, como milhões de dedos microscópicos a tocarem suavemente no teu interior. Soltas um gemido e levas as mãos às nádegas. Não o querias fazer, mas, por momentos, fugiste ao teu próprio controlo; foste tomada pelo instinto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vá, espeta-me o teu caralho, diz, grita a tua libido ao teu cérebro, na esperança que ele dê ordens às cordas vocais e aos lábios, que lhes diga 'digam isto'. Mas, nessa altura, centésimos de segundos depois, já tinha recuperado o controlo de ti e dela, da tualibido. Merda, pensa ela. Merda, pensas tu. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentes-me a puxar lentamente o pincel para fora e, de seguida a pousa-lo dentro da caneca. Sentes-me curvar sobre ti e, segundos depois, a beijar-te nas costas, meio palmo abaixo da nuca. Sentes os meus lábios de encontro a ti, à tua pele. Tiras as mãos das nádegas e leva-as à base do meu tronco. Por cima das calças levas as mãos ao meu sexo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-781885407904452750?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/781885407904452750/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=781885407904452750&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/781885407904452750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/781885407904452750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-9.html' title='Prenda de anos, 9'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-9151207984979280563</id><published>2008-03-05T15:52:00.001Z</published><updated>2008-03-05T15:54:20.773Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 8</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afasto-me, curvando o tronco em direcção à caneca do chá. Molho novamente o pincel; escorro novamente o excesso.&lt;br /&gt;Chego-me para trás, arrastando os joelhos pelo chão até ficarem a par dos teus pés. Curvo-me sobre eles, pousados com o peito em contacto com as mantas.&lt;br /&gt;Sorrio. Ocorre-me uma ideia fora do contexto em que estamos, desenquadrada. Uma ideia fura-guião. Aproximo o pincel da base do teu pé e, muito levemente, toco-a com ele. Ris, em lufadas de gargalhadas que, apressadas, se atrapalham umas às outras. Estúpido, dizes, com aquela ambiguidade de significados que atribuis às palavras, substituindo-os pelo seus antónimos, pelos seus inversos. E eu sorrio.&lt;br /&gt;Toco com os pêlos do pincel no teu calcanhar e, sem parar, subo pelo tornozelo, lentamente, pela barriga da perna até à dobra do joelho. Molho novamente o pincel, mas desta vez não o escorro. Deixo que venha encharcado. Coloco a mão em concha debaixo dele para evitar que algum pingo, que alguma gota caia em cima de ti e que denuncie o meu destino.&lt;br /&gt;Chego à dobra do joelho onde tinha estado ainda há segundos. Coloco o pincel entre as tuas pernas, na parte interior onde a pele é mais sensível, onde qualquer movimento, cada gesto, é sentido de forma mais intensa, mais profunda. Com o pincel em contacto com ambas as coxas, começo a subir, lentamente. O excesso de líquido que ele leva vai saindo, em gotas generosas, quentes, aromáticas, que encontram passagem por entre as tuas pernas, percorrendo-as até caírem no chão, nas mantas. Subo, curvando-me sobre ti sem te tocar. Aproximo-me da parte mais grossa das tuas pernas, eufemismo para dizer das tuas nádegas, da tua vulva.&lt;br /&gt;Tu sente-lo.&lt;br /&gt;Afastas as pernas um pouco, três centímetros, quatro ou cinco, a precisão da medida pouco importa, importa sim a intenção, o convite para avançar, o desejo teu que eu avance.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;odia, altruisticamente e para quem nos vê sem nos conhecer, dizer que acedo ao teu desejo, que te faço a vontade. Mas seria mentir. Acedo à nossa vontade, feliz por a tua ser a mesma que a minha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Avanço a pouco e pouco com o pincel a escorrer por entre as tuas pernas, aproximando-me cada vez mais da tua vulva, das tuas nádegas. A poucos centímetros delas -e cá está mais um caso em que a precisão da medida pouco importa-, empurro o pincel mais para dentro, mais para o interior das tuas pernas, escondendo os seus pêlos, deixando apenas visível o cabo de plástico que os sustenta. Inclino-o para trás, com o cabo ligeiramente virado na direcção aos teus pés e os pêlos na tua. Acentuo a inclinação à medida que ele se aproxima de ti, da tua vulva. Mergulho-o mais um pouco, Sinto-o a tocar-lhe. Sinto-o nele, através do pequeno cabo de plástico e em ti, no leve trincar do lábio inferior que fazes. Afastas as pernas mais um pouco, acentuando o espaço que as separava, aliviando a pressão que os lábios do teu sexo sofriam para se aproximarem, para se encostarem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muito lentamente subo o pincel, mantendo os pêlos agora encostados a ti, ao teu sexo. A humidade que ele leva já não é só a da maçã e da canela. É também a tua, a biológica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Subo o pincel, lentamente. Sinto o teu sexo, o orifício ligeiramente aberto. Passo os pêlos por ele sem aumentar a pressão, aliás, aliviando-a, naquela equação de razão inversa, onde a pressão é oposta à sensação. Passo por cima dele e continuo, por entre as nádegas apertadas, juntas, por cima do teu ânus, pelo vale fundo e estreito que elas formam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-9151207984979280563?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/9151207984979280563/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=9151207984979280563&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9151207984979280563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9151207984979280563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-8.html' title='Prenda de anos, 8'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-355048107664893552</id><published>2008-03-04T16:31:00.000Z</published><updated>2008-03-04T16:32:32.554Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 7</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pousas as mãos, uma sobre a outra e, sobre elas a face, virada para a lareira que cripta.&lt;br /&gt;Do fundo dos teus pés, de joelhos, literal e figuradamente, olho-te, observo-te, admiro-te. Os teus pés, pequenos, muito femininos e elegantes, a barriga das pernas, numa curva suave, muito lisa lisa chega à dobra dos joelhos e as tuas coxas, magras, que na âncora que juntas formam com as tuas nádegas as fazem sobressair, volumosas mas firmes, sensuais mas definidas. E, a seguir delas, a anca que estreita para formar a cintura que, logo depois, como se o seu poder fosse limitado, alarga, formando o tronco que oculta o peito. Adoro-te. Adoro ver-te assim, feminina, mulher. Adoro ver-te assim, confiante em mim, confiante em nós, no que construímos, ao ponto de te deixares, sem reservas, sem medos o receios levar por mim.&lt;br /&gt;Pego no pano da cozinha que tinha trazido ainda há pouco e dobro-o, vez após vez, até que forma uma tira comprida, com uns cinco centímetros de altura. Levo-o à tua cara e coloco-to sobre os olhos, atando-o atrás, por baixo do cabelo encaracolado, negro, que afasto para o lado.&lt;br /&gt;Levanto-me. Tu ouves aqueles movimentos típicos, do tornozelo a mover-se, do joelho a deflectir-se, dos braços a mover. Não sabes como, aliás, acho que ninguém sabe como, mas os movimentos têm, cada um, um som próprio, característico,idenficador inequívoco do seu causador. Ficas curiosa. Nem impaciente, nem ansiosa. Curiosa, sobre o que terei ido fazer.&lt;br /&gt;Ouves a gaveta a abrir-se. É a dos talheres, pensas. Aquele som é de uma gaveta pesada e ouve-se o leve tlintar deles, uns de encontro aos outros, como que se a acomodarem às fisionomias e aos espaços uns dos outros. Não me ouves a pegar em nenhum e ficas ainda mais curiosa. A gaveta fecha-se devagar e o som dos meus passos aproxima-me novamente de ti.&lt;br /&gt;O pyrex rossa o chão. Faz um som grave, pesado, devido a ter o seu interior preenchido do chocolate que me viste fazer. As canecas fazem igual barulho a seguir, mas mais agudo, devido ao seu interior ter um volume mais líquido, menos denso.&lt;br /&gt;Algo se mergulha no chá. Um som abafado, quase imperceptível. Desejas que, por momentos, o som do criptar, que tanto conforto dá, desapareça, para que todos os outros sons sobressaiam, se destaquem de tudo o resto.&lt;br /&gt;Sentes algo nas tuas costas, a deslizar desde a base da nuca, ao longo da coluna, devagar, muito lentamente. É quente e líquido, como só o chá poderia ser. É o pincel, pensas, sorrindo por teres descoberto o que fui buscar e pela sensação que ele e o chá te dão. É o pincel da manteiga, aquele com que barramos as torradas com manteiga derretida, pensas. E sorris novamente.&lt;br /&gt;Desço lentamente até à base da tua coluna, deixando ao longo dela um trilho húmido, aromático, reluzente. Levo o pincel novamente à chávena, molho-o e escorro o excesso na sua borda.&lt;br /&gt;Parto do lado das costas, apanhando um pouco do peito e começo a viagem, atravessando-as, cruzando a coluna e chegando ao outro peito. Quase sem lhe tocar movo aleatoriamente o pincel, tocando nele muito ao de leve, quase imperceptívelmente, com os pêlos mais compridos. Arrepias-te.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-355048107664893552?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/355048107664893552/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=355048107664893552&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/355048107664893552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/355048107664893552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-7.html' title='Prenda de anos, 7'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8134952706396206179</id><published>2008-03-03T17:18:00.001Z</published><updated>2008-03-03T17:18:59.745Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 6</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deita-te, digo-te baixinho ao ouvido, enquanto, passando a mão pelo fundo das costas, saio de trás de ti e passo para o teu lado. Beijo-te a face, enquanto a mão percorre a cintura e deixa o contacto com a tua pele.&lt;br /&gt;Baixas-te cruzando as pernas e, apoiando a palma das mãos no chão, deitas-te, assentando as costas de encontro às mantas que lá tinha colocado.&lt;br /&gt;Ajoelho-me à tua frente e tiro-te uma bota. Depois a outra. Puxo as calças pela bainha. Sem resistência elas saem. Atrás delas as cuecas.&lt;br /&gt;Separo as pernas e, ajoelhado, subo até ficar por cima dos teus joelhos. Apoio a palma das mãos no chão e assim, de gatas -ou de quatro, como tu gostas de dizer-, aproximo-me de ti.&lt;br /&gt;Baixo o tronco e, com ele, o pescoço e o rosto. Aproximo-me de ti, do teu peito, do teu mamilo. Seco os lábios, passando um de encontro ao outro. Chego ao teu mamilo, ao teu bico e prendo-o com os lábios rugosos,texturados devido à ausência de qualquer humidade, de qualquer lubrificante. Devagar, deixo que a minha língua o encontre, imóvel, preso que está, sem qualquer possibilidade deresisitr , de fugir. E ela encontra-o. Percorre-o, palmilhando o planalto que forma, para pouco depois descer pela encosta. Os lábios soltam-no. Ela já não foge. Não quer. Rende-se. Melhor, entrega-sevoluntariamente.&lt;br /&gt;A língua percorre a auréola, em círculos estreitos, tocando em cada momento, a todo o momento o mamilo, grande, altivo, que marca o seu centro. Os lábios fecham-se e humedecem-se na auréola e no mamilo para, logo depois, se abrirem, abarcando boa parte do peito.&lt;br /&gt;A boca aberta sobre ele cria uma imagem não erótica mas erógena, quase pornográfica. A língua, percorre todo o mamilo, toda a auréola, como se lambesse o fundo dum prato onde repousava uma fatia de bolo de chocolate. Move-se de encontro a ele, a sua textura macia da pele e o relevo do bico da mama. Faz círculos, rápidos, em espiral, aproximando-se a cada volta cada vez mais do seu centro. Chega lá e, quando isso acontece, os lábios fecham-se, limpando toda a humidade que a língua tinha deixado. Prendem o bico e puxam-no, soltando-o logo de seguida.&lt;br /&gt;Imediatamente, a língua vai para o centro do peito, para o vale que eles, os peitos, formam. Não se demora. Sobe por ele, pelo pescoço que se esticou, inclinando a cabeça para trás para a deixar passar. Chega aos lábios. Eles os dois, os teus e os meus, abrem-se e fundem-se, movendo-se, pressionando-se entre si de forma hermética, fechada. Levanto uma mão do chão e levo-a ao teu sexo, abrindo-a e colocando-a sobre ele, sentindo os teus pelos púbicos e teu volume que eles formam debaixo da minha mão. Os dedos estão perto da tua entrada, os teus lábios afastados, como duas portas abertas que anseiam uma visita há muito anunciada. Entram dois dedos de uma vez só. Entram e saem, vez após vez, com pressa, com vigor. Sem que o esperes tiro-os. Solto os meus lábios dos teus. Vira-te, digo-te. E tu, ansiosa, impaciente, obedeces.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8134952706396206179?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8134952706396206179/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8134952706396206179&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8134952706396206179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8134952706396206179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/03/prenda-de-anos-6.html' title='Prenda de anos, 6'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-58195735412372631</id><published>2008-02-29T14:37:00.001Z</published><updated>2008-02-29T14:37:26.968Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 5</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Movo-a, ora em pequenos círculos, comprimindo-a de encontro às paredes do interior do teu sexo, ora empurrando-a para dentro de ti para, de seguida, a puxar na minha direcção, penetrando-te com ela, como se de um sexo maleável e lubrificado se tratasse. Tu levas as mãos aos joelhos e, baixinho, gemes.&lt;br /&gt;Tiro a língua de dentro de ti, com os dentes trinco levemente o meu lábio inferior, limpando-o do sabor de ti que o cobria.&lt;br /&gt;A mão direita, que repousava na tua cintura, desce diagonalmente, descarada e assumidamente na direcção do teu sexo. Com o dedo indicador e médio penetro-te de uma só vez com todo o seu comprimento. Os gemidos, que ainda há pouco saiam baixos, tímidos, quase controlados, revoltam-se, soltam-se da censura que os oprimia e ficam sonoros, audíveis, livres. Movo os dedos para dentro e para fora, uma, duas, três vezes. As vezes que quero, as vezes que queres.&lt;br /&gt;Num movimento só tiro-os de dentro de ti. Ficas surpresa, noto-o em ti. Conheço-te o suficiente para que, mesmo sem o mostrares, o saber. Não te tinha dado  nenhum sinal, nenhuma indicação da minha intenção e, pelo contrário, tu tinhas dados muitos, de amos, que estavas a gostar, que querias ejacular assim mesmo, de forma nada premeditada. Ainda há meia hora entravas em casa e não fazias ideia de que isto era o que te esperava. E estas surpresas, que te apanham desprevenida mas disposta, agradam-te. Muito.&lt;br /&gt;Substituo-o os dois dedos pelos meus lábios, que como ventosas, que como ímanes, se colam a ti e aos teus, afastados, molhados pela acção que ainda há segundos lá decorria. A minha língua entra dentro de ti e percorre o teu interior como um dedo rapa a forma onde se fez o bolo, ávido de a deixar seca, limpa de qualquer resíduo, não por qualquer asseio de higiene, mas pela gulodice, pelo gosto de provar, e devorar antes da receita completa.&lt;br /&gt;E, novamente, sem que tu o esperasses, paro. Recolho a língua, afasto de ti os lábios. Num gesto seco dou-te uma sapatada na nádega. Daquelas sapatadas carinhosas, amigáveis. "Au!", dizes enquanto viras a cabeça para trás, para mim, para tentar compreender a minha intenção, para tentar compreender o meu passo seguinte.&lt;br /&gt;Levanto-me e ponho-me trás de ti, colado a ti. Sei que a minha roupa de encontro à rua pele não te deixa confortável, mas quero abraçar-te por trás, apertar-te com força de encontro a mim, como se fosse possível uma qualquer assimilação dérmica. E quero, não sei se o sabes, que, quando te braço assim, que coloques os teus braços por cima dos meus, as tuas mãos por cima das minhas, escondendo-os, escondendo-as para que, pelo menos aparentemente, se crie a ilusão de que somos só um. Não por destino mas por opção.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-58195735412372631?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/58195735412372631/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=58195735412372631&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/58195735412372631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/58195735412372631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/02/prenda-de-anos-5.html' title='Prenda de anos, 5'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-3946505892478603432</id><published>2008-02-28T16:33:00.001Z</published><updated>2008-02-28T16:33:39.315Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 4</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De pé, imóvel, fico com a sensação que não sabes o que te irei fazer, se baixar as calças, se beijar as costas, se acariciar a cintura com a ponta dos dedos, daquela forma leve e suave, quase imperceptível que tanto gostas e que tantos arrepios te causa.&lt;br /&gt;Ponho as mãos nas calças, colocando os polegares dentro delas, entre a ganga e a tua pele. Com a mão aberta, arqueada, desço-as devagar, baixando ora a mão direita, ora a mão esquerda, de modo a que elas passem pelas ancas, sensualmente,femininamente mais largas que a cintura. Elas descem, passam pelas coxas e caem até aos tornozelos.&lt;br /&gt;Aproximo-me e ti, das tuas pernas e beijo-as. Ao de leve, com os lábios secos, para que nada, nem a mais fina camada de saliva seentreponham entre a tua e a minha pele, entre ti e mim.&lt;br /&gt;Levo as mãos às tuas coxas, subindo por elas acima, à medida que te beijo na mesma direcção. As mãos passam pelas ancas, por cima das cuecas e chegam à cintura. Os lábios, mais lentos, param a meio das coxas.&lt;br /&gt;Curvo os dedos, ponho-os entre ti e o tecido das cuecas. Puxo-as devagar. Elas descem sem oferecer resistência. Ao mesmo tempo os meus lábios sobem em direcção ao teu traseiro. Beijo uma nádega, depois a outra. As cuecas chegam aostornozelos, barradas que estão pelas calças. Ponho uma mão na base das tuas costas, outra na frente, no teu ventre. Com a primeira empurro-te ligeiramente para a frente e, com a segunda, prendo-te.&lt;br /&gt;Tu acedes. Ficas ligeiramente curvada. Nessa posição as nádegas afastam-se um pouco, os buracos que zelosamente e assumidamente venero ficam mais próximos de mim. Aproximo a minha boca da tua vulva. Sente-se o calor, a humidade, a excitação e aquele forte e intenso aroma a sexo. Molho os lábios coma  língua, tornando-os suaves, macios. Aproximo-me de ti e, de lábios fechados, beijo-te aí. Separo os lábios e, com eles os teus. Empurro a língua uns milímetros para fora e, quando ela fica em contacto contigo, com a tua zona mais escondida, movo-a. Sinto o orifício, a vulva, palpitante. Empurro a língua mais para fora e, com ela penetro-te.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-3946505892478603432?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/3946505892478603432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=3946505892478603432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3946505892478603432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3946505892478603432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/02/prenda-de-anos-4.html' title='Prenda de anos, 4'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-89911027435612848</id><published>2008-02-27T16:51:00.001Z</published><updated>2008-02-27T16:51:59.703Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Levo a outra mão também ao teu peito, apertando-as gentilmente um uníssono, como se de violinos de orquestra se tratassem onde, qualquer quebra de sintonia, de sincronismo, pudesse por em causa o trabalho de todos os outros instrumentos.&lt;br /&gt;Com as mãos nos teus seios camisola sobe, deixando a tua barriga, até ao limite do cinto das calças, à mostra. Com as mãos nos teu peitos aproximo-me novamente de ti. Encosto os meus lábios aos teus. Ambos fechados, não por qualquer inibição, mas antes para ambos sentirmos as suas texturas, o seu volume. Preciso de ti, digo-te baixinho, quase a sussurrar. Tu sorris. E esse sorriso é tudo o que peço, tudo o que preciso.&lt;br /&gt;Na mesma posição, com os lábios encostados, as mãos deslizam para as tuas costas, descendo até à cintura. Lentamente sobem, acompanhando o teu contorno, o teu perfil. Lentamente encaminham-se para as costas. Num movimento, como se tivesse sido eu a desenhar aquele mecanismo, desaperto o fecho do soutien.&lt;br /&gt;Ergo os braços por baixo da tua camisola e tu levantas os teus. Fico com a tua camisa nas mãos. Num movimento e ombros soltas as alças do soutien que tinham ficado presas nos ombros e, abrindo os olhos, pegas nele e pousa-lo no chão, ao nosso lado.&lt;br /&gt;Levas as mãos abertas aos teus joelhos, pousa-las e aproximas-te de mim para me beijar. Furas-me os planos, alteras-me a linha orientadora que eu tão cautelosamente tinha traçado e que tão zelosamente queria seguir, quase como se se tratasse de uma equação. Não te resisto e envolvo-me no teu beijo.&lt;br /&gt;Coloco as mãos na tua cintura enquanto nos beijamos. Suavemente, ergo-as, dando-te a entender que quero que te levantes. Tu afastas-te de mim, soltas o beijo que me davas e sorris. Queres que me levante?, perguntas. Quero, respondo.&lt;br /&gt;Levas as mãos ao chão e ergues-te.&lt;br /&gt;Ficas de pé à minha frente, virada para mim, à espera que dê o próximo passo, a próxima indicação.&lt;br /&gt;Levo as mãos ao cinto e desaperto a fivela. De braços caídos tu olhas para as minhas mãos, para os seus movimentos, observando-as.&lt;br /&gt;Desperto o primeiro botão das tuas calças, depois o primeiro botão da braguilha [nunca tinha reparado que esta palavra é horrível], o seguinte e os outros dois. Atrás deles, à medida que se abrem, vejo as tuas cuecas. Luto contra a vontade de as beijar, de as percorrer com os meus lábios, com a minha língua, numa tentativa de sentir o teu sabor, o teu aroma.&lt;br /&gt;Ponho as mãos nas tuas ancas e, rodando os braços, viro-te, de modo a que fiques de costas voltadas para mim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-89911027435612848?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/89911027435612848/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=89911027435612848&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/89911027435612848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/89911027435612848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/02/prenda-de-anos-3.html' title='Prenda de anos, 3'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6865059049632865989</id><published>2008-02-26T16:48:00.001Z</published><updated>2008-02-26T16:48:57.078Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos, 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Verto o chocolate semi-líquido, com uma consistência de natas espessas, para uma taça de pyrex. Com ela numa mão e com as duas canecas fumegantes de chá na outra vou em direcção a ti.&lt;br /&gt;Tu estás de joelhos flectidos no chão, tronco muito direito, atenta a tudo o que faço, como se cada gesto, cada movimento me pudesse denunciar, a mim e ás minhas intenções.&lt;br /&gt;Sorrio à medida que caminho para ti, feliz por te ver, feliz por acederes à partida, à brincadeira, à surpresa de forma tão natural, tão espontânea. Tu, como és, sorris de volta.&lt;br /&gt;Chego a ti. Baixo-me e, como um espelho, repito simétricamente a tua posição, joelhos flectidos no chão, tronco direito. Levo as minhas mãos às tuas e separo-as do embrulho. Ponho-o no chão, encostado à parede, como quem coloca uma cassete em pausa, para depois retomar no ponto exacto em que tinha ficado.&lt;br /&gt;Levo as mãos ao tu rosto, uma em cada face. Puxo-te para mim, lentamente, como se fosse possível, por alguma arte mágica, prolongar aquele momento, aquela expressão, para além do fisicamente possível. Separo os meus lábios para os fechar com o teu lábio inferior entre eles. Gentilmente, puxo-o, entalado-o entre a carne macia e fofa dos meus lábios. Ao mesmo levo as mãos à tua cintura. As tuas permanecem pousadas, repousadas, em cima dos teus joelhos, como se aquela posição, de aparente meditação, te permitisse sentir mais, assimilar melhor.&lt;br /&gt;Com as mãos na tua cintura prendo-te com um pouco mais de força o lábio. Movo as mãos, soltando a camisola que trazes, dando espaço para que elas, as mãos, entrem em contacto contigo, te sintam a ti através da tua pele macia.&lt;br /&gt;Movo-as mãos pela tua cintura, sentindo a sua, a tua,  silhueta, os teus contornos que te tornam feminina, carnal.&lt;br /&gt;Movo-as da cintura para as costas, com a mesma gentileza e suavidade, como se a leveza do tocar fosse inversamente proporcional à intensidade do sentir.&lt;br /&gt;Solto o teu lábio, relutante em deixar de ser meu prisioneiro. Movo-me na tua direcção, na direcção do teu pescoço, alto, altivo, sensualmente altivo. Beijo-o, tão lentamente como percorro as tuas costas até à fivela do soutien.&lt;br /&gt;Chego ao teu ouvido. Esperas que te beije o lóbulo, mas não o faço. Deixo antes a minha boca perto dele, de ti, para que o som da minha respiração se misture com o som da madeira que arde e da chuva que ininterruptamente cai.&lt;br /&gt;Com a minha boca junto da tua orelha levo as minhas mãos para a frente, para o teu peito. Sinto-o. Sinto o seu volume e, ao senti-lo, sinto a tua respiração, profunda mas pausada, tranquila, esvaziando os pulmões de ar a cada expiração para, imediatamente, os voltar a encher em cada inspiração.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6865059049632865989?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6865059049632865989/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6865059049632865989&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6865059049632865989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6865059049632865989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/02/prenda-de-anos-2.html' title='Prenda de anos, 2'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-2669993450185171389</id><published>2008-02-25T16:30:00.001Z</published><updated>2008-02-25T16:30:20.317Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prenda de anos'/><title type='text'>Prenda de anos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acordei cedo, como costumo e gosto. Fui à sala e acendi a lareira, para que aquele calor envolvente preenchesse gradualmente todo o volume da sala. Queria-a confortável, para que lá te sentisses também assim, confortável.&lt;br /&gt;Saí, comprei os jornais e fui ao café. Passei lá metade da manhã, perdido entre as notícias, as fofocas dos suplementos côr-de-rosa que aos sábados acompanham os jornais e as caras das pessoas que povoavam o café. E o tempo voou.&lt;br /&gt;Saí, fui à mercearia e comprei três chocolates, um ramo de hortelã e dois pacotes de natas.&lt;br /&gt;Regressei a casa e, enquanto esperava que tu chegasses, preparei as coisas para tornar aquele dia especial, diferente.&lt;br /&gt;Afastei o sofá para trás, deixando mais espaço à frente da lareira. No chão pus edredão em cima de edredão, para o tornar macio, fofo, confortável. Fui ao balcão que separa a cozinha da sala e estiquei o braço até ao interruptor para apagar a luz. Liguei o candeeiro que tem o abat-jur em vidro encarnado e que dá à sala aquele ar oriental que tanto gostamos. Desliguei a música que vinha da aparelhagem, mergulhando a sala, a casa naquele silêncio doce de outono, onde o som da madeira a crepitar é interrompido pelo da chuva que cai, com intensidade e orientação variável, ora encontro à calcada, ora aos vidros das janelas.&lt;br /&gt;Ouço bater à porta. Não sei de onde vem esse teu hábito. Bem, saber não sei, mas posso imaginar que venha da infância despreocupada, passada de casa em casa, a chamar os amigos do passeio, com as mãos em forma de megafone ao lado da boca, a tentarem amplificar o alcance e o volume de todos os nomes, de todas as amizades.&lt;br /&gt;Abro a porta impaciente. Vens bem disposta como sempre, com um sorriso que invejo, como todos os dias te corressem bem, como se, para ti, não existissem contratempos ou revés. Não to digo, mas tu sabes. Mais que tudo é isso que gosto em ti, é isso que te torna diferente de tudo e de todos, que te torna ímpar, única, especial.&lt;br /&gt;Coloco a mão na tua cintura, puxo-te suavemente na minha direcção e beijo-te.&lt;br /&gt;Entras e abres os lábios para dizer alguma coisa. Tens sempre alguma coisa para dizer, alguma aventura para contar, algum pedaço de ti que queres partilhar, tornando-o nosso, tornando-me teu. Levo o meu dedo indicador aos teus lábios e encosto-o a eles, dando-te a entender que não quero que fales.&lt;br /&gt;Pela mão levo-te para a sala. Olhas para o sofá afastado, para o edredão da cama que está no chão e para mim. Queres uma explicação, que te diga qual a minha ideia, mas não o faço. Pela mão sento-te no chão. Vou ao móvel onde está a televisão e, por detrás dela, tiro um embrulho. Dou-to, fazendo-te sinal para esperares, para não o abrires sem eu te dizer. Vou para a cozinha.&lt;br /&gt;Ligo a placa e, em banho-maria, derreto o chocolate com duas ou três folhas de hortelã. Misturo as natas, envolvendo-as na mistura. Adiciono um pedaço de manteiga para dar brilho à mistura. Na cafeteira eléctrica fervo água que depois verto para duas canecas. Cada uma ter um pacote de chá de maçã e canela que solta aquele aroma que os dois gostamos. Bem melhor que incenso, dizes tu sempre que eu o faço.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-2669993450185171389?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/2669993450185171389/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=2669993450185171389&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2669993450185171389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2669993450185171389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/02/prenda-de-anos.html' title='Prenda de anos'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-9148763294329686574</id><published>2008-02-25T16:22:00.002Z</published><updated>2008-02-25T16:29:59.903Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>A exlicação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trabalhar é uma coisa do caneco.&lt;br /&gt;Pagam-nos para desempenhar determinadas funções.&lt;br /&gt;Com essas funções vem a responsabilidade.&lt;br /&gt;Com a responsabilidade vem a chefia e o ter que formar e liderar equipas.&lt;br /&gt;E aqui está o problema.&lt;br /&gt;Temos uma equipa boa, coesa, focada nos objectivos. O trabalho avoluma-se. "É pá, contrata mais pessoas que tiver que ser!".&lt;br /&gt;Entram mais três pessoas. À partida também elas motivadas, capazes de integrar uma equipa e de nela encontrarem o seu espaço.&lt;br /&gt;Mas não.&lt;br /&gt;Duas dessas pessoas aprecem apostadas em subir na hierarquia da equipa não à custa de trabalho e de resultados, mas à custa de intriga e de uma sabotagem mesquinha ao trabalho dos outros.&lt;br /&gt;Conclusão: a tal equipa já só tem um elemento novo, para o mesmo volume de trabalho e com os atrasos e a cisões que os outros dois elementos vieram causar.&lt;br /&gt;É assim a vida, é assim a explicação para estas duas ou três semanas de ausência.&lt;br /&gt;Mil perdões! ;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-9148763294329686574?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/9148763294329686574/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=9148763294329686574&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9148763294329686574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9148763294329686574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/02/exlicao.html' title='A exlicação'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6576773964747332900</id><published>2008-02-06T15:25:00.001Z</published><updated>2008-02-06T15:57:15.601Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Café'/><title type='text'>Café, 7</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele desvia os olhos do peito dela e olha-a, como se aquele olhar fosse um sinal para desencadear qualquer outra acção ou reacção. Os olhares cruzam-se e, simultaneamente, olha para os dois universitários da outra mesa, como que a provoca-los, a desafia-los.&lt;br /&gt;Os olhares soltam-se da mesa dos estudantes e ele olha para ela ao mesmo tempo que ela olha para ele.Ele põe a mão no pescoço dela e, sentado, puxa-a na sua direcção, obrigando-a a levantar as nádegas um pouco da cadeira, flectindo um pouco menos as pernas.&lt;br /&gt;E elas, as pernas, sobressaem. Aos olhos dele e dela, naquele dom que as mulheres têm de se admirarem e avaliarem sem que para tal tenha que existir qualquer atracção ou proximidade. São elegantes, esguias, atas, com uma coxa que, delicadamente alarga a perna sem a deformar e com um joelho discreto, ainda que bem delineado. As botas, que lhe ocultam o resto da perna, acrescentam-lhe charme, mistério, sedução, sedução em toda a conotação sexual do termo. Com a mão na nuca dela ele continua a puxa-a ainda mais na sua direcção, obrigando-a a curvar-se mais acentuadamente sobre a mesa. Ele abre a boca à medida que se aproxima dela e beija-a, lascivamente, num beijo onde até pelos movimentos das bochechas e das maçãs da face é possível adivinhar os percursos da língua. Com uma falsa discrição, como quem quer fazer de conta que tudo faz para evitar, para não ser visto, leva a mão para dentro da camisola dela e, colocando-a entre ele e o soutien, apalpa-a, até, literalmente, o peito sair por entre os dedos e pelas extremidades da mão, pressionado pela força que ele faz. Excitada, estimulada, pelo gesto e pela assistência ela ergue-se um pouco, numa declaração implícita de que 'se pudesse metia a mama na tua boca'.&lt;br /&gt;E assim, com aquela intenção de levar mais além o que estava a deixar os universitários tão constrangidos como excitados, como impacientes, ela, a das botas e das pernas, senta-se novamente na cadeira.&lt;br /&gt;Pela porta que ficava na parede atrás do balcão, que só se pode supor ser de uma cozinha, de algum arrumo e de algum espaço mais pessoal, onde se guardarão casacos, carteiras, fotografias da família e do cão/gato, conforme se goste de ter a casa cheia de pêlos ou os sofás arranhados, sai o empregado. Vem com o ar bem disposto com que ainda há instantes tinha servido os outros dois.&lt;br /&gt;Olá! Para além de um ao outro, o que vão querer?, pergunta, deixando-os sem saber se o 'um ao outro' se refere ao facto de serem um casal de, naturalmente, se quererem, ou se ele, o empregado, também tinha sido um dos assistentes, ainda que não convidado do espectáculo. Hesitam, ambos e, ambos, esboçam um sorriso forçado, que mostra bem, até para os mais distraídos, que não sabem ao certo ao que ele se refere.&lt;br /&gt;Perante a reacção o empregado continua. Um chá? Um vinho? Um conhaque morno?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6576773964747332900?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6576773964747332900/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6576773964747332900&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6576773964747332900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6576773964747332900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/02/caf-7.html' title='Café, 7'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5741816124343309641</id><published>2008-01-31T15:41:00.000Z</published><updated>2008-02-06T15:25:20.967Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Café'/><title type='text'>Café, 6</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero ir para tua casa, responde ele, ofegante no olhar, tranquilo na voz. Ela responde com um sorriso discreto, que quem também quer ir, depressa, a correr, quase, tal que é a pressa, a vontade, o desejo, a tesão.&lt;br /&gt;Sabes, acho que temos que vir aqui mais vezes, diz ela. Este lugar inspira-nos, não é, pergunta retóricamente ele. E de que maneira, diz ela. E ambos dão um golo de chá, que mais que secar as bocas empurra para dentro a saliva que, qual cão com desejo de alguma coisa, se acumulou, esquecido que ficou o engolir, ofuscado pelo sentir e pelo imaginar.&lt;br /&gt;ouvem o barulho da dobradiça da porta de vai-vem do café e aquela ilusão de isolamento que ambos tinha desvanecesse. Pela porta entra outro casal, sensivelmente mais velho, talvez na casa dos trinta e cinco anos. São um casal vistoso. Ele alto, de calças debombazine castanhas, blazer do mesmo tom e do mesmo tecido; por baixo uma camisola em bico num cinza muito escuro. Ela trás umas botas de cano e salto alto pretas, meias pretas, saia curta e uma camisa branca sob um casaco também preto. Sentam-se numa mesa opostaàquela em que eles estão e sentam-se em frente-a-frente. Conversam. Dizem qualquer coisa imperceptível. Falam baixo e pelos lábios deles não se consegue perceber quais são as frases, sequer as palavras.&lt;br /&gt;Sem se aperceberem estão os dois, os da faculdade, com os olhos presos no casal. Sem se aperceberem e sem saberem porquê. Ambos acham o casal atraente, são daquelas pessoas de visual cuidado, que ficam bem, esteticamente bem, junto uma da outra, mas isso, por si só, não é motivo para tanta atenção, apara tanto espanto. Continuam a olha-los, a vê-los conversar, interagir.&lt;br /&gt;Ele mexe-lhe no cabelo e faz-lhe uma festa no rosto. Ela retribui e dá-lhe um breve beijo, curvando-se para a frente na direcção dele. Ele diz qualquer coisa e sorriem os dois. Ela responde, ele sorri, num sorriso afirmativo, de quem concorda, de quem está disposto.&lt;br /&gt;Ela despe o casaco e coloca-o nas costas da cadeira. Ele faz o mesmo e apoia os cotovelos na mesa, levando as mãos ao queixo, apoiando a cabeça. ela curva-se sobre a mesa, cruzando sobre ela os braços. O peito dela, de costas ligeiramente curvadas e com um decote generoso criado pelos botões abertos, sobressai. Na outra mesas ambos notam isso.&lt;br /&gt;Ela estica o braço, mantendo-o sempre em contacto com a mesa. Com a mão aberta passa vagarosamente pelo peito dele, curvando-se insinuadoramente sobre  a mesa, deixando, sem qualquer dúvida, grande parte do peito à vista dele. Indiscretamente, ele olha-o.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5741816124343309641?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5741816124343309641/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5741816124343309641&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5741816124343309641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5741816124343309641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/01/caf-5_31.html' title='Café, 6'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1945522121275748941</id><published>2008-01-30T16:36:00.000Z</published><updated>2008-01-30T16:37:13.150Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Café'/><title type='text'>Café, 5</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atava-te os pulsos aos pés da cama e, com uma corda, os tornozelos aos pés da cómoda, cada um a sua perna, para ficares aberta., diz-lhe ele, incentivado.&lt;br /&gt;Arada-me a ideia, senhor doutor, diz ela. E que mais? Pegava no canudo dos desenhos que tens no quarto e prendia-o entre os teus joelhos, para ficares de pernas abertas e não as poderes fechares. Levantava-se a saia, lentamente, expondo, aos poucos as coxas. E continuava a levanta-la até meio do teu rabo. Depois parava e gentilmente, tirava-te um sapato. Depois o outro. Rasgava as pontas das meias com os dentes e, com a língua contornava os teus dedos, um a um, enquanto, com a mão, te sentia as pernas, desde o calcanhar até à coxa.&lt;br /&gt;Ela olha-o. Incrédula não será o termo que descreverá a sua expressão facial, se bem que, para quem não conheça o teor da conversa como nós conhecemos, possa parecer isso mesmo. Ela estava,arriscamo -nos a dizer porque estados de alma às vezes nem o próprio os conhece, surpreendida não pela conversa mas pelo local onde ela se estava a desenrolar. Estava surpreendida pela adesão dos dois, peloping-pong que estavam a ter, pela naturalidade do tema ser tão grande que era entremeado por um gole de chá e uma dentada no pão. Ela estava surpreendida com eles. Positivamente surpreendida.&lt;br /&gt;Sabes o que eu fazia enquanto me chupavas os dedos?, pergunta ela num tom informal que sai fora da fantasia e entra na área do desejo, da ânsia, da esperança, quase do desafio. O quê?, responde-lhe ele, passando-lhe o testemunho.&lt;br /&gt;Gemia. Gemia baixinho, num tom rouco. Ondulava as ancas, arqueava as costas, aproximando o meu rabo de ti e da tua mão. E que querias que eu lhe fizesse?, pergunta ele num tom de voz baixo, como se imergido na fantasia. Eu dizia-te o que tinha a fazer, não te preocupes. Dizia-te para me lamberes por cima das cuecas, daquelas de tanga de tecido vermelho que tu gostas, sabes quais são, não sabes? Dizia-te para me lamberes toda, de cima a baixo, até as cuecas ficarem ensopadas da tua saliva e da minha esporra. Depois dizia-te para te encostares a mim, para sentir o teu pau de encontro a mim, a roçar na minha rata, a empurras as minhas cuecas de encontro a ela. Dizia-te para me rasgares a camisola, para me apalpares as mamas, para as puxares, para as apertares. E, depois, dizia-te para me tirares as cuecas com a boca, para eu as sentir a sair ao mesmo tempo que sentia a tua língua e os teus lábios de encontro a mim. Quando elas estivessem pelos joelhos, presas no canudo, dizia-te para me lamberes. Para pores a língua entre os lábios e, com ela, os afastares. Para a enfiares no buraco até me vir para dentro de ti, da tua boca. Queres?, remata ela?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1945522121275748941?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1945522121275748941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1945522121275748941&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1945522121275748941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1945522121275748941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/01/caf-5.html' title='Café, 5'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6193728383828873306</id><published>2008-01-29T15:02:00.000Z</published><updated>2008-01-29T15:03:18.562Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Café'/><title type='text'>Café, 4</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor abriu a porta e entrou. Entrou aquele grupo de pessoas que existe em em todas as escolas, em todas as turmas e que se gosta de sentar sempre nas primeiras filas, talvez na expectativa de uma qualquermajoração na nota ou de uma tolerância maior à ignorância.&lt;br /&gt;Entrou ela a seguir. Num rasgo de desinibição -que no caso dele se poderia chamar mesmo coragem- que ainda hoje, com a lucidez que o tempo e a distância costumam dar às coisas passadas, ele não consegue explicar.&lt;br /&gt;A sala era de configuração estranha, própria das faculdades. Uma fila de quatro lugares em cada uma das extremidades da sala e uma maior, de uns oito ou dez lugares a meio. Esta organização do espaço, 4-8 ou 10-4, diriam os que lês a imprensa desportiva, repetia-se nalgumas 20 filas, fazendo uma sala comprida, demasiado impessoal,massificada.&lt;br /&gt;Ela sentou-se numa das filas de quatro lugares próximas das janelas, sua distracção favorita quando a matéria era muita e o interesse pouco. Ele sentou-se ao lado dela. Ela olha para ele e sorri. Ele retribui. A aula começa e à medida que avança o interesse esvai-se nas rotinas que o professor mantém há anos. Na borda do bloco desenha duas linhas paralelas e duasprepeniculares a cruzarem as outras. Chega-lhe o bloco e ela faz uma cruz. Ele uma bola. Ela outra cruz e novamente uma bola. Cruz bola. E desenham novamente as quatro linhas. Começa tu, diz ela. E reinicia-se a sequência de cruzes e bolas, que, atrás, trazem as primeiras palavras, as primeiras conversas. De onde és, onde vives e tal e tal. Até que o relativo isolamento em que ela estava envolta e a relativa curiosidade que tinham um do outro foi fazendo com que o isolamento fosse cada vez menor e a curiosidade cada vez mais saciada, substituída, como fita de corrector, pela descoberta mútua.&lt;br /&gt;Não comes?, pergunta-lhe, trazendo-o de volta ao café. Como, responde. Em que estavas a pensar? Em ti e em como nos conhecemos. A sério? Andas muitosaudosista!!!,diz-lhe ela a sorrir. Não queres matar-me as saudades com as ancas?, responde ele elevando a sobrancelha e sorrindo maliciosamente . Com este pão todo o mais certo é matar-te mesmo..... E riem-se os dois, com o entendimento e a consequente cumplicidade que os seis ou sete meses de relação que já levam criaram.&lt;br /&gt;Comem, bebem chá. Sopram o vapor do chá ainda quente na direcção um do outro, por entre propostas de pudicidade nula. Para onde te soprava sei eu... diz-lhe ele. E eu punha-me a jeito para receber o teu sopro, responde-lhe ela. Punhas? Como?, pergunta, tentando dar mais realismo à fantasia que começava. Não sei - reponde-lhe ela-, talvez deitada de costas, de penas flectidas, talvez sentada em cima da tua boca para sentir mais o vento, talvez de quatro, como se me estivesses apraxar e eu, submissa, te tivesse que obedecer. Essa ideia agrada-me, diz. Qual delas? A de ti trajada a seres praxada por mim. A perna dela toca deliberadamente na dele, incentivando-o.&lt;br /&gt;E como me praxavas mais?, pergunta, tentando agora ela dar seguimento à fantasia, ficando no papel passivo, mais confortável, de quem só tem que imaginar o que ouve e não o inverso, o mais trabalhoso, o mais íntimo, dizer o que imagina.&lt;br /&gt;Bem, acho que te mandava pôr de quatro. Ai sim?, interrompe ela. Sim. Punha-te de quatro no chão, aos pés da cama. Não era na faculdade?, pergunta ela. Afinal quempraxa quem?, pergunta ele, num tom de voz que pode ser interpretado como o autoritário do 'doutor' e o de quem 'pisa o terreno a ver se pode avançar mais'. Sim senhor. diz ela, submissa como uma caloira. E o que me fazia mais o doutor?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6193728383828873306?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6193728383828873306/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6193728383828873306&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6193728383828873306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6193728383828873306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/01/caf-4.html' title='Café, 4'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-37250968435347124</id><published>2008-01-28T16:05:00.000Z</published><updated>2008-01-28T16:06:58.197Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Café'/><title type='text'>Café, 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele ainda se lembrava do momento exacto em que a viu pela primeira vez. Ele estava no corredor da faculdade, com o grupo de amigos. Ela, mais à frente, estava sentada no chão, encostada à parede, de pernas cruzadas, a escrever num daqueles cadernos de capa preta que se usam na escola. 'Molesquines dos pobres', disse mais tarde ela sobre esses mesmos cadernos. 'Molesquines das pessoas com pinta', pensou ele sem o dizer, porque naquela altura, em que ainda se estavam a conhecer, ele queria que as opiniões dele fossem exactamente as dela, que gostassem das mesmas cores, pessoas, sítios e músicas. E a opinião dele sobre osmolesquines podia não ser exactamente a dela... Adiante.&lt;br /&gt;E ele lembrava-se perfeitamente dela. Lembrava-se da camisa 'à hippy misturada com hare hrishna' castanha que ela trazia vestida, de tecido com desenhos a linha também ela castanha. Trazia umas calças elásticas pretas. Justas. Justíssimas. Aliás como é suposto que sejam mas que, naquele instante, lhe pareceram muito reveladoras. As sapatinhas de pano que ela trazia, umasall star que já deviam ter visto, a julgar pelo seu estado, dezenas de quilómetros de passeio, eram castanhas, numa feminidade que não se perde, em que há sempre alguma coisa a condizer com os sapatos, com a camisa, com a carteira,....&lt;br /&gt;Ele viu-a e gostou logo dela. Imediatamente.&lt;br /&gt;Aquela aparência despreocupada, fora de moda, dizia muito sobre ela. E sobre ele. Sobre a vontade que ele também tinha de ser assim, despreocupado, de ser como se sente. Fosse ao menos essa vontade acompanhada pela coragem de colocar a aceitação social e as expectativas dos outros de lado e era assim, numa versão masculina dela, que ele se tornaria.&lt;br /&gt;E ele, talvez sobretudo por isso, por ela representar o que ele não tem coragem de ser, sente-se atraído por ela.&lt;br /&gt;Ela é, para os outros 'ligeiramente cheínha'. Terá um três quilos, vá lá, quatro -no máximo!- para além do que é considerado aceitável pelas raparigas das pernas finas. Mas ele, sem nunca o ter confessado a ninguém, não gosta de pernas finas. Gosta de pernas com curvas, de coxasvoluptuosas, de peitos cheios, de bochechas marcadas no rosto não pelo rouge mas pelo volume esférico que é suposto terem.&lt;br /&gt;Mais intimamente, mais devassamente na mente dos mais puritanos, dos mais púdicos, ele gosta de umas nádegas cheias, volumosas. gosta de as apalpar, de as sentir. E gosta, sobretudo, de quando a mulher está de joelhos e palmas das mãos apoiadas no chão, de as ver -às nádegas- juntas, unidas, como gémeas que são.. Gosta de ter que as separar, com as mãos, de as afastar para ver o buraco que atrás dela se esconde. Isso excita-o. Só a ideia excita-o.&lt;br /&gt;E, sem ele saber, ela também, naquele momento, naquela altura, reparou nele.&lt;br /&gt;Gostou do ar desalinhado dele, do seu estilo de vestir despreocupado, quase descuidado, a quem fazia falta que a mãe ainda dissesse o que tinha que vestir. Afinal ele, sem o saber, também tinha o ar desalinhado que admirava nela.&lt;br /&gt;Ela gostava da bolsa de tipo militar que ele trazia a tiracolo, da sua t-shit de um encarnado sujo, como se tivesse chegado há dias da Zambujeira e ainda não tivesse ido a casa, das suas calças de ganga muito coçadas das suas -porque ele também tinha umas- all star, brancas.&lt;br /&gt;Ela, sem ele o saber, admirava nele o uso da cor, daquelas cores misturadas que ela, precisamente pelos mesmos motivos dele, tinha receio de usar. Gostava da forma como ele punha as mãos nos bolsos e trás das calças de como ele falava alto e se ria às gargalhadas. Gostava dele, alto, magro, moreno. Gostava do seu cabelo despenteado. Gostava das ideias que lhe dava.&lt;br /&gt;De o agarrar pelos cabelos e de o forçar a mergulhar de cabeça entre as pernas dela, e de o obrigar a realiza-la, assim, só com os lábios e com a língua. E, só essa ideia, era suficiente para a excitar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-37250968435347124?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/37250968435347124/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=37250968435347124&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/37250968435347124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/37250968435347124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/01/caf-3.html' title='Café, 3'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4961202518804130075</id><published>2008-01-25T16:26:00.000Z</published><updated>2008-01-25T16:27:00.106Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Café'/><title type='text'>café, 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mesa onde estão sentados é de madeira, uma madeira escura, de um âmbar acastanhado, criado pelo passar do tempo, na sua contagem sucessiva de segundos, minutos e horas. Os veios da madeira estão marcados em sulcos profundos, tal como a palma da mão de um velho.&lt;br /&gt;As mesas do café têm todas duas ou quatro cadeiras, todas do mesmo género e do mesmo material. Estranhamente, e ao contrário do senso-comum que associa estes espaços a momentos de convívio alargado, o café onde estão parece convidar à partilha mais íntima. Como favos de uma colmeia, parece que cada mesa -com seu conjunto de cadeiras- se encontra isolada por uma parede de vidro das restantes, criando um espaço propício à observação, à contemplação.&lt;br /&gt;Buuuuu!. E, sobressaltados pelo ruído inesperado ambos dão um pequeno salto no assento da cadeira. As mãos soltam-se uma da outra e procuram o coração, como que a sossega-lo, como que a impedi-lo de sair, de saltar e de, com medo, fugir porta fora.&lt;br /&gt;Ó homem, você assustou-me, diz ela, ainda de olhar esbugalhado, contrastando com o sorriso na face que assumia a situação como ela era, como uma brincadeira.&lt;br /&gt;Não se preocupe menina -diz ele sorrindo maliciosamente para o rapaz, que o seu amigo está cá para a acalmar...&lt;br /&gt;Pois, pois, ele ainda me põe mais nervosa!, diz ela olhando para o rapaz que, do outro lado da mesa se começa a sentir excluído do que lhe parecia ser 'tanta conversa'.&lt;br /&gt;À velocidade da luz, que é à velocidade a que os pensamentos ocorrem ele atrapalha-se. Quer ter uma resposta, algo inteligente, perspicaz, mordaz mesmo, se não para rematar o assunto, pelo menos para lhe voltar a dar o sentimento de pertença que se esvaía quase tão depressa como o tal do pensamento.&lt;br /&gt;Passam milésimos de segundos, contados em qualquer relógio com precisão para tal, mas na ampulheta do ciume fininho que ele sentia passavam minutos, longos, esticados como se fossem plasticina.&lt;br /&gt;Ora então cá está a maçã com a canela, fervida até verter todos os seus aromas... diz o funcionário do café à medida que na mesa pousa o bule e duas canecas. Ela, talvez por telepatia, talvez por ler nos olhos dele a aflição de quem não tinha conseguido dar resposta, seguimento, cabimento àquela conversa tão vã de sentido, coloca a mão na mesa de face ara cima. Ele coloca a dele por cima da dela, de face par baixo. 'Gosto de ti', lê-se-lhe nos lábios ainda que que eles não produzam nenhum som. Ele sorri. E, na mesma linguagem sem verbo diz 'E eu de ti.'.&lt;br /&gt;Ele acaba de verter o chá para dentro das canecas, colocando entre o casal uma nuvem vapor que num ápice se esfumaça.&lt;br /&gt;Pousa na mesa um prato vermelho vivo, com uma pilha de algumas 10 fatias de pão alentejano cortado em fatias ora finas, ora grossas, alternadas, como se, naquele gesto, agradasse a todos os gostos, a gregos e a troianos, a quem gosta do estaladiço do pão e a quem gosta da suafofura. &lt;br /&gt;Ao lado pousa uma tigela com geleia de um vermelho lustroso, brilhante, quase como vinil.&lt;br /&gt;Vão ver que não se arrependem da escolha que tão livremente tomaram! Os dois da mesa soltam uma gargalhada. Obrigado, diz ele à medida que o funcionário se afasta de bandeja debaixo do braço.&lt;br /&gt;Cheira tão bem!!!!, diz ela. É mesmo muito bom, responde-lhe ele. Queres que te ponha o doce nas torradas?, pergunta enquanto ela aproxima a caneca da boca, talvez para testar a temperatura do chã ou talvez para maisegoistamente sentir o seu aroma. Deixa estar, eu ponho, responde-lhe, quero provar o chá primeiro.&lt;br /&gt;E, naquele momento ele olha-a. Observa-a. E sente-se realizado. Mais, sente-se um lugar comum. Sente-se o homem mais feliz do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4961202518804130075?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4961202518804130075/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4961202518804130075&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4961202518804130075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4961202518804130075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/01/caf-2.html' title='café, 2'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6995466736403374563</id><published>2008-01-24T11:23:00.000Z</published><updated>2008-01-24T11:24:23.354Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Café'/><title type='text'>Café</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                        Ele entrou à frente.&lt;br /&gt;Tirou uma mão do bolso de casaco de malha e empurrou a porta de vai-vem para dentro. Entrou e, com a outra mão, agora também fora do bolso, segurou-a. Atrás dele ela entrou, com um sorriso tímido e um olhar aberto, atento, tão típico de quem é estranho aos lugares e às pessoas.&lt;br /&gt;Ele sorri. De contente, de feliz. O sorriso dela tem esse efeito, que ele não consegue explicar. Deixa-o assim, feliz pela felicidade que cria.&lt;br /&gt;Eu não te disse que era espectacular?, pergunta-lhe com os olhos brilhantes, virado para trás enquanto se encaminham para a mesa pequena junto à janela.&lt;br /&gt;É muito bonito, diz ela. Nem fazia ideia que existiam coisas assim... Sabes, respondeu ele já junto da mesa enquanto tirava o casaco e o dobrava para o colocar no parapeito largo da janela, parte do encanto disto é não ser muito conhecido. Se calhar os donos até agradeciam mais publicidade, mas este encanto ia perder-se...&lt;br /&gt;Ela tira a bolsa que levava a tiracolo e pousa-a também no parapeito. "Sabes, gosto de ti.", diz-lhe, com os olhos dela firmes nos dele, revestindo de sinceridade as palavras que, numa razão inversa à sua quantidade, já são, por si só, cheias de sentimento. Os olhares prendem-se, naqueles momentos de uníssono, em que os estômagos se encolhem e os corações se apertam. "E eu de ti. Muito.". As mãos encontram-se a meio da mesa e unem-se, tocando-se ligeiramente, como se  repousassem uma na outra, como se as pontas dos dedos conseguissem, na pele, ler a pessoa, penetra-la, descobri-la.&lt;br /&gt;O funcionário do café aproxima-se da mesa. Eles, mantendo as mãos unidas, olham para cima.&lt;br /&gt;Hummmm... o chá de maçã e canela está muito bom.... e acompanhado por umas torradas com geleia fica mesmo uma maravilha. Eles riem-se. Queres?, pergunta-lhe a ela. Pode ser, com uma publicidade destas quem pode recusar?, responde ela. Então é isso mesmo. Dois chás e duas torradas. Boa escolha, responde o empregado piscando o olho e sorrindo, até parece que sabem quais são as especialidades da casa...&lt;br /&gt;E afasta-se até desaparecer pela porta atrás do balcão.&lt;br /&gt;Isto é sempre assim?, pergunta ela. É diferente. O atendimento faz parte do charme da casa... E sorri ao terminar a frase.&lt;br /&gt;O café é curioso, lembrando uma mescla cultural intensa, que faz lembrar, em tudo o estilo de Kusturica.&lt;br /&gt;A sala é quadrada, com duas paredes exteriores, com face para a rua. Essas paredes exteriores são recortadas, digamos a cada três metros, pelas 'bay window', janelas de estilo londrino que saem da volumetria do edifício, criando recortes de maior privacidade e intimidade.&lt;br /&gt;Na sala quatro colunas nas esquinas das paredes com o tecto, lançam acordes e letras, resultado, pela sua combinação e homogeneidade, de uma escolha cuidada. JP Simões é misturado com Raul Midón. A mistura mais improvável com um resultado igualmente surpreendente.&lt;br /&gt;As paredes têm espelhos, grandes o suficiente para três deles, lado a lado, ocuparem a meia altura de uma parede. Está, cada um deles, encaixado numa moldura grossa, de um dourado gasto pelo tempo. Aliás, os espelhos já têm aqueles sinais de charme, aqueles que o tempo dá à película que, na retaguarda, faz com que à superfície tudo seja reflexo.&lt;br /&gt;As paredes são de um ocre recente, ainda que deliberadamente envelhecido para condizer com os espelhos.&lt;br /&gt;Do tecto caem, quase arbitrariamente, candelabros. Velhos. Não antigos mas velhos, velhos mesmo. Um aqui, outro ali, outro mais aculá, sem que qualquer unidade ou noção métrica se tenha encarregue da sua distribuição.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6995466736403374563?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6995466736403374563/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6995466736403374563&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6995466736403374563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6995466736403374563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/01/caf.html' title='Café'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5931727081726928886</id><published>2008-01-23T14:08:00.000Z</published><updated>2008-01-23T14:15:41.531Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou de volta.&lt;br /&gt;E tive saudades. Muitas. De escrever, das pessoas que por aqui passavam -e continuaram a passar- e que deixavam sempre uma opinião, um incentivo.&lt;br /&gt;Podia dizer que a minha ausência se deveu a uma doença súbita e quase fatal, que estive nalgum país pobre a ajudar os indefesos ou nalguma guerra a combater pelos injustos.&lt;br /&gt;Mas não.&lt;br /&gt;Não escrevi aqui mais nada porque precisava de descansar. Porque a pressão de escrever todos os dias é demais, principalmente para quem a escrita é um prazer, realizado em forma de passa-tempo. E quando o passa-tempo começa a ter uma obrigação de tempo, de periodicidade, o prazer começa a esmorecer. E foi isso o que aconteceu.&lt;br /&gt;Esmoreceu-se-me o gosto pela escrita.&lt;br /&gt;Felizmente, uma licença sabática resolveu o problema. Estou outra vez com vontade de escrever. Com muita. Muita mesmo.&lt;br /&gt;Não posso é garantir que tudo funcione como dantes, com as mesmas actualizações diárias.&lt;br /&gt;Mas posso garantir que é um prazer estar de volta. E encontrar-voa, a vocês, à minha volta.&lt;br /&gt;Até já!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5931727081726928886?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5931727081726928886/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5931727081726928886&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5931727081726928886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5931727081726928886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2008/01/blog-post.html' title='...'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7873874616363251013</id><published>2007-09-03T17:13:00.000+01:00</published><updated>2007-09-03T17:14:59.113+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>dessert</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Bem…. Mas estamos muito elegantes….”, digo enquanto ela se move. Ela inclina a cabeça para trás e diz “Ah pois é! Não ia fazer má figura à beira do chefe!”. “Acho bem!”, respondo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela aproxima-se do balcão e senta-se. Vira-se para mim e pergunta “Então, a tal sobremesa anda onde?”. Vou ao congelador, tiro ambos os pratos e coloco-os em cima do balcão, um à frente do sítio onde ela se sentou e outro ao lado dela. Ela fica, literalmente, boquiaberta. “Então?”, pergunto. “Estou rendida…”, responde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sento-me e pego na colher. Tiro um pouco da pasta que cobre a fruta e ergo-a um pouco. Ela olha para mi e para o que faço. “Então?”, pergunto-lhe. “Até tenho pena de estragar este arranjo…”, diz. Aproximo a minha colher da boca dela e digo “Prove e vai ver que perde a estima que tem à fruta.”. Ela abre a boca e prova. “É divinal!”, diz. E começa a comer o dela lentamente, em colheres mal cheias, talvez para prolongar a sobremesa, talvez para prolongar o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em gestos lentos leva pasta e polpa, alternadamente à boca, mastigando-as lentamente, comos e delas estivesse a tentar extrair todo o sabor. “Sabe, diz ela, este recheio dava para muitas coisas…”, corando-lhe um pouco as maçãs do rosto. Sorrio e respondo “Pois dava. Para muitas mesmo… até nem era precisa a hortelã para nada….”. Ela, que ainda não tinha tocado na folha de hortelã pega nela, leva-a à boca, prende-a entre os lábios e puxa-a para a deixar sem vestígios do recheio e, tocando com a extremidade bicuda da folha no meu braço e percorrendo-o de cima para baixo, deixa-me arrepiado, com os pêlos eriçados. “Está a ver como a folha de hortelã também se usava….”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico excitado. Muito excitado mesmo, com uma erecção imediata que receava sobressaísse pelas calças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estou a ver que sim”, respondo, pegando na folha que ela segurava entre os dedos e passando-a, da mesma forma, pelo pescoço dela, desde a base da orelha até meio do ombro. Ela curva a cabeça na direcção oposta à que estou e sorri, ligeiramente, naquelas expressões que nascem da emotividade e da espontaneidade. Solta um ‘hummm’, baixo, prolongado. “Adoro que me acariciem o pescoço”, diz, de olhos ainda fechados, quando a folha chega ao fim do seu percurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levo a minha colher à sobremesa, ergo uma porção de recheio e levo-a à boca dela. Ela endireita a cabeça e, virada para mim, abre a boca, num gesto repleto de sensualidade, de erotismo ao mais notável estilo cinematográfico. Lentamente puxo a colher da boca dela. Ela leva a língua ao lábio inferior, humedece-a e leva-a novamente para dentro da boca. Aproxima-se de mim, coloca a mão no meu pescoço, puxa-me na direcção dela e beija-me, misturando as nossas salivas e as nossas línguas com parte da sobremesa. Pára de me beijar, aproxima-se do meu ouvido e, sussurrando, numa voz quase rouca, diz “Quer sair ou ficar por cá?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela deixa-se ficar perto do meu ouvido, como que à espera que a minha resposta também lhe chegue, suave, ao ouvido dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levo uma mão às pernas dela. Ela afasta-as um pouco. Sob a mão pela coxa direita dela até às cuecas. Afasto-as com os dedos e, com elas de lado, penetro-a. Ela está quente, molhada. Como eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela geme baixinho. Empurro os dedos até ao seus nós e retiro-os. Húmidos, reluzentes, levo-os à minha boca. “Saímos. Quero vê-la a dançar para me provocar…”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7873874616363251013?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7873874616363251013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7873874616363251013&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7873874616363251013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7873874616363251013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/09/desert.html' title='dessert'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6252031884275313325</id><published>2007-08-31T17:11:00.000+01:00</published><updated>2007-08-31T17:16:37.410+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>o meu momento 'torre bela'</title><content type='html'>Lamentavelmente o trabalho consumiu-me o tempo topo.&lt;br /&gt;Eu lamento muito. Espero que vocês também! :D&lt;br /&gt;Logo, em casa, se tiver tempo, actualizo, ok?&lt;br /&gt;Beijos, abraços e montes de regaços para tout le mond, tous mes amis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fima um momento lúdico, de inspiração revolucionária. Chamemos-lhe a minha torre bela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ainda mal o sol nascera&lt;br /&gt;Já a multidão descera à praça principal&lt;br /&gt;Era o grande ajuste de contas&lt;br /&gt;E as pessoas estavam prontas a acabar de vez com o mal&lt;br /&gt;Tinham sido anos a fio&lt;br /&gt;A lutar com a fome e com o frio&lt;br /&gt;Ao som de promessas de pão e de conforto&lt;br /&gt;Agora o povo queria o poder&lt;br /&gt;Já não tinha mais nada a perder&lt;br /&gt;Quando um homem tem vida de cão&lt;br /&gt;Mais lhe vale ser morto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue correu pelo chão&lt;br /&gt;Em nome da revolução e o povo acabou por vencer&lt;br /&gt;Celebrou-se a liberdade&lt;br /&gt;A igualdade e a fraternidade que acabavam de nascer&lt;br /&gt;Mas ao chegar a vez de cada um&lt;br /&gt;Trabalhar para o bem comum&lt;br /&gt;Aí começaram os dissabores&lt;br /&gt;E em vez de ficarem unidos&lt;br /&gt;Dividiram-se em mil partidos&lt;br /&gt;Lá no fundo, todos queriam ser&lt;br /&gt;Ditadores&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6252031884275313325?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6252031884275313325/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6252031884275313325&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6252031884275313325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6252031884275313325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/o-meu-momento-torre-bela.html' title='o meu momento &apos;torre bela&apos;'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5485216623309216568</id><published>2007-08-30T16:58:00.001+01:00</published><updated>2007-08-30T17:16:52.071+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>her house</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Acha que se orienta?”, pergunta ela olhando para uma cozinha pequena mas meticulosamente organizada, sem que sequer um pano esteja pousado na banca ou no balcão que lhe está paralelo. A cozinha é revestida de azulejados encarnados até meia altura e, daí para cima, de azulejados brancos. Os móveis são brancos, muito simples, tipo ikea. “Acho que sim, tem é que me dizer onde estão as coisas”. “Pode abrir as portas à vontade. Por cima da banca estão os pratos e os talheres estão na segunda gaveta. A manga está aqui na fruteira.”. “OK.”, respondo. “Vou trocar de roupa. Vou deixar de ser a Marta que conhece.”, diz-me ela. “Então, dupla personalidade ou quê?”, pergunto a rir à medida que ela se afasta em direcção do quarto. Sem olhar para trás responde “Sim, como todos.”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorrio e ela, sem se virar e sem parar de caminhar, despe o casaco, numa sucessão de movimentos repleta duma sensualidade quase cinematográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pego num jarro de plástico e ponho lá dentro o requeijão. Junto duas colheres de mel e, com as varas da varinha mágica, misturo e desfaço este preparado. Abro a manga, tiro a semente e a polpa mais dura que a envolve. Com a ponta de uma faca faço cortes paralelos, de modo a que se solte mais facilmente da casca. Verto o preparado para dentro de cada metade da fruta, decoro com duas folhas de hortelã e coloco no congelador. Com a rapidez que se explica fiz a sobremesa e anunciei a sua conclusão “Já está! Já pode vir que já fiz o trabalho todo. Escusa de estar a empatar que só falta comer.” Ouço-a a rir do quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espreito pela porta da cozinha e pelo hall e vejo que tem a porta aberta. “Já estou quase. Só mais um minutinho…”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Espero. No balcão em frente à banca coloco um garfo e uma colher, ambos de sobremesa em cima de um guardanapo dobrado diagonalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Preparado?”, pergunta ela ainda de dentro do quarto? Sorrio. “Preparado e posto na mesa…”, respondo desviando propositadamente o objectivo da pergunta dela. “Não era a isso que me estava a referir, espertinho….”. “Eu sei, respondo, para o resto acho que é impossível estar preparado…”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal acabo de dizer esta frase surge-me ela, apoiando a mão acima da cabeça na empena da porta e curvando um pouco a cintura na direcção oposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cabelo está solto, mais volumoso, com alguns caracóis. Uma camisa branca de alças, generosamente decotada, chama a atenção para o peito dela, volumoso, chamativo. Tem uma saia justa, por cima do joelho que, sem ser mini-saia ou coisa parecida, lhe dá um sex appeal incrível. É também branca, num tecido fino, insinuadoramente transparente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela solta a mão que tinha na empena da porta e vira-se, ficando de costas para mim. Coloca cada mão em cada empena, ambas a cima da cabeça. Os braços elevados acentuam-lhe a cintura, fina. Abaixo, as nádegas estão impecavelmente firmes, como se duas maçãs do rosto se tratassem. Por baixo da saia umas cuecas em fio dental acrescem-lhe sensualidade e sexualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provocadora ela move a cintura de um lado para o outro, erguendo alternadamente um e o outro calcanhar, ficando em bico-de-pé e, como consequência, adelgaçando ainda mais a perna flectida e enchendo mais as nádegas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5485216623309216568?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5485216623309216568/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5485216623309216568&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5485216623309216568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5485216623309216568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/her-house.html' title='her house'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6247179199124013444</id><published>2007-08-29T15:59:00.001+01:00</published><updated>2007-08-29T15:59:46.318+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>return trip</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Comemos, conversamos. Conversamos, sobretudo. Daquelas conversas que sabem bem, que devoram horas com a mesma rapidez com que um cronometro devora centésimos de segundo…. O tempo voava, escorria por entre os dedos como a areia, que nem vestígio deixa, para além da memória de já lá ter estado. E, tal como a areia, que por muito que se feche a mão, por muito que se tente prender, ela acaba por sair, também o tempo sair, todo. E, daquelas duas horas passadas sentados frente-a-frente restou apenas a memória. Uma memória injusta, escassa, que não registou com o preciosismo e a exactidão todas as frases, expressões, gestos, cheiros. Uma memória que, no fundo, apenas registou a leveza, a alegria, a felicidade, o à-vontade e deixou a vontade de encontrar muitos momentos daqueles, momentos que, de tamanha entrega fazem com que todos os outros passem a ser vistos à escala que realmente têm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos do restaurante sem comer sobremesa. Ficou combinado, enquanto ela trocasse de roupa, que eu prepararia uma manga com requeijão, mel e hortelã. Ela tinha as mangas em casa e passaríamos em minha casa antes para pegar nos restantes ingredientes. E assim fizemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regressamos a Leiria pela A8, sem que a distância ou o tardar da hora dêem qualquer espaço à monotonia. Conversamos. Muito. Sobre tudo mas, especialmente, sobre culinária. O que gostamos cada um de fazer, de comer. Onde há o tal restaurante que tem o tal prato melhor que em todos os outros lados. Falamos no Joya e descobrimos que é o restaurante fetiche de ambos. E, nesse momento, nessa conversa, queremos os dois combinar uma ida lá, um passeio. Mas, aos dois, falta-nos a coragem o que nos sobra em vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, com esse nó na garganta, seguimos até Leiria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos em minha casa, ponho o frasco de mel, o requeijão ainda embrulhado e duas folhas de hortelã num saco de papel e desço, como se a genica e a pressa de viver da infância se tivessem apoderado de mim e o futuro, por próximo que fosse, parecesse sempre distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entro no carro e ela pousa o saco no chão junto aos pés. Seguimos até casa dela. Chegamos e, quando procuro um lugar para estacionar ela diz que tem na carteira o comando da garagem, que podemos lá deixar o carro e que, assim, dessa forma, até se evitam os comentários dos vizinhos. E é assim que fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos no elevador e subimos até ao apartamento dela. Entro em casa dela. O prédio é bonito, recente e a casa acompanha esta tendência. Focos num tecto falso, tudo em tons muito claros, tudo muito airoso. Ela vê que estou a admirar a casa e diz “A sua é mais bonita, tem mais personalidade…”. “Pois, mas a sua tem menos anos…”, respondo-lhe. Rimos. Ela mostra-me a casa. A casa de banho de serviço, muito arrumadinha, muito feminina, o quarto do casal, o escritório, com as paredes cheias de fotografias de amigos, de férias, de amigos e a sala, grande, espaçosa, com uma decoração muito moderna, muito simplista. Pessoalmente não me agrada, mas, talvez pela companhia, naquela altura, pareceu-me o ideal de sala. Por uma porta ao lado da da sala entramos na cozinha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6247179199124013444?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6247179199124013444/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6247179199124013444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6247179199124013444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6247179199124013444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/return-trip.html' title='return trip'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8903288621550811767</id><published>2007-08-28T16:41:00.000+01:00</published><updated>2007-08-28T16:42:44.640+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>life</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Seu maroto!”, diz ela. “Hehe!”, respondo, verbalizando o riso como se de uma anda-desenhada se tratasse. Levanto a tampa que o empregado tinha pousado em cima do tacho para que o comer não arrefecesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quer que a sirva?”, pergunto, com a intimidade que dois amigos têm. “Pode ser, desde que não fique com os camarões todos para si…”, diz olhando para dentro do tacho. Olho e vejo apenas um dos pequenos seres. “Bem, parece filho único.”, digo, referindo-me ao facto de, superficialmente apenas se ver uma camarão. “Então quero ser servida primeiro!”, diz ela rindo e aproximando o prato do tacho. Coloco a concha por baixo do camarão, erguendo uma porção generosa de peixe, batata e o tal camarão. “Espero que se engasgue…”, digo em tom de desafio, de brincadeira. “Pois, quer é dar-me uma pancada nas costas, já estou mesmo a ver…”. Sorrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de a servir e sirvo-me. Atesto ambos os copos de vinho e, com um acenar comum de cabeças, começamos a comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Que tal?”, pergunta ela mal me vê a pôr a primeira garfada na boca. Mastigo. Faço um ar estranho, algo entre quem já comeu melhor e quem trincou o louro que se esqueceram de tirar. Marta faz um ar preocupado, como se a escolha pudesse ter sido melhor, mais adequada a mim e menos uma montra, uma mostra dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não gosta?”, pergunta, insistindo perante as minhas expressões, perante as minhas mastigadelas pronunciadas, comos e estivesse a atentar extrair algum sabor de algum pedaço de comida. Acabo de mastigar, engulo, levo o guardanapo do colo aos lábios e limpo-os. Pego no copo, bebo um pequeno trago, prolongando deliberadamente a angústia, ainda que leve, dela, e digo “Sabe, é longe para vir cá todos os dias. É pena. É a melhor que já comi.”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sorri. Aliviada. “Pensava que não estava a gostar.. Pelas suas expressões… Até já estava a ficar com um nó no peito…”. “Era de propósito, para ver o seu ar de preocupada…”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sorri, envergonhada, curva-se na minha direcção e dá-me uma sapatada no ombro, acompanhado por um carinhoso “Parvo!”. E nunca um insulto me pareceu elogio como até então, como até ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retomamos a refeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como é que descobriu o restaurante?”, pergunto-lhe. “Venho cá com o meu marido de vez em quando”, responde-me, levando uma pequena garfada de comida à boca. “É muito agradável!”, digo-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele ainda está em Mozambique?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está. Ainda precisam dele lá. E ainda deve ficar uns mesitos….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas a vossa vida é mais complicada assim, não é?…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tudo se faz. Ele é independente e eu também. Acho que assim até é melhor, não nos sufocamos nem nos fartamos um do outro”, responde-me ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ah! Então anda a ver se se farta do patrão. Está bem! Estou a ver!”, respondo-lhe. Ela olha-me e diz “Esse paga-me para o aturar. O outro não.”. Rio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8903288621550811767?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8903288621550811767/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8903288621550811767&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8903288621550811767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8903288621550811767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/life.html' title='life'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8548339895873446634</id><published>2007-08-27T15:45:00.000+01:00</published><updated>2007-08-27T18:07:39.904+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>the plan</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sentimo-nos livres, libertos daquelas amarras que separam o trabalho do lazer e que dificultam a transformação de relações profissionais em relações sociais, afectivas, de amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sabe o que podemos fazer a seguir?”, pergunta-me ela. “A seguir de quê? –respondo- eu não vou a lado nenhum sem o tal tacho de peixe…”. Ela ri, sonoramente e, com o riso dela sai o meu. “Pois, de barriga vazia não vamos muito longe não…”, responde ela. Bebemos ambos mais um gole farto de vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então, e qual é o programa que se está aí a formar?”, pergunto. “Acho que podíamos ir àquela discoteca por cima do restaurante do jardim. Hoje é dia de danças latinas e podíamos divertirmo-nos um pouco.”. “Marta, a generosidade do seu convite –digo enquanto a observo a pegar num canapé de tosta com maionese e caranguejo- é ameaçadora à integridade física dos seus lindos pés”, digo-lhe, pegando também num canapé e acompanhando-o com um pequeno travo de vinho. “Ah!!!, diz ela, deixe-se disso. Quem lhe disse que eu sei dançar?”, responde ela. “Não sabe? E eu com esperanças que me ensinasse…”. “Então perca as esperanças. Só sei dançar ao sabor do vento… mexendo os braços e as ancas, como um saleiro com o sal húmido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio. Mas rio como há muito não me ria. A descrição dela de saleiro com sal húmido ao ritmo da música é, naquela situação acompanhada já de uma garrafa de muralhas, hilariante. Ela ri-se também. “Então está combinado. A Marta mexe-se e eu bato-lhe nas costas até a comida estar temperada…”. “Assim está melhor. Mas temos que passar por minha casa para eu trocar de roupa”, diz ela. “Claro, respondo, eu espero no carro e buzino até acordar os vizinhos…”. “Estou a ver que é melhor convida-lo a subir…”, diz ela muito discretamente provocadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Espero que haja elevador, senão faço-me de lesionado e vai ter que me acartar ao colo…”, digo-lhe. E ela, mal termino a frase, ri-se, a bandeiras despregadas. “Veja lá se não me faço eu de lesionada antes e tem que carregar comigo…”, diz por entre risos e gargalhadas mais calmas. “Era melhor para ambos, garanto-lhe.”, digo rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega a comida, que por momentos nos interrompe o plano para o resto da noite. O funcionário pousa na mesa um tacho de barro vermelho, maciço pelo aspecto, experiente nas andanças culinárias pelo desgaste e pelas marcas mais escuras da base, denunciando já muitas horas de lume intenso. Levanta-lhe a tampa e pousa-a de lado, libertando de dentro dele aquele aroma delicioso de peixe fresco, tomate, ervas aromáticas e um suave e discreto aroma a vinho branco e a louro. “Espero que gostem.”, diz, enquanto, sem que ninguém lho tenha pedido –mas também sem que ninguém lho negue, abre uma outra garrafa de muralhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inconscientemente solto um ‘hummmmm’, daqueles que, talvez pelo facto de serem inconscientes valem, tal e qual como as imagens, mil palavras, todas elas, ou pelo menos a esmagadora maioria, adjectivos no superlativo absoluto sintético e no mesmo superlativo absoluto, mas o analítico, igualmente intenso apesar de menos expressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela separa os lábios, como se fosse para dizer algo, mas retrai-se. Olho-a e solto um ‘hummmmm’ semelhante, mas este consciente e repleto de sentidos, assumidos e entendidos pelos dois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8548339895873446634?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8548339895873446634/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8548339895873446634&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8548339895873446634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8548339895873446634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/plan.html' title='the plan'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-9193443220348484804</id><published>2007-08-24T10:18:00.000+01:00</published><updated>2007-08-24T10:21:23.468+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>i'm back</title><content type='html'>Tive que parar. Teve que ser. Tive que ir uns dias para fora em trabalho e aproveitei para desligar um pouco do blog. &lt;br /&gt;Mas estou a ressacar. Confesso.&lt;br /&gt;Não sei se vou ter tempo hoje para escrever alguma coisa que não sejam contas, esquemas e planos, mas se tiver contem comigo. Senão, segunda cá estaremos. Afinal, é só mais um fim-de-semana... ;)&lt;br /&gt;Obrigado pelas mensagemd e todas! Vocês são as maiores!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-9193443220348484804?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/9193443220348484804/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=9193443220348484804&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9193443220348484804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/9193443220348484804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/im-back.html' title='i&apos;m back'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-620219199156584608</id><published>2007-08-13T15:50:00.000+01:00</published><updated>2007-08-13T16:27:41.119+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>the restaurant</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Chegámos a Peniche e não tivemos dificuldade em estacionar o carro. Seguimos a pé, em passos lentos, como se quiséssemos fazer a noite durar até ao restaurante. Paramos frequentemente, gesticulamos e rimos, como duas pessoas que acabam de se conhecer fazem, como duas pessoas que estão a gostar de se conhecer fazem. E, a cada gesto, a cada palavra, a cada sorriso ela me parecia mais bonita. Bonita, no sentido estético da palavra, no sentido que cada bonito que se soma ao anterior é mais perto que se fica do atraente e do sensual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que ela pensava o mesmo de mim, mas os homens têm, como todas as mulheres sabem, uma insegurança quase tão grande como a necessidade de serem aceites. Enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos na berma do passeio para atravessar a estrada. Paramos e fazemos ambos um ar de surpresa que de tão inesperado não conseguimos disfarçar. Nem eu nem ela dissemos ou demos indicação de que queríamos atravessar ali, que do outro lado da estrada era o tal restaurante, que não vinham carros ou qualquer coisa do género. Nenhum de nós deu que sinal fosse, mas ambos sabíamos o que o outro queria. E, aquela afinidade, que ambos sabíamos rara, tão rara quanto excitante, estava a colocar-nos cada vez mais próximo de um ponto sem retorno, de um ponto onde o entusiasmo da descoberta nos levaria à hesitação da aproximação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos no restaurante. Nem ela me disse que era aquele nem eu lhe precisei de perguntar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentamo-nos numa mesa perto da janela, com uma vista para o pequeno porto e para os poucos barcos pesqueiros que lá estavam ancorados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empregado chega-se à mesa onde estávamos e prepara-se para nos oferecer a lista, mas ela faz-lhe um sinal que não com a mão. “Caldeirada para os dois e um muralhas fresquinho, por favor.”. O empregado acena com a cabeça, sorri e retira-se sem sequer proferir uma palavra. Agora que penso no assunto, pode parecer antipático ou indelicado, mas acho que, perante o nosso ar de felicidade misturado com espanto ele não se quis intrometer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorrio. “Isso é que é determinação.”. “É verdade, quando sei o que quero não perco tempo.”, responde. E, naquele momento acho que fiquei de todas as cores mas, principalmente, vermelho. Achei, não sei porquê, mas alguma presunção será uma das causas, que ela se estava a referir a mim. E, esta atrapalhação minha marcou, de certa forma, uma inversão dos papéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nunca o tinha visto tão atrapalhado…”, diz-me ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Podia dizer que me engasguei com a sobremesa, mas acho que ia ser desmascarado muito rapidamente” Ela ri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Bem, podia-se ter engasgado com a sobremesa de ontem”. E ri ainda mais. Eu sorrio. Porque lhe achei graça e porque ela já tinha o à-vontade suficiente para brincar comigo. E esta nova intimidade agradava-me cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vêm as entradas e vem o vinho enfiado num balde de champanhe. Não sei porquê, mas acho que o empregado nos estava a apaparicar... é que lá, naquele restaurante, o vinho geralmente vem com aquela coisa feia à volta da garrafa e que pouco mais faz do que arrefecer as mãos de quem pega na garrafa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos comendo os croquetes, o queijo e o presunto, acompanhados por fartos goles de vinho e por gargalhadas que pedem mais alimento e mais bebida. Palavra a palavra, animados pelo ‘muralhas’, ficamos cada vez mais animados, mais divertidos…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-620219199156584608?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/620219199156584608/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=620219199156584608&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/620219199156584608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/620219199156584608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/restaurant.html' title='the restaurant'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5673168392783771687</id><published>2007-08-13T14:51:00.000+01:00</published><updated>2007-08-13T14:53:07.517+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>Ora então...</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Fazer batatas fritas e dá-las a quem quer comer arroz não é boa ideia e, por mais estúpida que seja a analogia, é isso que tenho andado a fazer. É caso para dizer, bad me...&lt;br /&gt;Ora então, e porque alhos são alhos e bogalhos são bogalhos, este blog vai dividir-se em dois. Este, que será uma espécie de versão standard (todas as outras versões standards do mundo que me perdoem o insulto), e um outro, que se deverá chamar 'desejo a dois red hot' ou coisa do género, para onde a Mansão Mello e outros contos do género deverão nascer e ser desenvolvidos.&lt;br /&gt;Assim não há promiscuidades (se bem que às vezes -ou quase sempre- saibam bem), nem enganos. Quem vem aqui sabe com o que pode contar; quem vai ao outro também não vai enganado.&lt;br /&gt;Este blog vai continuar a ter, se o céu não me cair em cima da mona, actualizações diárias. O outro vai ter actualizações frequentes.... haja tempo e inspiração.&lt;br /&gt;É que esta história da Mansão Mello andava a deixar-me de rastos. Muitos personagens, histórias paralelas com desenvolvimentos simultâneos.... enfim. Assim fica tudo no sítio.&lt;br /&gt;A eles! Aos posts, entenda-se....&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5673168392783771687?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5673168392783771687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5673168392783771687&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5673168392783771687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5673168392783771687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/fazer-batatas-fritas-e-d-las-quem-quer.html' title='Ora então...'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-430891178167260108</id><published>2007-08-10T15:21:00.001+01:00</published><updated>2007-08-10T15:26:38.650+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>a explicação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Mil desculpas pela falta de actualizações, prezadas leitoras e leitores, mas o facto de 'ter que ganhar a vida' tem-me deixado pouco tempo livre para a aplicar, a el,a à vida, em coisas que gosto mais. Como escrever. E, já agora, comer gelados.&lt;br /&gt;Assim, anuncio o meu regresso, em força e pleno de inspiração narrativa, para a próxima segunda-feira, monday, como dizem os tão em voga ingleses.&lt;br /&gt;Até lá, leiam os posts anteriores, vejam televisão, compres o último da zita seabra e mergulhem na nossa riquíssima e muito esquecida história recente. Não vejam é outros blogues &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(que vos irão fazer queda de cabelo, hemorróidas e joanetes)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-430891178167260108?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/430891178167260108/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=430891178167260108&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/430891178167260108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/430891178167260108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/explicao.html' title='a explicação'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7122747595582365449</id><published>2007-08-07T11:41:00.001+01:00</published><updated>2007-08-07T15:38:35.600+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxxvii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Joana sente-se dúbia. Quer fazê-lo, sem que saiba bem porquê. Tem vontade, uma vontade que nunca teve. Mas sente-se inibida. Inexplicavelmente inibida. Se todo aquele ambiente a devia soltar, lhe deveria dar à-vontade, algo a está a deixar constrangida. A senhora da casa dos quarenta que agora comanda as operações sente esta apreensão dela. e aproxima-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Joana de cócoras em cima da cara do rapaz, a senhora fica de pé atrás deles. Num movimento brusco pega-lhe no cabelo e puxa-o. “Vá, faz o que te mando.” E, como se aquela pequena frase fosse todo o afrodisíaco que ela precisasse, Joana sente vontade de urinar em cima do rapaz. E vontade de desafiar a senhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanta-se da posição em que está, vira-se e fica de pé face a face com a senhora. Dá um, dois, três pequenos passos para trás e baixa-se até ficar de cócoras em cima do sexo dele. Leva-lhe a mão, aponta-o para a vagina dela e baixa-se até ele a penetrar completamente. “Mija-lhe tu que eu fodo-o”, diz Joana à senhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surpreso, o rapaz tenta erguer a cabeça e olhar para a Joana, mas mal faz o movimento do pescoço sente uma força na testa que o cola novamente ao chão. A senhora, com a ponta do pé, empurra-o para baixo. “Não te mexes, ouviste?!”, pergunta. O rapaz acena com as pálpebras afirmativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela levanta o pé não tirando os olhos de cima dele. Ao fundo, Joana observa-os, subindo e descendo ao longo do sexo dele. Fodendo-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Põe a língua de fora.”, diz Joana ao rapaz. A expressão dele não esconde que não era isto, esta sucessão de acontecimentos, esta inversão –ou complementaridade- de papeis,  que ele estava à espera. A senhora olha-o. “Faz o que ela te diz!”, diz-lhe autoritariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele coloca a língua de fora. “Não é assim. Dura, direita!”, diz-lhe Joana. Ele coloca-a como ela mandou. “Baixa-te sobre ele.”, diz ela à senhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, nada surpreendida –ao contrário do rapaz-, a senhora baixa-se, flectindo os joelhos até ficar de cócoras. Leva as mãos ao chão, mais precisamente a ponta dos dedos e, muito lentamente, aproxima-se da língua dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele continua com uma expressão algo surpreendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não te mexas.”, diz a senhora ao rapaz, sem que ele se tenha mexido em qualquer altura desde que ela está por cima dele. Ela deixa-se descair, até sentir a ponta da língua dele na vagina, no buraco. Lentamente, ela move-se para trás, fazendo com que a língua dele, humedecida pelas secreções dela, comece a percorrer o vale em direcção ao clítoris. Sem que ele lá tenha chegado, ela começa a mover-se novamente para a frente, igualmente lentamente, levando-lhe a língua de encontro ao buraco. A senhora fecha os olhos. Ela sente-o. E, vendo-a, Joana também fecha os olhos. E energia com que o montava esvai-se, descendo a cintura com a mesma velocidade com que as pálpebras desceram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7122747595582365449?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7122747595582365449/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7122747595582365449&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7122747595582365449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7122747595582365449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/manso-mello-xxxvii.html' title='Mansão Mello, xxxvii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7812441955458845919</id><published>2007-08-06T16:14:00.000+01:00</published><updated>2007-08-06T16:15:39.878+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>the trip</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sai para o patamar e tenho a sensação nítida que ela sabe que a observo. Da mesma forma que eu soube quando ela me observava. É daquelas coisas sem explicação aparente, cuja explicação foge à lógica hermética da razão, da ciência, para encontrar abrigo na lógica do coração e do sentimento. É aquele arrepio frio no estômago, é aquele aperto no coração que mil e uma ciências podem explicar mas que nenhuma consegue justificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, elegante, ela caminha. A saia, justa, deixa que as formas das ancas e das coxas sirvam de alimento à imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viro-me e fecho a porta. Deixo de ouvir os passos dela. Volto a virar-me e vejo-a à minha espera, a olhar-me num tom de desafio, de provocação. E, à medida que me viro e que a vejo ela volta-se para as escadas. Começa a desce-las. Os pés delas pousam nos degraus que se sucedem, sucessivamente, deixando as nádegas vincadas, comprimidas contra o tecido, formando cada uma uma bochecha, uma pequena maçã à qual é difícil resistir, difícil não trincar e ceder ao pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descemos, saímos e entramos no carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vem muito elegante!”, diz-me com um sorriso que tem tanto de brincalhão como de provocador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ah, muito obrigado. É muito gentil. Mas não é com elogios desses que se esquiva à conta do jantar…”. Ela sorri. E os laços frágeis estreitam-se; as incertezas, as inseguranças dão lugar a palavras menos escolhidas e mais sentidas, à espontaneidade, à à-vontade. Nós os dois, apesar de não o dizermos, sentimo-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E a casa Marta, que tal?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muito, muito gira! Acho que devia ir para decorador!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está a tentar ficar com a minha posição na empresa?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nota-se muito?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um bocadinho. Mas também posso ser eu que sou muito perspicaz….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então talvez ainda tenha uma hipótese de enganar outro….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já está a desistir de mim?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já me topou…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas ainda me pode tentar convencer….” E ela sorri. E eu também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Posso perguntar porque é que me escolheu para secretária?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pode.” E faz-se uma pausa. Ela esperava já a resposta à pergunta que estava implícita. Explode numa gargalhada que dura alguns segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então, porque é que me escolheu para secretária?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pelas pernas.” Ela ri e, surpresa pergunta “Pelas pernas?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Claro! Tem umas pernas magníficas e, como tal, achei que era uma aposta segura.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As minhas pernas fazem de mim uma aposta segura!?”, pergunta surpreendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Claro! Se não fosse boa secretária podia pô-la como estafeta sem ter que a despedir.”. Ela ri. Muito, num riso franco, aberto, daqueles que sabe bem ver, daqueles que quase se invejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos até Peniche. Conversamos o caminho todo, num tom cada vez mais informal, cada vez mais íntimo e brincalhão. Ambos nos descobrimos. E, nessa descoberta, descobrimos as pessoas com quem lidamos, as pessoas que de colegas passam a amigos, a companheiros e compinchas de jantares e noites no café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7812441955458845919?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7812441955458845919/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7812441955458845919&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7812441955458845919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7812441955458845919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/trip.html' title='the trip'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-3109870378399860780</id><published>2007-08-03T17:34:00.000+01:00</published><updated>2007-08-03T17:35:29.185+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>apeteceu-me</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Gostava de me sentar com as pernas abertas por cima de ti, com a máquina fotográfica nas mãos e fotografar-te.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu, deitada de costas, mexendo no cabelo, no rosto, no pescoço. Rindo e sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava que levasses as pernas para fora de mim, abrindo-as, deixando que o vestido subisse até à cintura e te deixasse as pernas despidas, nuas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava de as fotografar assim. De fotografar-te as cuecas e deixar no mistério o que ocultam.&lt;br /&gt;Gostava de te desapertar os botões do vestido, vendo e sentindo os teus mamilos ficarem duros por detrás deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desapertava-te o vestido mas não o tirava, deixava-o assim, caído para os teus lados. E assim fotografava-te os peitos, fotografava-te o lábio, preso pelos dentes, provocador como só ele, como só tu sabes ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, provocado, desapertava as calças e tirava o meu caralho para fora. De máquina na mão fotografava-o em cima de ti, na tua barriga, em cima do tecido das tuas cuecas, dos bicos dos teus mamilos. Descansado, repousado sobre a tua boca imóvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, ajoelhado entre as tuas pernas, afastava as cuecas e fodia-te. Assim, sem qualquer contacto prévio das nossas bocas, das nossas línguas, das nossas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre com a máquina na mão, sempre a fotografar, a registar cada penetração, cada gota de lubrificação que saía, cada expressão que fazias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-3109870378399860780?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/3109870378399860780/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=3109870378399860780&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3109870378399860780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3109870378399860780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/apeteceu-me.html' title='apeteceu-me'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-6519681961822556113</id><published>2007-08-03T16:03:00.000+01:00</published><updated>2007-08-03T16:04:21.079+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>in and out of the house</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Bem, sendo assim não se irá desiludir….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao meu andar e tiro do bolso as duas chaves: a da entrada do prédio e a da casa. As chaves estão presas com uma trança de lá com cores vivas. Reparo que ela olha, algo surpresa, para aquele objecto algo estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu sabia que ia encontrar coisas estranhas lá dentro. Houve um começo antecipado…”, diz sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”É uma das recordações da vida de estudante. Eu e uns colegas tivemos um acesso de loucura e resolvemos tornarmo-nos nómadas por uns tempos. Daqueles que tocam violas nos passeios e coisa parecida. E esta fita é uma recordação desses tempos.”, explico, enquanto entro em casa e pouso as chaves na pedra de xisto negro que está no aparador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela entra, curiosa, de olhar vivo e curioso, tentando abarcar toda a divisão logo no primeiro olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então? Está à altura?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É magnífica… o bordeaux das paredes, o tom do chão, o dourado da moldura sem nada lá dentro, as peças de ferro preto….”, responde com um indisfarçável espanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da cozinha ouve-se barulho. Marta fica subitamente apreensiva. “Pensava que morava sozinho….”, diz, não sei se tentando justificar o facto de ter subido a casa ou se tentando extrair de mim uma explicação para a inesperada companhia…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É a dona Rosa, a senhora que me mantém casa habitável”. Ela faz uma expressão de alívio imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dona Rosa sai da cozinha e chega á entrada. “Bom dia menino. Bom dia menina”, diz com a educação que outrora se dava. Bom dia, respondemos à vez cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fui às compras, menino. Tem tudo nos armários.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Obrigado dona Rosa. Devia abrir uma escola de mordomos, sabia?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ó menino, não diga isso”… Abre a porta e despede-se, com dois ou três sacos do Ulmar em cada mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos sozinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Orienta-se enquanto vou trocar de roupa ou quer uma visita guiada?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como preferir.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ok. Vou trocar de roupa; a Marta explore à vontade. Não me demoro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sigo para o quarto e dispo a roupa de trabalho, o que quer dizer os sapatos negros, as meias da mesma cor, as calças e a camisa. Sinto-me livre. Vou ao armário, pego numas calças beijes de tecido, num pólo castanho e numas sapatilhas também castanhas. Visto-me e vou à procura dela.&lt;br /&gt;Encontro-a na sala, a olhar para as fotografias que estão numa das paredes da sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então, muita coisa estranha?”, pergunto numa alusão ao comentário dela enquanto subíamos as escadas do prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sim, muitíssimas.”, responde a sorrir. “Tem uma casa muito acolhedora, muito fofinha…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fofinha? Raios! É uma casa muito macho!!!”, respondo a brincar. “Quer também passar por casa para trocar de roupa?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não, vou bem assim. Vamos?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Claro.”, e dirijo-me para a entrada com ela atrás de mim. Sinto-me novamente observado. Pego nas chaves, abro a porta e, encenando uma vénia, dou-lhe passagem. Ela sai. E agora sou eu que a observo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-6519681961822556113?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/6519681961822556113/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=6519681961822556113&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6519681961822556113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/6519681961822556113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/in-and-out-of-house.html' title='in and out of the house'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7605974099044034809</id><published>2007-08-02T15:08:00.000+01:00</published><updated>2007-08-02T17:05:11.676+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>In the garage</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Saímos do elevador directamente para o fresco da garagem do prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não costuma muito sair com o carro, pois não?”, perguntou-me à medida que nos dirigíamos para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não. Sempre que posso cravo boleia a alguém. Vou mais descontraído.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se quiser podemos passar por minha casa e vamos no meu carro…”, disse, numa postura ainda de funcionária e não de pessoa, de igual para igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois ainda apresenta os quilómetros….”, disse a sorrir, causando também o sorriso dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o comando destranco as portas do carro. Abro a porta de trás e eito no banco o casaco. Desaperto a gravata e atiro-a para cima dele, com aquele jeito do pulso que faz com que ela caia ao comprido por cima dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só falta ter aí uns chinelos…”, diz num acesso de intimidade ao qual não estamos habituados. Ela constrange-se. Fica vermelha, azul, branca. Olha para o chão e pega na mala com as duas mãos. Ergue rapidamente a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desculpe. Não sei o que se passou comigo…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois. Já estou a ver que me quer vasculhar a mala do carro e por baixo dos bancos à procura dos meus segredos mais sórdidos…”, digo-lhe sorrindo. Enquanto o dizia pensava, freneticamente, que aquela seria uma boa altura para dizer algo inteligente, divertido, que a desinibisse. A ela e a mim. Mas nada me saiu para além destra frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não, desculpe. Foi despropositado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pronto, pronto. Passamos por minha casa e troco de roupa. Escusa de dizer que estou feio.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não, não foi isso….” E, à medida que diz a frase olha-me. E, mais do que qualquer coisa inteligente que poderia ter dito anteriormente, o sorriso divertido com que a olhava foi o suficiente para que, naquele momento e já sentados dentro do carro, se estabelecesse uma relação mais franca, mais íntima e menos hierárquica. Ela não acabou a frase que estava a dizer. Olhou-me e, num falso tom amuado, disse “Está-me a gozar. Vou-me demitir.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está bem, mas antes disso tome nota e lembre-me para pôr uns chinelos na mala do carro.”. Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pronto. Vou ser massacrada com isto. Já estou mesmo a ver.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Passamos por minha casa para trocar de roupa?”, pergunto, não querendo que esta incursão a um espaço mais privado quebrasse a frágil intimidade que tínhamos acabado de criar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há problema.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos da garagem. O porteiro lança-nos um olhar suspeito, como quem diz “Olha! Aqueles dois não costumam sair juntos no mesmo carro. Passa-se alguma coisa…. De certeza….”. Poucos minutos depois chegamos a minha casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vamos que não me demoro nada. É só vestir uma roupa mais confortável e informal.”, digo-lhe, tentando justificar a passagem por minha casa e ilibando-me de quaisquer segundas intenções.&lt;br /&gt;“Não quer que espere no carro?”, pergunta ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sabe fazer tricô?”, respondo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não…”, responde ela surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então não vale a pena.”, respondo sorrindo. Ela sorri e saímos ao mesmo tempo do carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À medida que subíamos as escadas do prédio –não que o prédio seja baixo, mas porque é antigo-, tive aquela sensação de ser observado. De alto a baixo, com uma paragem prolongada a meio do percurso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se calhar não devia dizer isto, mas tenho curiosidade em relação a sua casa….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ai sim?”, digo sorrindo. “Olhe que é uma casa banalíssima. Se espera algo de especial vai ficar desiludida…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não, acho que não vou. Tem um gosto eclético. A casa deve parecer uma exposição de objectos tão estranhos quanto improváveis…”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7605974099044034809?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7605974099044034809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7605974099044034809&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7605974099044034809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7605974099044034809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/in-garage.html' title='In the garage'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4807343559092362346</id><published>2007-08-01T14:52:00.000+01:00</published><updated>2007-08-01T15:02:00.661+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>Coisas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como diz alguém que conheço, coisas.&lt;br /&gt;Coisa 1&lt;br /&gt;Recebi no mail uma espécie de inquérito de uma leitora "suficientemente tímida para nunca comentar  mas suficientemente descarada para perguntar." Leitora timida mas descarada, respondo com agrado aqui no blog. Pode ser?&lt;br /&gt;Coisa 2&lt;br /&gt;Recebi um convite para publicar. Ignorei a primeira vez que o recebi, pois 'só podia ser brincadeira' mas respondi à segunda insistência. Sobre isto tenho a dizer que acho que quem lê o blog não compraria o livro; quem não o lê não o compraria de certeza. Já estou mesmo a ver a lombada com um título algo pornógrafo a causar o pânico nos amigos e progenitores do feliz proprietário do livro. E depois tinha que rever os textos que têm algumas incoerências...&lt;br /&gt;Coisa 3&lt;br /&gt;A Mansão Mello continua. Mas a história é tão complexa que me leva a ter que fazer pausas para assentar ideias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4807343559092362346?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4807343559092362346/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4807343559092362346&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4807343559092362346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4807343559092362346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/coisas.html' title='Coisas'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8350253882726713272</id><published>2007-08-01T14:48:00.000+01:00</published><updated>2007-08-01T14:52:35.938+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='London branch'/><title type='text'>London branch</title><content type='html'>“Posso entrar, Afonso?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pode Marta, claro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Trago-lhe aqui o relatório do ‘London branch’ para assinar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E que tal?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Parece razoável. Estão dentro dos parâmetros. Bem melhor o último que apresentaram.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Raios.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então? Acha que poderiam ter feito melhor, não é? Podiam ter sido mais ambiciosos…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não, nada disso. Acho é que se tivessem feito pior talvez tivéssemos que ir lá novamente...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ahhh! Pois, não era mau. E agora até estou cá sozinha…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está a ver? Há bens que vêm por males…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois é o que me começo a aperceber… E sabia tão bem tirar umas férias deste calor insuportável…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já nem está muito mau. Também já é tarde…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois, já cá só estamos nós. O resto do departamento já saiu todo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Marta também pode sair. Eu desenrasco-me sozinho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não me custa nada esperar doutor. E esta semana já me deixou sair mais cedo duas vezes. Umas pelas outras, não é assim que se costuma dizer?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É. Mas não se retenha por minha causa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há problema. Ainda tenho umas coisas para acabar de fazer. Quando acabar saio.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ok. Obrigado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E saiu do gabinete, charmosa e elegante como entrara, com a camisa branca presa por dentro da saia castanha clara, cor de espuma de café, a dar-lhe pouco por cima do joelho, para voltar cerca de meia hora depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Doutor, vou sair.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu desço consigo Marta. Já tratei de tudo. Não vamos mesmo conseguir ir a Londres.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já viu?! E eu que fiquei ainda com umas libras da última viagem…”, diz a sorrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então convido-a para jantar. Está sozinha não está? Fazemos companhia um ao outro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aceito. Se me deixar ser eu a convidar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já estou mesmo a ver. Não confia na minha escolha de restaurantes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorri, à medida que carrega no botão do elevador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gosta de caldeirada?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Adoro.”, respondo entrando atrás dela para dentro do elevador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sei de um restaurante em Peniche que serve a melhor caldeirada que há.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então vamos depressa antes que esgote!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela fica atrapalhada, com a face rosada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estava a brincar Marta. Não podemos ir tão depressa quanto isso. A empresa não paga multas por isso vamos ter que nos aguentar a 120.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela solta uma gargalhada franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estava a ver que não gostava da minha escolha…”, diz quase desabafando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Marta, as suas escolhas nunca me decepcionaram.”, digo, enquanto coma mão impeço a porta do elevador de fechar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8350253882726713272?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8350253882726713272/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8350253882726713272&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8350253882726713272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8350253882726713272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/08/london-branch.html' title='London branch'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7321591234295576310</id><published>2007-07-30T16:32:00.000+01:00</published><updated>2007-07-30T17:03:01.606+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxxvi</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A urina de ambos mistura-se quando lhe atinge a face e escorre para o peito. Ela fecha os olhos, cerrando-os com força suficiente para fazer, na pele que lhe está adjacente, duas ou três rugas. Mantém os lábios entreabertos, levando a que alguma da urina entre para dentro da boca. Ela quer senti-la, saboreá-la. Quer, também, mostrar que não se sente repugnada, que não está contrariada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a urina escorre. Escorre pela face, pelo vale formado pelo peito e desce pela barriga, escorrendo pela pelugem para a taça de vidro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado, o inglês e o rapaz continuam a penetrar a boca de Joana. Ora simultaneamente, mais devagar e com uma penetração mais curta, ora alternadamente, penetrando-a um, depois o outro, em movimentos certos, precisos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente, sem que nada o fizesse prever, os dois param, deixam de a penetrar. Com ela ainda de gatas, como se o tivesse a tentar colocá-lo novamente no lugar, o inglês afasta-se um pouco, aproximando-se do círculo que os enquadrava. O rapaz deita-se ao lado dela, ainda de gatas. Ela olha-o. Levanta o joelho e passa para cima dele. Quer sentar-se em cima do sexo dele e, secretamente, quer que o inglês se aproxime dela por trás e que a penetre. Mas não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do círculo sai uma senhora, talvez na casa dos quarenta anos. Aproxima-se deles. “Não.”, diz num tom autoritário, olhando para Joana. “Querias que ele te fodesse a cona e o outro o cú?”, pergunta-lhe num tom marcadamente retórico, como se tivesse ouvido, por artes mágicas, os pensamentos dela. “Vais ter que esperar que alguém te mande fazer isso…”, responde-lhe, num tom e numa expressão maliciosa. Joana, numa mesma frase, passa de apreensiva a disponível e disposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Põe-te de cócoras em cima da cara dele”, diz-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele, o rapaz deitado no chão, olha para a senhora, tem uma expressão de surpresa, de espanto. Parece que aquela intervenção, a da senhora, não estava prevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana sorri numa expressão de cumplicidade com a senhora. Ela, não sorrindo, faz uma expressão de cumplicidade que torna o sorriso dela recíproco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela coloca-se de cócoras em cima dele e olha para a senhora à espera de mais instruções. “Vira-te para o caralho dele”, diz-lhe. Ela vira-se e espera, novamente, instruções. “Chupa-o”, ordena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela curva-se e começa a chupar-lhe o sexo, mantendo a cintura por cima da face dele. “Mais força, mais fundo! Chupa-o como se tivesses a cona na garganta!”, diz-lhe a senhora. Joana debruça-se cada vez mais sobre o sexo pelado dele, introduzindo-o cada vez mais fundo na sua boca, quase até tocar a garganta. Sente uma mão no cabelo que sabe que é da senhora. Ela empurra-a para baixo e puxa-a para cima sucessivamente, em gestos rápidos, impetuosos. Até que lhe puxa a cabeça e a mantém assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vá, agora mija para cima dele”, diz-lhe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7321591234295576310?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7321591234295576310/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7321591234295576310&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7321591234295576310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7321591234295576310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxxvi.html' title='Mansão Mello, xxxvi'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7741905444684674632</id><published>2007-07-26T15:34:00.000+01:00</published><updated>2007-07-26T16:00:10.893+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxxv</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Joana olha, pelo canto do olho, para o grupo que se formou mesmo ao lado dela. a rapariga está ajoelhada, de pernas esticadas e afastadas; entre elas, por baixo do sexo, está a taça de vidro. Por trás, o inglês penetra-a em estucadas longas, tirando a totalidade do sexo para a voltar a penetrar com força, com violência. As mãos dele, abertas como garras, percorrem-lhe as costas, marcando-as a encarnado em traços mais ou menos paralelos com as unhas. Pela frente o outro rapaz penetra-lhe a boca, segurando-lhe a face com as palmas das mãos abertas e pressionadas contra ela firmemente, de modo a que possa movê-la conforme a sua vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele, o rapaz, segura-lhe a face, imobilizando-a e, em estocada após estocada penetra-a. O pénis dele vai de encontro à garganta dela; ela engasga-se; ele, indiferente, talvez até entusiasmado, penetra-a, segurando-lhe o rosto para que ela não fuja. Cai saliva da boca dela, escorrendo pelo queixo. Por trás, o inglês penetra-a, arranha-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como descrevia, ela olha para o lado. Quer ver o que se passará, o que a rapariga estará a fazer ajoelhada à frente dos outros dois. Quer, não só pela curiosidade natural, mas porque a atenção da plateia que os rodeia divide as atenções entre os dois grupos que estão no centro, ora olhando para um, ora olhando para outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno e o outro rapaz olham para a rapariga. Bruno curva um pouco o sexo para baixo e encaminha-o na direcção dela. Para surpresa de Joana, ela não vira a cabeça para ir ao encontro dele; fica antes imóvel, de lábios cerrados. Bruno aproxima-se e encosta a glande aos lábios ainda fechados dela. O outro rapaz faz a mesma coisa, encostando o sexo dele à boca dela. Lentamente, a rapariga separa os lábios, abrindo a boca. Os sexos do rapaz e de Bruno entram lentamente, lado a lado. Ela abre a boca progressivamente, criando cada vez mais espaço para que os falos a penetrem. E lentamente os falos penetram-na. Não na totalidade, não em todo o comprimento, mas, talvez, até meia extensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rapaz que está à frente de Joana vê-a a olhar. “Também queres?”, pergunta. Com saliva a pingar-lhe pelo queixo, Joana acena afirmativamente com a cabeça. O inglês tira o sexo da vagina dela e, sem que ela o esperasse, dá-lhe duas sonoras sapatadas, que ecoam pela sala. O rabo dela fica vermelho, com a fisionomia da mão marcada. Coloca-se à frente dela. O rapaz coloca o dedo indicador no canto do lábio e puxa-o, alargando-lhe a boca. No canto oposto o inglês faz o mesmo. Com a boca de Joana deformada, o inglês penetra-a, colocando o sexo dele ao lado do sexo do rapaz. Joana coloca a língua debaixo de ambos. Lentamente, ambos começam a mover a cintura para trás e para a frente, alternadamente, penetrando-a à vez em maior profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo canto o olho Joana olha para a rapariga. Pelo canto do olho a rapariga olha para ela. Há, entre as duas, um clima que apenas as duas percepcionam; cada uma delas quer realizar a última fantasia, ser dona da última perversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente, Bruno e o rapaz deixam de penetrar a rapariga. Os sexos deles vêm cobertos de saliva, pingando à medida que saem da boca dela. Com as costas da mão, ela limpa os lábios e o queixo. Eles afastam-se um pouco dela, talvez um metro. Ela posiciona-se em cima da tigela e curva a cabeça e o tronco para trás. Os peitos ficam firmes, com os mamilos tesos. Bruno e o rapaz baixam o sexo e, quase em simultâneo, começam a urinar-lhe para cima.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7741905444684674632?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7741905444684674632/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7741905444684674632&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7741905444684674632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7741905444684674632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxxv.html' title='Mansão Mello, xxxv'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7894384185480733610</id><published>2007-07-25T11:57:00.001+01:00</published><updated>2007-07-25T16:32:37.723+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão mello, xxxiv</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bruno afasta-se da frente de Joana. Deixa de a puxar pela trela, pela guia que, qual eléctrico, apenas lhe permite determinado desvio do percurso que o cabo marca. Joana sabe que deve prosseguir para dentro do círculo, para junto da outra rapariga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra para o centro do grupo com inglês ainda montado nas costas dela. Chega-se perto do pequeno grupo do centro e pára. Curva a cabeça para baixo, não em sinal de medo, mas em sinal de submissão. O inglês deixa-se descair lentamente das costas dela, em direcção às nádegas dela. Chega às nádegas e, sempre em contacto com ela, continua a descair, de pernas abertas, por ela abaixo. Ela sente-o, sente o rabo dele, os testículos e, mal ele começa a descer pelas coxas dela, sente o pénis dele, erecto, firme. Joana sete vontade de olhar para trás, de o ver, de juntar esse estímulo visual ao outro, ao táctil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curva a cabeça, erguendo-a por cima do ombro, para ver o inglês, que de falo erecto, percorre o sexo dela, encaixado, entalado entre os lábios. Olha-o e vê-o, de olhar vivo, entusiasmado, preso no sexo de ambos. Olha-o e sente-se ainda mais excitada. Atrás dele, atrás deles, o círculo fechou-se e os olhos estão postos neles, nos movimentos que fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente Joana sente uma pressão na cara.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A pressão impulsiona-lhe a face para baixo, em direcção ao chão. Não com violência, mas com firmeza, como que a mostrar-lhe que ele não deveria ter olhado, virado o rosto, que o papel dela, ali, naquele círculo não era activo, de participante, mas sim submisso, de ‘gato-sapato’ nas mãos de quem quisesse e para o que quisesse. A face fica espalmada, imobilizada de encontro ao chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lado, olhando pelo canto do olho, vê o rapaz, talvez na casa dos vinte anos, talvez nem tanto. De pé, com a perna que a calca flectida, o rapaz olha-a. Olha-a e masturba-se. E, no preciso momento em que a imagem atravessa a retina e chega ao córtex cerebral, o inglês penetra-a. Firmemente, com estocada só, com tanta força, com tanto impacto que move as ancas para a frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão do rapaz a masturbar-se é fugaz, momentânea. Instantes depois do inglês a penetrar, o rapaz levanta o pé e ajoelha-se em frente a ela. Com as mãos nas orelhas de Joana, ergue-lhe a cabeça e encaminha-a para o sexo erecto dele. Tivesse Joana um pouco do cérebro disponível para pensar nos desejos e na sua realização, lembrar-se-ia de comparar sabores, texturas e movimentos, com as memórias ainda frescas do sexo de Bruno. Mas Joana só sente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por trás, o inglês leve o dedo médio ao ânus dela. Sem qualquer hesitação, usando-a meramente como objecto sexual, penetra-a. Sem lubrificação ou qualquer outro estímulo que a preparasse. E, pela frente, Joana apercebe-se que o rapaz não tem um único pêlo. Aquele detalhe, aquele pormenor distintivo que estaria à vista dela desde que chegou ao grupo só agora lhe saltava à vista. O rapaz rapado vê-a a olhar para a sua zona púbica enquanto o seu sexo entra e sai da boca dela. pega-lhe numa madeixa de cabelo, puxa-lhe a cabeça para trás e, mantendo o sexo dentro dela, dá-lhe uma, duas, três bofetadas, três estaladas que, ainda não a magoando, deixam-lhe a face marcada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno junta-se ao rapaz e à rapariga que estavam –e estão- no seio do grupo. A rapariga continua ajoelhada e, de pé em frente a ela estão agora Bruno e o outro rapaz. “Põe a taça entre as pernas.”, diz-lhe o rapaz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7894384185480733610?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7894384185480733610/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7894384185480733610&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7894384185480733610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7894384185480733610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxxiv.html' title='Mansão mello, xxxiv'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-2000030460951617505</id><published>2007-07-24T15:11:00.000+01:00</published><updated>2007-07-24T15:13:33.329+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>amanhã</title><content type='html'>hoje não. não vou ter tempo. sóri.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-2000030460951617505?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/2000030460951617505/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=2000030460951617505&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2000030460951617505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2000030460951617505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/amanh.html' title='amanhã'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7266075611895020704</id><published>2007-07-23T17:23:00.000+01:00</published><updated>2007-07-23T17:25:12.673+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxxiii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O falo já não repousa- se é que alguma vez repousou- na boca dela. Ela trinca os lábios, afasta-os, solta gemidos, volta a trinca-los. Gosta do que está a fazer, daquele sexo a solo, daquela masturbação exibicionista. E ele, talvez porque saiba, ou porque ache, que se recebe na medida aproximada ao que se dá, muda de posição. Apoia as palmas das mãos e os joelhos no chão e, beijando-lhe a barriga, gatinha, qual animal, para entre as pernas dela. Ela vê-o a mover-se e, aquela forma de locomoção, inocente para ele é, para ela submissa, sensual. Mal ele se posiciona entre as pernas dela, para satisfazer a vontade de ambos, diga-se, ela afasta as pernas, quase como se estivesse a fazer um qualquer aquecimento de ginástica… estica os joelhos, e separa-as, afastando-as como se quisesse, no ar, fazer a espargata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferece-se. E ele aceita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela passa a mão para baixo das nádegas, dando-lhe espaço para que a cabeça se mova livremente por cima do seu clítoris. E move-se. Com a língua firme, rija ele contorna o pequeno monte dela, empurrando-o, pressionando-o. E ela empurra o falo para dentro dela sem qualquer pudor, sem qualquer constrangimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado, alguns metros ao lado de Sara, Joana já não está de pé, como ainda há pouco estava, com o sexo de Bruno na boca e o do inglês na vulva. Joana gatinha no chão, puxada por Bruno pela trela que a mantém num raio fixo do cabo que atravessa a sala e ao qual está presa. Aliás, aos quais estão todos eles, presos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inglês caminha lentamente ao lado de Joana, ora segurando-lhe no cabelo, ora puxando-o para trás, levando a que a cabeça dela se curve na sua direcção, enquanto o pescoço é puxado para a frente. Entre as pernas de Joana, na zona dos joelhos, está um objecto novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atravessado entre eles, preso por uma fita de couro com fivela a cada perna, apertado até deformar, no local da fina, a perna, está uma pequena barra de madeira trabalhada, redonda, cilíndrica, com pequenas esculturas de posições e actos sexuais a todo o comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada passo que Joana dá, com este objecto preso, implica que mova insinuadoramente, muito insinuadoramente, a anca. As pernas, afastadas, deixam-lhe os buracos expostos, disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três caminham até um grupo fechado em círculo. À medida que eles se aproximam o círculo abre-se. No centro está uma taça de vidro, uma rapariga jovem ajoelhada e dois homens que se erguem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7266075611895020704?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7266075611895020704/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7266075611895020704&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7266075611895020704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7266075611895020704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxxiii.html' title='Mansão Mello, xxxiii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5120610363480387501</id><published>2007-07-20T17:07:00.000+01:00</published><updated>2007-07-20T17:09:14.771+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxxii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De pé, com o sexo dentro da boca de Sara, o sujeito beija a senhora lascivamente, com a mão no pescoço dela, puxando-a em direcção a ele, comprimindo-a de encontro à boca dela, ao mesmo tempo que, com a cintura, faz força no sentido inverso, empurrando o sexo para dentro da boca de Sara que se chega para trás, tentando evitar que uma investida mais profunda dele a faça vomitar.&lt;br /&gt;Por trás da senhora –e de Sara-, de cócoras, o outro sujeito, com o falo preso na boca, tem cada vez mais dificuldade em penetrar o ânus da senhora; a pressão que Sara faz para trás, tentando fugir às tais investidas do outro sujeito, atrapalham-lhe a fluidez dos movimentos mas, ao mesmo tempo, criam nele o desejo de provar, de devorar aquela nova presença no salão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num movimento mais lento, o sujeito começa, sempre com a boca, a retirar o falo do anua da senhora. Ela, a senhora, quer gemer, não que sinta qualquer dor, mas porque sente prazer, um perverso deleite que a satisfaz e que a deixa livre para outras experiências, para outras práticas. Leva as mãos às nádegas e afasta-as.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito acaba de puxar o falo do ânus dela. Leva as mãos ao cabelo de Sara e puxa-o. Ela desequilibra-se e cai para trás, ficando sentada. O sujeito que está de pé e a senhora levantam a perna e passam para o lado direito da trela que a prende. Sara vê a pessoa que estava atrás dela com o objecto preso na boca não consegue evitar uma expressão de espanto, de surpresa. Não assimila de imediato o que aquilo que aquele sujeito tem preso entre lábios é e, quando instantes depois se lembra do que se passou no quarto começa a sentir-se apreensiva. Tem receio que o sujeito a penetre no mesmo sítio e que a penetração lhe cause dor, desconforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito, que nunca lhe largou o cabelo, puxa-o mais um pouco, em direcção ao chão. Sara apoia-se na palma das mãos e deixa-se cair de costas sobre o soalho. O sujeito coloca-se de cócoras em cima dela e, soltando-lhe o cabelo e apoiando-se também nas mãos, deita-se sobre ela, na posição inversa à que ela está. Os testículos dele caem sobre a boca dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele curva a cabeça em direcção ao sexo dela e, com o falo preso na boca, aponta-o em direcção à vulva dela. Toca-a, ao de leve com a extremidade do falo. Sara, instintiva e inconscientemente geme. Um gemido alto, mesmo perante o barulho que estava na sala e que chama a atenção de todos os que lá estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abre imediatamente a boca e deixa com que um testículo entre para dentro dela. Contorna-o com a língua e solta-o, passando a percorrer o sexo dele em movimentos rápidos, para a frente e para trás. Com as pernas afastadas, leva as mãos à cabeça do sujeito e empurra-a na direcção do sexo dela. Ele, com o falo artificial, penetra-a. Ela abana-lhe a cabeça, tentando fazer com que ele se movimente rapidamente e, por contacto, tentando fazer com que o falo se movimente dentro dela da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sara leva a mão à base do objecto, tira-o da boca dele e empurra-o para dentro e para fora freneticamente, rapidamente. Com a outra mão leva a cabeça do sujeito ao clítoris. “Chupa-me. Vá, chupa-me!”, diz com a rouquidão natural que o prazer parece trazer à voz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5120610363480387501?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5120610363480387501/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5120610363480387501&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5120610363480387501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5120610363480387501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxxii.html' title='Mansão Mello, xxxii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5338756645065312847</id><published>2007-07-19T15:52:00.000+01:00</published><updated>2007-07-19T15:53:26.110+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxxi</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bruno beija-a. Ainda. E afasta-se dela, beijando-a sempre. E, arrastada pelo beijo, pelos lábios e pelo desejo de descobrir onde ela a está a levar, ela vai. Melhor, deixa-se ir. E, à medida que se deixa ir, começa a curvar o corpo e, dessa forma, começa a aperceber-se onde ele a quer levar. E onde ela que ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curva-se, inclinando cada vez mais o tronco para a frente. Com a distância que a que ele fica, Bruno tira os dedos de dentro dela. Joana insinua-se, erguendo os quadris, as nádegas e olhando, provocadoramente, para trás, por cima do ombro. O inglês começa a tirar o dedo de dentro dela, puxando-o lentamente para trás. Os olhares de ambos fixam-se um no outro. Ela, mais rapidamente, tira o dedo que tem no sexo dela, deixando o dele sozinho. E, sem retirar o totalmente o dedo, ele encosta a glande ao sexo dela, encaminhando-a para o espaço que os dedos de Bruno e dela deixaram livre, aberto. E, assim, ainda com o dedo dele a sair, penetra-a, numa estucada profunda, firme, mas lenta, doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana sente as mãos de Bruno na cabeça. Volta a cabeça para a frente, sempre com as mãos dele nela, como se a estivesse a orientar. À frente dela, à altura dela, está o sexo dele. E Joana volta a viver a fantasia a dois que sempre teve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as mãos na cintura dela, o inglês, por trás, penetra-a, vigorosamente, em estucadas profundas. Curva-se sobre ela e leva as mãos ao peito dela. Aperta-o com vigor, com alguma brusquidão. Na cabeça dela, as mãos de Bruno impelem-na para a frente com igual vigor, com igual brusquidão, impelindo o sexo dele para dentro da boca dela, quase até a garganta. Ela sente-se sufocada, violentada. E, em igual medida, excitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por entre a boca dela e o sexo dele escorre um fio espesso de saliva esbranquiçada, do algum sémen dele que sai antes de ejaculação e da compressão a que a saliva está sujeita na boca dela. Bruno tira a mão da cabeça dela, com a palma da mão ampara o fio que escorre. Por trás, e como se tivessem o enredo combinado, estudado e ensaiado, o inglês, sem nunca parar de a penetrar, apanha uma madeixa de cabelo e curva-lhe a cabeça para trás. O sexo de Bruno sai de dentro da boca dela; ela engasga-se, tosse. Bruno leva a mão à face dela e espalha nela o espesso fio de saliva que apanhou da boca dela. Cada vez mais vigorosamente, o inglês penetra-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco ao lado, os quatro continuam envolvidos. O sujeito que estava atrás da senhora e que masturbava Sara está abaixado, de cócoras atrás da senhora. Na boca dele está a base do falo que ela tem trazido, desde o primeiro andar, dentro do ânus. Ele aproxima-se e afasta-se dela, com ele preso entre os dentes, penetrando-lhe, fodendo-lhe o rabo. E ela, olhos cerrados, aparenta gostar. Pela frente, dois dedos de Sara e dois dedos do outro sujeito penetram-na também, em ritmos desencontrados da outra penetração. Os nós dos dedos de ambos estão esbranquiçados, cobertos do líquido reluzente que de dentro dela sai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito que está atrás de Sara, ao ouvido, diz-lhe para se baixar, para se colocar na posição em que o outro sujeito está, mas de costas para ela. Ela tira os dedos de dentro da senhora e obedece. Imediatamente, a senhora substitui os dedos alheios que lá estavam por dois dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De cócoras, de costas para a senhora, Sara pensa que irá chupar o sexo do sujeito naquela posição. Ele aproxima-se da senhora, curva o sexo para baixo, em direcção à boca dela, e encosta-se, literalmente, à senhora. Sara fica presa entre as pernas semi-abertas dela e o sexo dele. Quer reagir mas não pode. Sente o queixo –ou o que ela pensa ser o queixo- do outro sujeito a bater na nuca dela, à medida que empurra o falo para dentro da senhora. Sente, cada vez mais fundo na boca dela, o sexo do outro sujeito. Quer olhar para cima e ver o que ele faz, o que eles os dois fazem, mas não pode, não consegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nariz começam a cair-lhe pequenas gotas de lubrificação que escorrem dos dedos da senhora para a face dela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5338756645065312847?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5338756645065312847/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5338756645065312847&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5338756645065312847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5338756645065312847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxxi.html' title='Mansão Mello, xxxi'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8434615413761641223</id><published>2007-07-18T13:59:00.001+01:00</published><updated>2007-07-18T16:14:20.204+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxx</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Joana continua, uns metros ao lado, mergulhada num prazer íntimo, que de tão íntimo, tão próprio, tão reservado chega a ser egoísta. O mundo de sensações que os dois dedos dentro do seu sexo lhe causam são muito diferentes das que os seus dois dedos, os dois dedos dela lhe poderiam causar. A esse propósito, até os dois dedos dos outros homens que já tinha sentido lhe traziam sensações mais restritas, menos libertadoras. Ela, Joana, sabe que o que lhe dá prazer não é o número de dedos ou os seus movimentos mais ou menos discretos, mais ou menos descarados; é o facto dos dedos serem de duas pessoas, de dois homens diferentes, a toca-la e, ainda que sem qualquer carga sexual, a tocarem-se –com os dedos- enquanto a tocam a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela, Joana, sente-se como nunca se sentiu. Liberta. O mundo, naqueles instantes, desaparece, some-se no vácuo, como se o nirvana budista ou hindu se materializasse naquela sala, naquela pessoa. A mente esvazia-se a si própria de tudo, literalmente de tudo e absorve apenas as sensações que os músculos da vulva lhe transmites, o odor intenso da sala, os toques, intencionais que ora um ora outro lhe fazem. Em alguns instantes Joana tem medo de se perder dentro dela própria, de enlouquecer de prazer, no sentido literal e em rigor matemático da expressão, enlouquecer de prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por trás dela, o inglês encosta o sexo dele às nádegas dela, movendo-se, ondulando a cintura, insinuando o prazer, o gosto, a satisfação que também sentia por todo aquele cenário, por todo aquele enredo. Chega a face ao pescoço dela e percorre-o, passando a face e o queixo por ele. Ela, dócil, cura a cabeça na direcção oposta, dando-lhe espaço para que se mova com mais liberdade. E ele, correspondendo, move-se, solta-se. A pele com pele é substituída pela língua, pelos lábios, ávidos… pela sua pele exterior, mais rugosa, mais rija e depois pelo seu interior, sensível, húmido. E move-se ele. E move-se ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno, à frente, observa. Até que também decide participar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproxima-se dela, colocando os lábios imóveis de encontro aos dela, bruscos, sedentos. Ela tenta beija-lo, tenta sentir os lábios do inglês e os dele ao mesmo tempo, mas cada vez que ela se aproxima, ele recua, deixando-a cada vez mais desejosa, cada vez mais sedenta. Até que cede. E ela sente os lábios dos dois. Bruno beija-a com intensidade, desejo,… tesão. E ela tem cada vez mais receio que a fina linha que separa a sanidade da loucura, por imateriais e indefinidos que sejam ambos os conceitos, estejam prestes a ser atravessados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dedos de ambos entram e saem dela num sincronismo que faz crer qe são siameses. E ela junta um dedo aos deles. E, apesar das origens diferentes de ambos os obrigarem a ângulos diferentes de entrada, todos lá encontram, sem dificuldade, espaço. E, por instantes, que por longos que sejam parecem sempre breves, ficam assim os três, juntos, unidos por opção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8434615413761641223?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8434615413761641223/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8434615413761641223&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8434615413761641223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8434615413761641223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxx.html' title='Mansão Mello, xxx'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5924569646029518989</id><published>2007-07-16T16:29:00.000+01:00</published><updated>2007-07-16T16:30:03.919+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxix</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Chegam a elas. Sara e a senhora beijam-se, lentamente, docemente, movendo os lábios quase sem que se toquem. As mãos, repousadas na cintura uma da outra dão a toda a cena uma carga sexual intensa, inegável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto, a uns escassos metros, Joana está de pé. À frente dela, junto a ela, Bruno, também de pé, beija-a, com um braço caído e outro encaminhado para o sexo dela. Ela, de pernas semi-abertas, oferece o seu sexo à mão e aos dedos ávidos dele. Ele chega-se uns centímetros para trás e ela prepara-se para o acompanhar. O inglês, segurando-lhe a trela com uma mão e empurrando levemente as costas dela para a frente, curva-a, levando a que apenas o tronco se chegue ao Bruno.&lt;br /&gt;Bruno, imóvel, beija-a, penetrando-a com a mão esquerda e acariciando-lhe o peito com a mão direita. O inglês coloca-se atrás dela e desliza as mãos, as pontas dos dedos pelas costas da rapariga. Um arrepio percorre-lhe todo o corpo, provocando um estremecer indisfarçável. Abaixa-se atrás dela, colocando-se de cócoras. Afasta-lhe as nádegas. Vêm-se, por entre elas, os dedos de bruno, os dois, médio e anelar, a entrarem e a saírem ritmadamente de dentro dela, vez após vez, repetidamente, num bailado ponderado, ensaiado. O inglês aproxima a cabeça da fenda dela e percorre-a com um sopro leve, quente. Ela leva as mãos às nádegas e separa-as ainda mais, oferecendo-se, disponibilizando-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inglês aproxima-se e, ao contrário do que ela estaria a esperar, leva o dedo indicador para junto dos dedos de Bruno. Ele tira os dedos de dentro dela quase na totalidade e deixa que o dedo do inglês se junte aos dele, colocando-se no vale que o indicador e o médio formam. Juntos, os três dedos de dois sujeitos penetram-na. Num movimento certo, contínuo. Joana, à medida que é penetrada pró ambos, solta um ‘ah’ cada vez mais profundo, cada vez mais sentido. Os lábios separados, a boca bem aberta, as pálpebras sem pestanejar… Joana tem prazer. Um prazer que nunca sentiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado, Sara e a Senhora continuam a beijar-se. As mãos de ambas entretanto desceram e acariciam-se mutuamente. A penetração é ocasional e é o resultado do movimento da mão, dos dedos e da lubrificação que inunda a zona mais íntima de ambas. Acariciam-se, beijam-se. No corpo de ambas abundam os sinais de excitação… os peitos, rijos, os mamilos, erectos, as faces rosadas, os lábios cheios, carnudos… Talvez as carícias que mutuamente fazem sejam suficientes, não sei, mas o facto de ambas já terem visto, uma atrás da outra, um homem e de suspeitarem que atrás delas estará outro sujeito leva a que os estímulos sejam sentidos de forma mais intensa, mais vigorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma sintonia, com um sincronismo digno de um bailado clássico, o sujeito que está atrás da Sara aproxima-se dela. Atrás da senhora o outro sujeito faz o mesmo. Nus, de falo erecto, encostam-se a elas, colocando o sexo acamado, aconchegado, no rego de cada uma. O sujeito que está atrás de Sara coloca a mão por cima da dela, no sexo da senhora e, juntos, acariciam-na. Sara é, da mesma forma, acariciada pela senhora e pelo sujeito que está atrás dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa profusão de mãos, começam, cada um, a acariciar também a mulher contra a qual estão encostados. Subitamente, em cada vagina há mãos de três pessoas, de dois homens e de uma mulher. E elas, cada vez mais intensamente, talvez pelo desejo que têm uma da outra, talvez pelo receio que se pararem eles fiquem menos estimulados e menos disponíveis para aquela experiência, beijam-se. A suavidade com que os lábios ainda há pouco se tocavam desapareceu. As línguas buscam-se, saciam-se, escapam em movimentos mais bruscos, saindo da boca em que se refugiavam….&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5924569646029518989?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5924569646029518989/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5924569646029518989&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5924569646029518989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5924569646029518989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxix.html' title='Mansão Mello, xxix'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7917005098031852482</id><published>2007-07-12T16:28:00.000+01:00</published><updated>2007-07-12T16:29:38.271+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxviii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Afastando o cortinado com a mão, as duas, paradas, assimilam com a dificuldade e o espanto natural, a cena, melhor, as cenas que se lhe deparam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com um movimento de cabeça, visivelmente já usado em ocasiões anteriores, o sujeito dá indicação à senhora para que entre. Aproxima-se delas, afasta Joana com um suave toque e Sara da mesma forma. Entra e vai a um armário embutido, dissimulado pela cor idêntica à das paredes. Abre as portas e tira, de dentro dele, cinco coleiras e cinco trelas. Chega-se ao grupo, uma ao Bruno, outra ao inglês e uma ao sujeito. Curva a cabeça, submissa e ele coloca-lhe a coleira que ele acabou de lhe dar. Aproxima-se novamente das duas amigas e coloca, primeiro numa e depois noutra, as coleiras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sara e Joana olha-se surpresa. Entram naquela fase onde parecem que saem do próprio corpo, onde se vêm à distância, onde as reacções que têm lhes fogem ao controle, onde lhes são completamente alheias. Conscientemente querem reagir. Pedir ‘calma’, ‘tempo’, e outras coisas que lhes dêem a elas precisamente o que pedem aos outros: tempo para se acalmarem. Os corações batem, intensamente, vigorosamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sara fica com a coleira posta. Joana, imediatamente a seguir, também. A senhora afasta-se e dá espaço para que o sujeito entre. Passa por entre elas e, erguendo o braço, prende uma trela a um dos cabos que atravessava o comprimento da sala e outro a um dos cabos que a atravessava na largura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Chegue-se aqui.”, diz a Sara. Sara aproxima-se e ele prende-lhe a trela à coleira. A actividade na sala, alheia a estas movimentações, prossegue. Chama Joana e prende-a à outra coleira. Como se a movimentação já estivesse encenada, Bruno e o Inglês aproximam-se Joana e colocam-se um atrás e outro à frente dela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começam a percorre-la com a ponta dos dedos, em movimentos e gestos cada vez mais insinuados. Sara olha-os. E sente medo. Medo de, novamente, ficar a ver de não participar. E toma a iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Pode chegar aqui?”, pergunta à senhora, numa voz insegura. A senhora aproxima-se. Sara coloca-lhe a mão no pescoço, aproxima-se dela e olha para o sujeito. O sujeito observa-as, inexpressivo. Era o que ela pretendia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Lentamente, como se estivesse a avaliar a reacção dela, aproxima-se da face da senhora. Curva um pouco a cabeça à medida que se aproxima dela, dando a entender que a vai beijar. Reciprocamente, a senhora inclina a cabeça dela na direcção oposta. Os lábios aproximam-se, simultaneamente receosos e ansiosos. Tocam-se. As bocas, instintivamente abrem-se; as línguas, sem esperar que os lábios se selem, tocam-se, sentem-se e acariciam-se. Tocam uma na outra, delicadamente, com a sensibilidade que as mulheres, aparentemente, todas possuem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora coloca as mãos na cintura de Sara. Sara as mãos na cintura da senhora.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sujeito olha para a sala e cruza o olhar com dois homens na casa dos trinta anos. Sem qualquer palavra, sabem o que aquele olhar significa e aproximam-se deles, deixando o grupo que integravam mais reduzido mas, nem por isso, menos entretido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7917005098031852482?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7917005098031852482/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7917005098031852482&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7917005098031852482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7917005098031852482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxviii.html' title='Mansão Mello, xxviii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7810435177292625814</id><published>2007-07-11T14:37:00.001+01:00</published><updated>2007-07-11T15:34:19.280+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxvii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os gritos, as vozes, os gemidos que a guia lhes descreveu no início da visita têm ali a sua explicação. As argolas que viram na sala e que poderiam servir para muita coisa, desde para pendurar enfeites até para criar divisórias temporárias, têm uma explicação extraordinária, muito mais estranha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sala, onde ainda há pouco especulavam os jantares que lá se realizariam, os bailes com bandas formais a tocarem peças clássicas de compositores alemães e russos, não há mobília… nem mesa, nem cadeiras em sue redor, nem aparadores cobertos por serviços de jantar decorados com cenas de caça a cavalo… nada. A sala é usada, aparentemente, como pavilhão, como recinto amplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão, talvez e por alto, umas trinta pessoas. Presos às argolas estão cabos, cordas, de uma ponta à outra da sala, paralelos entre eles, espaçados talvez um metro, talvez dois. Perpendiculares a eles há mais cabos, com um espaçamento idêntico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as pessoas que estão na sala têm uma coleira de cabedal negro, fechada por uma fivela de cobre. Cada uma das coleiras tem uma argola de metal. Presa a cada argola está um cabo, com uns quatro metros, que na extremidade oposta está preso aos cabos que atravessam a sala de parede a parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada cabo da parede tem uma pessoa presa que, destro do raio dos tais quatro metros que a trela permite, se pode deslocar livremente, interagindo com as pessoas que se localizem ou desloquem para dentro desse raio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma certa forma, algo estranha e contraditória, estão todos presos e estão todos livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num canto da sala, dois homens e duas mulheres estão agrupados, numa espécie de orgia onde cada movimento mais mal planeado poderá entrelaçar as trelas e mantê-los presos por mais tempo do que desejam. Uma das senhoras está de gatas, joelhos e palmas das mãos assentes no chão. Por trás, ajoelhado, um dos sujeitos penetra-a vigorosamente, apoiando as mãos na cintura dela. À frente dela o outro sujeito, ajoelhado, tem o sexo na boca dela, mãos submersas entre os cabelos dela. A boca dele está na vagina da outra senhora que, de pernas abertas por cima dela, está de costas para ele. Enquanto este mergulha de cabeça nela, ela apoia-se na cintura do sujeito que penetra a outra por trás e acaricia-lhe, com os lábios, os mamilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meio da sala uma senhora com mais idade, aí na casa dos seus 50 anos, está deitada de costas, apoiada nos cotovelos e de pernas abertas, flectidas. Entre as penas dela está a cabeça de um sujeito, apoiado nos cotovelos e nos joelhos, de cintura erguida. Deitada de costas para o chão outra senhora da aparentemente da mesma idade, chupa-o com uma energia incrível. De pernas abertas, um sujeito penetra-a, apoiado nos pés e nas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário repete-se por toda a sala, com alguma variância no equilíbrio de géneros; ora com mais mulheres, ora com mais homens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7810435177292625814?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7810435177292625814/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7810435177292625814&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7810435177292625814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7810435177292625814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxvii.html' title='Mansão Mello, xxvii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7104855617292308894</id><published>2007-07-10T12:20:00.000+01:00</published><updated>2007-07-10T15:14:02.832+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxvi</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Descem as escadas, na mesma fila indiana em que deixaram o quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os que vão na fila seguem o seu percurso, alheios ao que se passa para lá daquela cortina de acrílico, daquela parede imaginária que os coloca no mesmo espaço, invisíveis aos outros, invisíveis a eles próprios que, do lado de lá dessa parede, vivem sem saber que, mesmo ao lado, estão a viver uma outra experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sara e Joana, à medida que descem as escadas, olham, pasmadas, incrédulas mesmo, com a típica boca-aberta, com o típico queixo caído, de quem vê mas tem dificuldade em acreditar no que vê. Têm, ambas, uma enorme vontade de passar a cortina, de quebrar o vidro, de estender a mão e de tocar, de sentir o que do outro lado se passa. Mas essa vontade, grande que é, é menor que o desejo sexual, que a vontade quase animalesca que têm de se realizar sexualmente, de experimentarem sexualmente. E as experiências que ainda há pouco ambas estavam a ter não só lhes criam expectativas, como as atraem, as seduzem de forma que nem elas, que obviamente se conhecem como ninguém, conheciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegam ao fim das escadas, curvam em direcção ao salão onde tinham estado no início da visita à Mansão Mello. Joana lembra-se que a sala para a qual se dirigem é aquela onde Sara tinha ficado imóvel, estática, arrepiada aquando da visita Guida pela senhora, agora alguns metros à frente delas. Vira a cabeça para trás, em direcção a ela e pergunta “Sabes o que se passa lá?”. Ao mesmo tempo que faz a pergunta repara na expressão de Sara. O ar espantado, pasmado, que seria suposto ainda ter, devido ao que se passava ‘para lá da cortina’, tinha desaparecido completamente. Um leve e inegável sorriso, uma face descontraída e luminosa davam a entender que o se iria lá passar era do agrado dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvem-se vozes, sons baixos, abafados, presos, ora por lábios cerrados, ora por lábios trincados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvem-se murmurares, sussurrares, gemidos. Ouvem-se passos, abafados por um tapete entre eles e o soalho, e passos sonoros, marcados pelo ecoar do som na caixa-de-ar por baixo do soalho escuro. Ouvem-se, cada vez nítidos, os sons. Cada passo na direcção da sala permite a definição mais clara do som, da sua origem, da sua causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentem-se as pessoas. Diversas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegam à entrada da sala, mantendo a fila indiana e o sujeito pára. Atrás dele param o inglês, Bruno e a senhora. “Vá, entrem!”, diz Bruno, com um misto de desafio e provocação. Sara coloca-se à frente Joana e afasta o cortinado escarlate forte. À frente dela, à frente de Joana um cenário satriano, ultrapassa tudo o que podiam imaginar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7104855617292308894?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7104855617292308894/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7104855617292308894&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7104855617292308894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7104855617292308894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxvi.html' title='Mansão Mello, xxvi'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-5976135199840564250</id><published>2007-07-10T09:14:00.000+01:00</published><updated>2007-07-10T09:15:41.315+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>Sórí</title><content type='html'>Ontem tive possibilidade de actualizar aqui o meu cantinho, mas hoje não se livram de mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-5976135199840564250?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/5976135199840564250/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=5976135199840564250&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5976135199840564250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/5976135199840564250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/sr.html' title='Sórí'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-14772447154067219</id><published>2007-07-06T15:22:00.000+01:00</published><updated>2007-07-06T15:23:22.293+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxv</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Simultaneamente, o sujeito tira o sexo de dentro dela e a mão da vagina Joana, afasta-se dela uns centímetros e, num tom de voz suficientemente alto para que todos o ouçam, diz “Vamos lá para baixo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sara e Joana ficam surpresas. Não entendem o que lá em baixo quer dizer, se bem que os barulhos, as vozes, os ruídos de ocasionalmente mais altos, lhes chegam aos ouvidos e, daí, à libido, já lhes permitem, com alguma segurança, ter uma leve ideia do que lá se passará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lenta, mas firmemente, como se hipnotizado, o inglês sai da vulva de Sara; do mesmo modo, Bruno sai da boca dela. Sara fica, à falta de melhor palavra, insaciada, desejosa de mais, desejosa por mais. Olha para Joana, igualmente surpresa, surpreendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito encaminha-se para a aporta, pára perto da cadeira onde a senhora está e, num gesto puramente cavalheiresco, dá-lhe a mão para que ela se levante. Ela, senhora, não no sentido do género ou do substantivo, mas sim no sentido do trato e da delicadeza, pousa gentilmente a mão na dele e ergue-se sem lhe pesar. Por momentos parece que esquece todo o cuidado que teve ao sentar-se com o falo dentro dela, rendida que fica ao gesto dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente atrás, despidos como estavam, vão o inglês se Bruno. Deitada de lado em cima da cama, ainda apanhada pela súbita mudança de enredo, Sara olha-os com surpresa. De mãos na cintura Joana tem a mesma expressão. Bruno olha para trás, apara elas, sorri e diz “Se fosse a vocês vinha connosco.”. Elas olham-se e, numa daquelas concordâncias que surgem das simples expressões, dos simples gestos, dos ainda mais simples –e também mais complexos- olhares, levantam-se e vão atrás deles. Assim, tal como estão. Despida e pouco vestida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem em fila indiana, pelo corredor, como se de alunos de uma escola primária se tratassem, obedientes atrás do tutor. Chegam à escada e começam a descer. Sara e Joana ficam, imóveis, estáticas, boquiabertas no cimo da escada, a olhar para baixo, para o rés-do-chão do edifício. Em baixo, comos e duas dimensões paralelas coexistissem, comos e o sonho se tornasse realidade enquanto a realidade avança, imparável no seu curso, estão elas. Elas, Bruno, o casal inglês, Marta…. todas as pessoas que vinham com elas estão lá. Falam, olham, tocam… seguem a visita, sem qualquer alteração, sem qualquer contratempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficam as duas confusas, sem saber o que se passa. Inseguras de si, do que ali fazem, de qual destino irão ter. Ficam apreensivas. Bruno, novamente Bruno, olha-as e diz “Venham. Vamos ter com toda a gente.”. E isso tranquiliza-as. Talvez por aquela pessoa ter embarcado naquele enredo ao mesmo tempo que elas, talvez por o conhecerem de outra forma, talvez por nele depositarem alguma confiança ou talvez porque, no seu âmago, ambas queiram continuar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-14772447154067219?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/14772447154067219/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=14772447154067219&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/14772447154067219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/14772447154067219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxv.html' title='Mansão Mello, xxv'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-3784188178089963887</id><published>2007-07-06T15:08:00.000+01:00</published><updated>2007-07-06T15:10:42.030+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casual'/><title type='text'>Estrada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sabem uma coisa? Vou fazer uma coisa que não faço há algum tempo: pegar na mochila, no saco cama e fazer-me à estrada. Estou com essa vontade. De partir à aventura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Alentejo, aqui vou eu! Mal saia do trabalho, claro! :D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-3784188178089963887?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/3784188178089963887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=3784188178089963887&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3784188178089963887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3784188178089963887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/estrada.html' title='Estrada'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-3206827383515940676</id><published>2007-07-05T16:46:00.000+01:00</published><updated>2007-07-05T16:47:26.505+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxiv</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;À frente de Sara, do Inglês e de Bruno, a senhora é penetrada pelo sujeito, ainda curvada para a frente, mas já solta dos pulsos. No ânus, o falo negro permanece imóvel, preso pela força que sobre ele é exercida. Os fios negros que na base estão presos, que tanta proeminência lhe dão caem, metade para cada lado do pénis do sujeito, metade sobre cada perna dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não se mexa.”, diz-lhe. Pára com o sexo dentro dele alguns instantes, como que a testar a obediência dela. Ela não se move. Tira o sexo de dentro dela, lentamente e baixa-se. Solta-lhe os tornozelos e passa suavemente os dedos nas marcas, num atípico gesto de carinho, de preocupação.&lt;br /&gt;“Ponha-se de pé.”, diz-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lentamente, a senhora coloca-se na vertical, unindo as pernas com cuidado, erguendo o tronco também com cuidado. A preocupação, pelo menos aparente, é se o falo que tem no ânus a magoará o que, pela expressão facial dela não acontece. Entretanto o sujeito ergueu-se também.&lt;br /&gt;Apontando para a cadeira que está encostada a parede manda-a sentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A submissão a que ela esteve sujeita, a que ela submissamente se sujeitou são por demais evidentes. As costas e as nádegas dela têm marcas quase vermelhas, aliás, encarnadas seria o termo certo, marcas fortemente rosadas. Do ânus dela cai o conjunto de fios, que lhe dão uma aparência algo animalesca, grosseira, subjectivamente, algo porca, badalhoca… Chega à cadeira e apoia as mãos nos braços dela. suavemente, com o mesmo receio de há pouco, senta-se. Inesperadamente, ou talvez não, não cruza as pernas. Retomando a personalidade que já conhecemos, o sujeito ordena-lhe que as cruze. Lentamente ela fá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cama, Sara continua a realizar o seu sonho. O inglês penetra-a continuadamente na vagina. De cócaras em cima da boca dela, Bruno penetra-a, com alguma profundidade, não lhe dando qualquer hipótese de reacção, não lhe dando qualquer hipótese de ser ela a suga-lo, a chupa-lo, a fode-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coloca-se atrás de Joana. Da cadeira, a senhora observa tudo. Fica a sensação que gostava de se masturbar, de acompanhar o falo artificial com os dedos, no buraco da frente, mas que não o faz por respeito à vontade dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito encosta-se a Joana com o sexo ainda fora das calças, ainda erecto, rente ao cinto, impecavelmente erguido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leva as mãos à cintura dela, àquele lugar onde a pele é, sem motivo aparente ou racional, muito mais macia, muito mais sensível a qualquer estímulo, a qualquer toque. Os mamilos dela sobressaem pelo tecido da camisa de alças. Está visivelmente nervosa, visivelmente impaciente. Arrepia-se, mas os dedos dele a tocam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mãos dele descem por baixo da saia, por baixo das cuecas e chegam à pelugem dela. Descem mais um pouco e chegam ao sexo dela. Está molhada. Completamente molhada. Chega a cabeça ao ouvido dela e diz “Levante a saia atrás.”. Ela obedece, aparentemente sem sequer pensar no que está a fazer. Fica com o traseiro apenas coberto pelo tecido das cuecas. A mão direita do sexo dele desce mais um pouco. Passa por cima da vagina e, à medida que desce, obriga-o a curvar-se para a frente e, por consequência a ela a curvar-se também. Com os dedos afasta as cuecas e, com o polegar, puxa o pénis para o espaço agora aberto. Empurra os quadris para a frente e penetra-a em todo o comprimento do sexo dele. Ela solta um profundo ‘ah’ e ejacula. Imediatamente, instantaneamente, ejacula.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-3206827383515940676?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/3206827383515940676/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=3206827383515940676&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3206827383515940676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3206827383515940676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/manso-mello-xxiv.html' title='Mansão Mello, xxiv'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4489138286204659055</id><published>2007-07-04T16:08:00.001+01:00</published><updated>2007-07-04T16:09:52.609+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casual'/><title type='text'>Casual, vi, fim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ela diminui progressivamente a velocidade do ondular, do cavalgar, numa tentativa de não diluir todas as sensações que a percorrem, numa tentativa de as assimilar, de, passando a redundância, de as sentir a todas e a cada uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pára finalmente, sentada sobre mim, sobre o meu sexo. “Agora és tu.”, diz, numa alusão à necessidade de ejacular rapidamente, antes que sejamos descobertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós com as mãos nos meus ombros, eu com as mãos nas nádegas dela, retomamos os movimentos rápidos e sincronizados que abandonamos quando ela ejaculou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapidamente as minhas mãos voltam aos peitos dela, os meus lábios seguem-nas, sedentos, sequiosos do sabor e da textura deles. Perdemo-nos novamente no pescoço, no lóbulo, no ouvido um do outro, perdemo-nos novamente um no outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraçamo-nos, encostamos as cabeças e, ela com as mãos nas minhas costas, eu com as mãos nas nádegas dela, diz-me “Fodes mesmo bem…”. E assim reatamos a conversa onde a tínhamos deixado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Também adoro foder-te….”, digo-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gosto de sentir o seu caralho dentro de mim…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E eu gosto de o ter dentro de ti, da tua boca, nas tuas mamas… gosto de te foder de todas as maneiras…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu adorava que me atasses….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como é que querias que te atasse?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De costas para cima, pernas e braços abertos, bem esticadinha, para não poder resistir…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E gostavas que te comesse a coninha assim?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Adorava. A coninha e o resto….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E eu comia-te toda. A coninha, o cú,… comia-te toda….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como é que me comias?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gemidos intensificam-se, mudos, tornando as frases mais compridas, as palavras mais lentas, as sílabas mais separadas, mais afastadas, entremeadas pelos tais gemidos e pela respiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com a boca, com a língua. Fodia-te com a língua, com os dedos, com os dois ao mesmo tempo e depois comia-te com o caralho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente, ela afasta a cabeça da mina, da posição em que estávamos, olha-me e, ao mesmo tempo, agarra num pedaço de cabelo meu e curva-me a cabeça para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Adorava sentar-me em cima da tua boca e masturbar-me até me esporrar toda para dentro de ti.”, diz-me ela, fazendo a língua dela entrar na minha boca logo no fim da frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijamo-nos, com força, com intensidade, num beijo pronógrafo, lascivo. Muito lascivo. As minhas mãos continuam nas nádegas dela, impulsionando-as e afastando-as cada vez com mais intensidade e, simultaneamente, cada vez com menor controlo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afasto-me dela, e digo-lhe “Quero-me vir para as tuas mamas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queres vir-te agora?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quero. Sai de cima de mim, ajoelha-te à minha frente e faz-me vir nelas”, respondo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem hesitação ela fá-lo. Ajoelha-se à minha frente, pernas unidas e coloca uma mão no meu peito. A outra no meu sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha-me, masturbando-me. Leva a boca à glande e deixa-a aberta, sem lhe tocar, dando a entender que se ejacular naquele momento ejacularei para a boca dela. Provoca-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ergue-se e, permanecendo de joelhos, beija-me os mamilos, um e depois o outro, nunca parando de mover a mão ao longo do meu sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto aquele formigueiro na base do sexo que sabe tão bem e que, na medida inversa ao bem que sabe, dura tão pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sente que estou prestes a ejacular e encosta-se a mim, descendo um pouco o tronco. Coloca o meu sexo entre os seios e, mantendo-o lá com a mão, masturba-se com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gostas que seja a tua puta?”, pergunta, sabendo que aquele será o clímax momento. Ejaculo, no momento que a primeira sílaba de ‘puta’ acaba de sair e a segunda já lhe vem atrás. Ela move-se, move-se toda, para cima e para baixo, à medida que esguichos, jorros de sémen saem de dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentado, encosto-me ao espelho. Ela ergue-se e beija-me. “Tenho que vir aqui experimentar roupa mais vezes.”, diz. Pega nas minhas cuecas, limpa o sémen do corpo dela e mete-as na carteira. As dela, coloca-as no bolso das minhas calças. Vira-se de cosas para mim, baixa-se insinuadamente e pega na saia. Permanece alguns instantes curvada. Por cima do ombro olha-me. Veste a saia, à medida que se ergue. Apanha o soutien, a camisa e veste-os. Curva-se, beija-me, num beijo rápido, onde apenas os lábios se toca e diz “Fazia de tua puta quando quisesses…”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4489138286204659055?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4489138286204659055/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4489138286204659055&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4489138286204659055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4489138286204659055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/casual-vi.html' title='Casual, vi, fim'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-286473152541262304</id><published>2007-07-03T17:11:00.000+01:00</published><updated>2007-07-03T17:12:34.947+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casual'/><title type='text'>Casual, v</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Lentamente, os movimentos ganham ritmo, velocidade. As minhas mãos continuam nas nádegas dela, ora acompanhando os movimentos dela, ora empurrando-a para cima e amparando as descidas dela sobre mim e sobre o meu sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha boca percorre-a. Peito, pescoço, braços, mamilos, demoradamente, frequentemente, os mamilos. As mãos soltam as nádegas e, também elas, percorrem-na, exploram-na. Os dedos entram na boca dela, saem e entram na minha para, imediatamente depois, voltarem a entrar na dela, acompanhados pela minha língua e, também imediatamente a seguir, pela língua dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentamos não fazer sons, que os sons que saiam de nós sejam mudos, abafados, comprimidos entre dedos, entalados entre unhas que se espetam na carne. Mas é infrutífero. Os sons, gemidos amordaçados ora em lábios trincados ora em lábios colados, saem. Mudos não, mas quase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apressamo-nos, com medos de qualquer intromissão, com receio de qualquer interrupção. Sem trocarmos uma palavra, ambos pensamos o mesmo. Buscamos, com mais intensidade, o prazer limite, o prazer final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos intensificam-se, apoiados em bicos de pés, nos dela e nos meus. Beijamo-nos, acariciamo-nos, Curvo a cabeça e a boca dela, a língua dela, quente, percorre-me o pescoço, mergulha na orelha, busca a minha boca e ergue-me novamente a cabeça. Beijamo-nos e procuro, agora eu, o pescoço dela, beijando-o, tocando-lhe com a língua, percorrendo-o com a língua, mordiscando-o, à medida que as minhas mãos regressam às nádegas dela e lhe incentivam ainda mais os movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mãos dela descem pelas minhas costas, deixando em todo o percurso a marca das unhas na minha pele. As minhas, pelas costas dela, deixam a mesma marca, a mesma recordação daquele momento fugaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não te venhas para dentro de mim.” Diz ela baixinho, numa voz sôfrega, rouca, marcada pela respiração intensa, enérgica. Leva a mão ao clítoris e, à medida que a fodo, à medida que ela me fode, acaricia-o. “Fodes tão bem…”, diz ela, iniciando aquela conversa, aquele tipo de linguagem que excita tanto quanto o acto de foder em si. Queremos, os dois, levar o momento até ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tu é que fodes bem. Fazia de ti a minha puta…”, digo-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fazias?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sim, fazia. Fodia-te sempre que quisesse…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como é que me fodias?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como me apetecesse. Fazia de ti a minha puta, a minha escrava….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E obrigavas-me a fazer o que quisesses?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não obrigava. Amarrava-te de modo a que ficasses com os buracos todos à mostra...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E o que é que fazias?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deitava cera derretida em cima de ti…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E que mais?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fodia-te os dois buracos ao mesmo tempo, com os dedos, até te esporrares toda….”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ai sim?”, diz ela, mais prolongadamente, acompanhando aquelas duas palavras, aquelas simples cinco letras com um ’ai’ profundo, intenso, por um calor que envolve o meu sexo, por um líquido quente que lhe diz que é bem vindo. “Estou-me a vir! Estou-me a vir!”, diz baixinho, estremecendo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-286473152541262304?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/286473152541262304/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=286473152541262304&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/286473152541262304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/286473152541262304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/casual-v.html' title='Casual, v'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-8470485507019587050</id><published>2007-07-02T16:12:00.000+01:00</published><updated>2007-07-02T17:22:08.961+01:00</updated><title type='text'>Casual, iv</title><content type='html'>Levo as mãos ao cabelo dela e puxo-a para cima, obrigando-a a levantar-se a tirar o dedo que tinha dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beijo-a e levo a mão ao pulso dela. Agarro-o, com alguma força e encaminho-o para a boca dela. A minha intenção é, entre aspas, obriga-a a chupar o dedo que teve dentro de mim, a, de alguma forma, dar-lhe a provar aquilo que ela me deu a sentir, mas, inesperadamente para mim, ela antecipa-se. A mão que tento conduzir pelo pulso conduz-me a mim; ela separa os lábios, estica o dedo indicador e coloca-o dentro da boca, empurrando-o para dentro dela e retirando-o duas ou três vezes. “Era isto que querias?”, pergunta, sabendo que era mesmo isso que queria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sento-me no banco, de costas para a parede e de frente para ela. Ela afasta as pernas e senta-se em cima de mim, mas não em cima do meu sexo. Aproxima-se de mim e beija-me, levando uma mão a ele. Afasta os quadris um pouco e, com a glande, masturba-se, acariciando com ela o clítoris.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desaperto-lhe lentamente a camisa, deixando-lhe o soutien desarrumado e parte do peito à mostra. Sem lhe tirar a camisa, levo as mãos atrás das costas e desaperto o soutien. Por momentos, larga o meu sexo, inclina os braços para trás e, por arrasto, os ombros. Camisa e soutien caem, deixando-a de tronco nu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; Olha-me e volta a pegar no meu sexo, encaminhando-o para o monte de prazer dela. Debruço-me sobre o peito dela e beijo-lhe um mamilo e depois o outro. Tem uns mamilos pequenos, com uma auréola pequena, escura e bem delineada e uns mamilos erectos, também pequenos, mas muito provocadores, muito excitantes. Beijo-os, sorvo-os, sugando o mamilo para dentro da minha boca e deixando-o dessa forma preso. A língua toca-lhe no mamilo, contornando-o, saboreando-o.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela ergue a cintura, apoiando-se na ponta dos pés. Com a mão, faz deslizar o meu sexo pela fenda dela, repetidamente, para trás e para a frente, penetrando-se um pouco com a glande e, depois, saindo e voltando ao clítoris. Eu continuo a saborear-lhe o peito, prendendo um deles com a boca e acariciando o outro com a mão, mamilo preso entre polegar e indicador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aponta mais uma vez a glande em direcção à vulva e tenho, e peno que ela também, aquela sensação deliciosa de penetração, quando –e explico a parte masculina da coisa-, o sexo é lentamente envolvido pelo calor húmido da vagina. Ela desce totalmente sobre mim; o sexo fica todo dentro dela. Ela olha-me, lábios entreabertos, com uma expressão inegável de satisfação, de prazer. Eu, presumo com algum grau de certeza, olho-a com a mesma expressão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Levo as mãos às nádegas dela, abro-as e abarco-as nas minhas palmas. Lentamente começamos a ondular os corpos, a deixarmo-nos levar pelo prazer que se aproxima e que se sente cada vez mais, como luz que fica maior à razão que nos aproximamos dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-8470485507019587050?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/8470485507019587050/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=8470485507019587050&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8470485507019587050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/8470485507019587050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/07/casual-iv.html' title='Casual, iv'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7787140126715269456</id><published>2007-06-29T17:02:00.000+01:00</published><updated>2007-06-29T17:03:21.307+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casual'/><title type='text'>Casual, iii</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Tiro o sexo de dentro dela e as mãos da cintura passam para o cinto das calças. Desaperto-as, desaperto o botão, o fecho e, num ondular de ancas, faço-as descer até aos tornozelos. Ela, que me observava durante este processo, leva as mãos ao elástico das cuecas, afasta-o, dando espaço para que o meu sexo volte para dentro delas e puxa-as até baixo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Coloca-se de cocaras à minha frente, sem que eu esteja à espera. A mão direita dela fica na minha anca; a esquerda vai ao meu sexo e encaminha-o para a boca. Envolve-o com os lábios e sorve-o para dentro dela. Com a mesma velocidade com que envolve o pénis, afasta os lábios e leva-os aos testículos, empurrando o sexo para cima, de encontro ao meu ventre. Envolve um, depois outro. A mão direita dela desce da minha cintura e vai para os testículos, envolvendo-os a cada instante que os lábios os largam. Desliza os dedos por entre eles, afastando-os, empurrando-os cada um para seu lado. Desliza um dedo -não sei qual-, por entre eles e encosta-o ao meu ânus. Vira a cabeça para mim e diz "E agora?". Surpreso, não respondo. Aliás, a velocidade a que as coisas se passam na realidade e a velocidade a que é possível descreve-las em palavras é bastante diferente, com a realidade a ganhar com um considerável avanço.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A mão que mantinha o meu sexo encostado a mim solta-o, deixando que assuma a sua posição natural. A cabeça dela sobe, os lábios separam-se e, cobre-o novamente com a sua boca quente. O dedo entra por mim, descarado, insolente. A cabeça dela debruça-se vez após vez sobre mim, em golpes profundos, impetuosos. Subitamente, num recuo, solta o pénis; o dedo permanece dentro de mim. "E agora?", volta a perguntar, em tom de desafio, quase de provocação, da provocação que deseja resposta.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E outra das vantagens que descobri nestas casualidades da vida que, inesperadamente, como aliás todas as casualidades, acontecem, é que a quase certeza de nunca mais nos vermos, a quase gratuitidade, a efemeridade levam a que as inibições, as censuras desapareçam.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Continua segunda.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7787140126715269456?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7787140126715269456/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7787140126715269456&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7787140126715269456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7787140126715269456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/casual-iii.html' title='Casual, iii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-2335336282643811991</id><published>2007-06-29T11:25:00.001+01:00</published><updated>2007-06-29T11:30:16.403+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>O meu amor existe</title><content type='html'>"O meu amor tem lábios de silêncio&lt;br /&gt;E mãos de bailarina&lt;br /&gt;E voa como o vento&lt;br /&gt;E abraça-me onde a solidão termina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu amor tem trinta mil cavalos&lt;br /&gt;A galopar no peito&lt;br /&gt;E um sorriso só dela&lt;br /&gt;Que nasce quando a seu lado eu me deito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu amor ensinou-me a chegar&lt;br /&gt;Sedento de ternura&lt;br /&gt;Sarou as minhas feridas&lt;br /&gt;E pôs-me a salvo para além da loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu amor ensinou-me a partir&lt;br /&gt;Nalguma noite triste&lt;br /&gt;Mas antes, ensinou-me&lt;br /&gt;A não esquecer que o meu amor existe."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Palma, 'O meu amor existe'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ouço ou leio isto recupero toda a fé na raça humana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-2335336282643811991?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/2335336282643811991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=2335336282643811991&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2335336282643811991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2335336282643811991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/o-meu-amor-existe.html' title='O meu amor existe'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-3858033963962232230</id><published>2007-06-28T12:22:00.000+01:00</published><updated>2007-06-28T15:25:18.786+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casual'/><title type='text'>Casual, ii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ele coloca as mãos por cima das minhas, que na cintura dela a puxavam de encontro a mim. Entrelaça dos dedos nos meus e encaminha as minhas mãos para peitos dela. Fico curvado sobre ela. Os peitos dela enchem-me as mãos; movo-as, apertando-os, com as mãos dela por cima das minhas a seguirem, a aprovarem cada gesto, cada movimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ergo-me, tirando as mãos do peito dela e, pouco depois, o sexo. Coloco as mãos novamente na cintura e baixo-me atrás dela. Ela une as pernas e curva-se para a frente, mantendo as pernas esticadas e curvando a cintura. Leva as mãos às cuecas e tira-as. Ergue-se, para a posição em que estava e separa novamente as pernas. Aproximo-me dela e, com as mãos nas nádegas, afasto-as, deixando o sexo dela mais acessível. Aproximo-me e, sem qualquer pudor, penetro-lhe o buraco com a língua. Ela estremece e arrepia-se. "Pára, senão começo a gemer.". Paro e ergo-me. Ela vira-se para mim e beija-me, roubando-me algum do sabor dela que ainda permanecia na minha boca. Leva a mão ao meu sexo e masturba-me. Baixo o braço e levo a mão ao sexo dela. Ela afasta um pouco as pernas e penetro-a com os dedos indicador e médio. Beija-me com mais intensidade. Pára de me beijar, afasta-se milímetros e diz "Mas tu não vais gemer, pois não?". Sem que tenha tempo para responder, solta o meu sexo, tiro os dedos de dentro dela e baixa-se, ficando ao nível da minha cintura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leva a mão ao meu sexo, curva-o, sem qualquer preocupação pelo desconforto que me possa estar a causar e leva-o à boca. Sem cerimónias, sem formalidades de qualquer espécie, coloca metade do comprimento dele dentro da boca. Tenta empurra-lo mais para dentro, colocando as mãos nas minhas ancas, para travar qualquer ímpeto mais ousado, mas não consegue. Sinto o estreitar da garganta na glande e a língua dela, espalmada, debaixo do pénis. Mantém-o assim alguns segundos até que o retira, já com a face francamente rosada. Ofegante, inspira e expira profundamente. Da boca cai-lhe um grosso e espesso fio de saliva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levo as mãos ao cabelo dela e puxo-a para cima, esticando-lhe o cabelo e trazendo-a atrás dele. Ela fica de pé à minha frente, face ainda rosada. Puxando-lhe o cabelo, curvo-lhe a cabeça para trás. Baixinho, ela geme. De prazer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beijo-a, no preciso local onde o fio de saliva escorre. Com a mão aberta apanho o fio de saliva, fazendo a mão subir ao longo dele. Afasto a minha boca da dela e com a mão livre faço-a virar-se de costas para mim. Levo a mão molhada pela saliva à fenda dela e mando-a abrir-se. Ela afastas as pernas, leva as mãos às nádegas e separa-as. Com a mão espalmada espalho a baba dela pelo ânus e pela vagina. "O que vais fazer?", pergunta-me.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem lhe responder, sem fazer qualquer alteração aos movimentos que estava a fazer, encosto a cabeça do dedo médio ao ânus dela. "Isso não.", diz ela hesitantemente, sem mostrar grande certeza de que, de facto, não queria ter aquela experiência. Levo a mão esquerda, que estava solta ao cabelo dela e apanho-o todo numa madeixa só. Mantenho o dedo encostado ao buraco dela e, descendo um pouco a cintura, encosto também o meu sexo à entrada da vulva dela. Ela tenta mover-se de encontro a ele, naquela impossibilidade que lhe coloquei de ser penetrada na vagina e não no ânus. Curvo-me sobre ela, chegando-me um pouco para a frente, deixando que a glande a penetre. Sussurro-lhe ao ouvido "Queres que te foda?". "Na cona... Quero...", responde-me. Mantendo o dedo à entrada do ânus dela, digo "Então chega-te para trás devagarinho.". Lentamente, ela chega-se para trás, de encontro a mim, de encontro ao meu sexo e ao meu dedo. O sexo penetra-a, transmitindo aquela sensação tão característica de calor, humidade, aconchego. O dedo, esse, transmite aquela sensação, igualmente tão característica, de textura ligeiramente áspera, de calor seco, de aperto, claustrofobia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero penetra-la, fode-la sem restrições. Tiro o dedo e coloco a mão na cintura dela, acompanhando a outra mão que entretanto lhe soltou o cabelo. "Estava-me a saber bem...", diz ela baixinho. O corpo do meu sexo, que apenas a tinha penetrado a metade do comprimento, penetra-a totalmente, profundamente. Solto um abafado 'ahh', acompanhado pelo simultâneo mesmo som dela. Movo-me para trás e para a frente, lentamente, com medo que qualquer movimento mais brusco nos denuncie, com medo que qualquer movimento mais brusco leve ao fim prematuro daquela aventura inesperada e não planeada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, durante alguns instantes, acelerando ponderadamente o ritmo das penetrações, fodemos. Não fazemos sexo, não fazemos amor. Fodemos. Aproveito-me dela para me vir. E ela, mais conscientemente do que eu, faz o mesmo. Usa-me como se de um objecto de prazer se tratasse. E, naquele momento, soube o que sexo casual, descomprometido, eventual, queria dizer. E soube o bem que sabia, juntar ao sexo todos aqueles adjectivos até então inócuos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Senta-te.", diz-me ela, apoiando-se no pequeno banco que existia na cabine. "Quero que me comas as mamas enquanto me fodes.".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-3858033963962232230?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/3858033963962232230/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=3858033963962232230&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3858033963962232230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3858033963962232230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/casual-ii.html' title='Casual, ii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-2273309575755713300</id><published>2007-06-27T10:21:00.001+01:00</published><updated>2007-06-27T12:07:24.381+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casual'/><title type='text'>Casual</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Foi a minha primeira experiência deste tipo. Já tinha ouvido falar em coisas iguais mas, sinceramente, custava-me a acreditar. Mas é verdade... felizmente é verdade!No fim de semana que passou fui, já não me lembro se no sábado ou no domingo, ao centro comercial que há perto de minha casa. Dei uma volta, comprei dois cds e um livro e, quando ia nas escadas rolantes a subir para o primeiro andar, começo a sentir-me observado. O primeiro pensamento que me ocorreu é que seria algum dos meus amigos e que, a qualquer momento, iria levar uma cachaçada -se fosse um gajo-, ou um ataque de cócegas -se fosse uma gaja-. Mas nada. Segundos, que naqueles momentos parecem minutos, horas, sem nada. Mas eu continuo-me a sentir observado, e observado de perto. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Resolvo virar-me e desfazer tanto o mistério como a minha curiosidade.Atrás de mim está uma rapariga, aí na casa dos vinte, vinte e poucos, a olhar-me. Descaradamente, de forma atrevida, assumida. Sinto, de imediato, um aperto no peito. Pode não parecer, mas sou tímido. Sou muito sociável, mas sou tímido. Coisas da vida, enfim. Viro-me lentamente para a frente e, passados uns instantes, novamente para trás. Ela continua a olhar-me. Não sorri nem tenta estabelecer qualquer outra forma de empatia, de afinidade, de proximidade. Há uma carga sexual imensa no olhar e na posição dela... ela está com a mão esquerda no corrimão das escadas rolantes, anca saída e mão direita assente nela. Viro-me para a frente novamente e, quando pensava que aquele iria ser o fim daquela 'experiência', ela passa por mim e, discretamente, com a palma da mão aberta e virada na minha direcção, passa-a por mim, na nádega, na anca e um pouco na virilha. Pára um degrau à minha frente, apoiando a mão direita no corrimão da escada e levando a esquerda à nádega... espalma a mão de encontro a ela e estica o tecido da saia, fazendo com que ele revele ainda mais os contornos dos seus quadris, do seu traseiro. Trás uma cuecas de tanga debaixo de uma saia castanha de tecido que, aos olhos leigos de um homem, parece elástico, mas que pode muito bem não o ser. O tecido é leve, muito leve mesmo. No mesmo tecido, mas em negro, é a camisete. O cabelo é negro, encaracolado. Os sapatos têm um salto de dois ou três centímetros, implantando não na extremidade do sapato mas a meio do calcanhar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela vira a cabeça insinuadamente para trás e olha-me de cima a baixo. Sinceramente, pensei que estava num filme ou coisa parecida. Olho-a e olho mais descaradamente para as nádegas dela. Ela vê e ergue os quadris mais um pouco, sobressaindo-as ainda mais. Ergue um pouco a mão, erguendo por arrasto uns centímetros da saia. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A escada chega ao fim e ela sai para o primeiro andar. Saio atrás dela e, fazendo-me de distraído, como se uma montra de tapetes persas alguma vez me pudesse interessar e deixo-me ir de encontro a ela. O meu sexo, naturalmente já erecto, vai de encontro às nádegas dela. "Desculpa. Ia distraído..."", digo-lhe. Não há problema.", diz ela audivelmente. Mais baixinho, a sussurrar, diz "Vem atrás de mim.". E eu sigo-a. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela entra numa loja de roupa, daquelas das grandes cadeias de pronto-a-vestir, e pára junto dum expositor. "Pega numa peça de roupa e vem ter comigo aos provadores.". Vejo-a a pegar numa camisola de alças e num vestido preto curto. Pego numas calças e numa t-shit e coloco-me atrás dela na fila de entrada para as cabines. Uma rapariga conta as peças que ela leva e dá-lhe uma ficha com o mesmo número escrito. Faz a mesma coisa a mim. Entro e vou para o provador em frente ao dela. Ela deixa a cortina mal fechada, de modo a poder ver-me. Eu faço o mesmo. Ela coloca a cabeça de fora e olha para o balcão à entrada dos provadores, onde a funcionária está. Mal ela se distrai ela faz-me sinal com a mão para que vá para a cabine dela. Vou, apressadamente, com a roupa na mão. Sinto-me nervoso, tanto pelo sítio publico onde estamos, como pelo facto de não conhecer a rapariga de lado nenhum. Mas, também e precisamente pelos mesmos motivos, sinto-me excitado. Muito excitado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Entro na cabine e ela, sem qualquer hesitação, põe a mão sobre as minhas calças, sobre o meu sexo. Aproxima-se de mim e beija-me com intensidade, movendo a mão sobre o comprimento do meu sexo. Levo as mãos às nádegas dela e puxo-lhe a saia para cima, passando a coloca-las directamente obre o traseiro dela. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apressadamente, ela desaperta o botão das calças e desce o fecho da braguilha. Põe a mão sobre os boxers, tentando encontrar a braguilha deles. Encontra-a e puxa, através dela, o meu sexo para fora. Pára de me beijar e baixa a cabeça, olhando-o enquanto me masturba. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Levo as mãos à cintura dela e viro-a, encostando o traseiro dela ao meu sexo despido. Ela leva as mãos atrás das costas e masturba-me mais ainda, com mais intensidade, com mais força e vigor. Encaminha a glande na direcção do rego dela e -o termo é mesmo este- esfrega-a nele, de cima para baixo e de baixo para cima. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Levo as mãos aos elásticos das cuecas que assentam nas ancas e puxo-os para baixo. Ela une um pouco as pernas, de modo a que as cuecas possam sair. Puxo-as para baixo e, à medida que desço os braços pelas pernas dela, com os elásticos presos pelos polegares, curvo-me sobre ela. Ela abre as pernas e eleva os quadris, tentando colocar o sexo dela o mais possível na direcção do meu. As cuecas ficam presas nos joelhos afastados dela, com os elásticos esticados, quase até ao ponto de cederem.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Levo as mãos à cintura dela e, encaminhando-a na minha direcção, penetro-a. Ela está totalmente molhada. O meu sexo entra até em todo o comprimento, até os testículos baterem nela.&lt;/p&gt;+&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-2273309575755713300?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/2273309575755713300/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=2273309575755713300&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2273309575755713300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2273309575755713300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/casual.html' title='Casual'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1739695551506029858</id><published>2007-06-19T16:31:00.000+01:00</published><updated>2007-06-19T16:37:39.056+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>isto é uma desgraça.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É bem verdade. isto é uma desgraça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Haverá ordenado, regalias e trinta-por-uma-linha, por fina que seja essa linha e por muito que se amontoem, acumulem os trinta, para parecerem ainda mais, que compense a exaustão, o cansaço, a falta de tempo para pensar, para olhar, para ouvir as conversas alheias, discretamente sentado num café e fazer delas, através da imaginação, minhas?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Haverá merdas, cenas, porcarias, futilidades, que é isso mesmo que elas são, que comprem aquilo que somos, aquilo que gostamos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pelos vistos há, ou já me tinha demitido e dedicado à escrita a tempo inteiro. Comia mais pão e menos carne, é verdade, mas a carne tb só faz mal....&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ontem não actualizei, hoje tb não e amanhã vai pelo mesmo caminho. Desculpem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1739695551506029858?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1739695551506029858/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1739695551506029858&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1739695551506029858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1739695551506029858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/isto-uma-desgraa.html' title='isto é uma desgraça.'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-726807231289928488</id><published>2007-06-15T16:36:00.000+01:00</published><updated>2007-06-15T16:37:18.753+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello,xxiii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bruno, apoiando-se, ergue-se, apoiando-se novamente na cama, e colocando-se deitado de lado, ligeiramente na diagonal, ao lado dela. O inglês apoia as mãos na cama e, como se estivesse a preparar-se para fazer uma flexão, ergue o corpo em peso e linha-se na direcção do sexo dela. Sara ergue um pouco as ancas, de modo a acomodar-se melhor à cama e à situação que, conforme prevê, se irá iniciar; vira a cabeça, de modo a ficar perpendicular em relação a Bruno. Separa os lábios, leva uma mão ao sexo dele e, simultaneamente, aproxima a cabeça dele e encaminha-o para dentro de si. Abaixo, o inglês encosta o sexo à vagina dela, fazendo a glande tocar no local exacto onde o buraco começa, onde a pressão, por ligeira que seja, excita, lubrifica, como se tal fosse necessário, e torna a entrada, a penetração, a fornicação, inevitável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela, Sara, sente dentro de si uma alegria, mesmo um júbilo crescente, difícil de explicar por palavras e apenas compreensível por quem o sente, por quem o vive de forma intensa, desejada. Vai ser penetrada naqueles dois buracos que mais facilmente recebem 'visitas', daquelas dejesadas, aguardadas. Sente-se nervosa, receosa, por não conseguir sentir tudo o que se irá passar em simultâneo nos dois locais... tem receio de mover as ancas e de não mover a cabeça, tem receio de mover a cabeça e de não mover as ancas, de um movimento mais brusco retirar um dos sexos de dentro de si, de magoar Bruno, de o arranhar, de fazer um movimento mais brusco, mais acentuado e de magoar o inglês. Tem receios, estes receios e outros. Tem-os porque pensa que está sozinha, que o que irá fazer falo-á sozinha. Está enganada, mas ainda não o sabe. Não é ela só a fornicar, ou melhor, não é ela a fornicar. São eles, todos, os três, num cúmulo de vontades, de desejos, de apetites que, quis o acaso ou outra força qualquer, mais ou menos oculta, mais ou menos mística, se juntassem naquele tempo naquele espaço e se concretizassem. Todos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O inglês numa estucada só, seca, profunda, coloca todo o comprimento do sexo dentro dela. Ela corresponde, movendo a cintura de encontro a ele, virando-a para cima, facilitando o caminho, tornando novas profundidades atingíveis, alcançáveis. O inglês corresponde e, fazendo força com as palmas das mãos na cama, empurra o sexo mais um pouco para dentro dela. Bruno sente-a parada em redor do sexo dele... os lábios não o envolvem, não o beijam; a língua não lhe serve de cama, de berço... a garganta não o suga. Não é assim que ele a quer e, desconfia, não é assim que ela quer estar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tira o sexo de dentro dela e, quase instantaneamente, coloca-se de pé. Vira-se de costas para o inglês e, por momentos, Sara teme que os seus medos se tenham tornada em fatal realidade, que a realização da sua fantasia esteja condenada, que as coisas fiquem, assim, por ali. Não pode reagir, não quer. Sabe que o inglês poderá ficar sentido, magoado, se entender que, sem o outro, ele deixa de ter o mesmo interesse. Sara sabe isso, sara pensa nisso. Aliás, esta preocupação com o que os outros poderão vir a sentir, como resultado de acções suas, sempre a inquietou. Fica num impasse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bruno baixa-se, mesmo por cima dela, colocando-se de cocaras em cima da face dela. Apoia as mãos na cama e, como se a boca dela fosse uma vagina, uma vulva, uma cona, penetra-a, em estucadas cada vez mais intensas, cada vez mais rápidas, mais ritmadas. Sara está aliviada e feliz. Aliviada, porque Bruno a penetra. Feliz porque ambos a penetram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sente-se ordinária, rasca, em sentido mais lato, uma puta. E sempre se quis sentir assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-726807231289928488?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/726807231289928488/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=726807231289928488&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/726807231289928488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/726807231289928488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/manso-melloxxiii.html' title='Mansão Mello,xxiii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7201019204103176862</id><published>2007-06-14T16:06:00.000+01:00</published><updated>2007-06-14T16:07:53.243+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxii</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Em estucadas longas, profundas, o sujeito penetra-a, segurando com a mão direita o 'rabo-de-cavalo' de encontro às costas dela. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Solta o 'rabo-de-cavalo', deixando que os fios caiam, livremente, e se alojem entre as pernas dele e dela. Empurrando a totalidade do pénis para dentro da vulva, curva-se sobre ela, colando-se a ela a todo o comprimento. As costas dela estão coladas à camisa dele, as calças dele às pernas dela, o pescoço dela à boca dele. Os braços dela aos dele. Ele percorre os braços dela com os dedos, em direcção aos pulsos. Chega lá e, no sítio onde as fitas os apertam e a mantém imóvel, coloca as suas mãos abertas. Aperta-as, fazendo com que à força dos nós das peças se junte a força dos dedos dele. Subitamente, e ao contrário do que seria de esperar,  desce as mãos mais um pouco e, com as duas ao mesmo tempo, cada uma em seu nó, solta-a. Ela sente-se surpreendida... mas não o mostra. Gosta que ele a conduza, que a oriente... gosta de ser o objecto dele, o seu gato-sapato.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na cama, em cima dela, o inglês continua a penetrar Sara com os dois dedos unidos, não que o espaço seja exíguo, mas a profundidade, o impulso que juntos tomam leva a que cheguem mais fundo a que, juntos, provoquem sensações, sentimentos, que separados seriam mais difíceis de atingir.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em cima, Bruno, deixou os peitos dela. Apoiou as mãos na cama, desceu a cintura ao longo do corpo dela e colocou as cuecas ao alcance dela, ao alcance da boca dela. Sem hesitar, sem demorar, com a motivação que a realização da fantasia, tão comum quanto inconfessada, tão consensual quanto ocultada, de ter, dentro de si, nos dois locais que pela ausência de incómodo, de dor, de atrito se tornaram mais habituais, dois falos, um em cada buraco, um no sexo, outro na boca, levou as mãos aos elásticos das cuecas dele e puxou-as para baixo. O mais para baixo que conseguiu, com receio que ele, num súbito assalto de pudor, se recatasse e envergonhasse. Assim, assumidamente, ela iria tentar retirar prazer de ambas as situações, de ambas as penetrações, iria tentar sentir em simultâneo com os músculos da vulva e as papilas da boca.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Bruno une as pernas e deixa que as cuecas deslizem para fora do corpo dele. Separa os joelhos, apoia-os na cama, apoia as mãos pelas palmas nos lençóis e coloca o pénis, erecto, em frente à boca dela. Curva um pouco a cintura, arqueando-a, tentando contornar a força da erecção que lhe mantém o sexo perfeitamente teso, duro, erecto. Quer que ele entre dentro dela naturalmente, quer, com o arquear ritmado da cintura, penetrar-lhe a boca, mas não consegue. Ela leva a mão ao sexo dele e, curvando-o, vence o 'teso, duro, erecto' e coloca-o entre os lábios. A erecção, a excitação erótica, pornográfica, essa não é vencida. É acumulada, acrescida e fermenta, como farinha, com o passar de cada segundo, de cada minuto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele arqueia a cintura aos poucos, cedendo ao desejo lhe penetrar, fornicar, mesmo foder a boca, penetrando-a a cada movimento. Ela ajuda, colabora, movendo o pescoço de encontro ao sexo dele, logo de seguida, de encontro à cama. Sara quer que o inglês a foda. Não que a penetre, que a acaricie, que lhe toque. Quer que ele a foda, com todas as letras, poucas mas juntas repletas de sentido e de conotação que a palavra tem. Quer ser, nem que seja naquele instante, naquele momento, naquela frame, uma boneca insuflável, uma puta, a puta deles os dois. Quer o sexo de um na boca e o de outro na vagina dela, 'na minha coninha', parafraseando os pensamentos dela. Quer colocar-se de gatas, de quatro, joelhos e mãos apoiados e assim, submissa, sujeitar-se aos devaneios deles.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O inglês tira os dedos de dentro dela e, apoiando-se nos cotovelos, ergue-se.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7201019204103176862?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7201019204103176862/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7201019204103176862&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7201019204103176862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7201019204103176862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/manso-mello-xxii.html' title='Mansão Mello, xxii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7887852966762789163</id><published>2007-06-13T16:04:00.000+01:00</published><updated>2007-06-13T16:30:04.131+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xxi</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bruno beija-a, deixando o peito entregue à mão que o acaricia, deslizando por ele com a leveza de uma folha de plátano, empurrada pela calçada pelo vento ora morno ora frio do outono. Os lábios ora se pressionam, se colam, hermeticamente, tornando siameses dois corpos distintos, diferentes, ora se movem violentamente, atabalhoadamente, como se procurassem saciar com sofreguidão a sede que têm um do outro. Nestes momentos, nestes instantes, as caricias param e o 'suave vento de outono' torna-se tempestuoso, violento, orgânico mesmo, abatendo-se com violência, brusquidão, em jorros súbitos de dedos, palmas e costas. Mais abaixo, entre as pernas, o inglês acolhe no sexo dela as reacções que Bruno lhe causa. Bruno, nos lábios dele, sente as reacções que o inglês lhe provoca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre as pernas dela, o inglês percorre com a língua vez após vez o monte de prazer de Sara, contornando-o, pressionando levemente, prendendo-o entre os lábios e puxando-o. Descai a cabeça, Sara ergue os quadris colocando a vulva numa posição mais acessível e o inglês, sem hesitação, mergulha no orifício a língua, pressionando-a para dentro dele. Bruno afasta os lábios dele dos dela e desce novamente até ao peito, contornando a auréola do mamilo em espiral, do exterior para o centro, aproximando-se cada vez mais do mamilo, até lhe tocar e o esconder dentro de si, da sua boca húmida, quente... aperta-o gentilmente entre os lábios, ao mesmo tempo que, com a língua, toca no seu topo. Abaixo, o inglês une os dedos indicador e médio, aproxima-os da vagina dela e, num gesto contínuo, coloca-os dentro dela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos pés da cama, ainda presa, apoiada na cadeira está a senhora. O sujeito retirou as velas que nas nádegas dela ardiam e colocou-as no chão, cada uma ao lado de cada perna dela. Ele está de pé atrás dela, movendo as mãos. Colocando-nos atrás dele a visão com que se fica da cena é assombrosa. Em cima da cama está Sara, deitada de costas a deleitar-se e a deleitar Bruno e o inglês; ao lado da cama Joana olha-os. Está excitada, entusiasmada, disposta. Os mamilos dela, salientes de tal forma que se notam através da roupa, os lábios inchados, as faces rosadas, a respiração mais ofegante, mais intensa, impelindo a barriga e o peito para dentro a cada expiração e para fora a cada inspiração, denunciam-na. Mais próximo de nós, aliás, mesmo á nossa frente, o sujeito lubrifica um falo de madeira revestido a couro negro, com uns sete centímetros, que na extremidade tem um conjunto de finos fios, também eles negros. O sujeito fecha com a rolha de cortiça o pequeno fraco com uma essência gordurosa qualquer, abaixando-se para o colocar no chão. À medida que se baixa, deixa que a língua deslize pelos buracos dela, por ambos, alinhados, imóveis, disponíveis. Ergue-se, passando por eles, lentamente a língua. A senhora, imóvel, amarrada, presa, está submissa. Se não o estivesse -amarrada, presa-, selo-ia à mesma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De pé, atrás dela, o sujeito segura o falo entre o polegar e o indicador e leva as mãos às calças. Desaperta os botões da braguilha, abre a janela das cuecas e puxa para fora o seu sexo. Está, duro, teso, rijo. Aproxima-o dela e penetra-lhe o sexo. Sem atrito, sem resistência, com uma suavidade, com uma permissividade que apenas a lubrificação dela possibilita. Empurra-o todo para dentro dela, até o seu ventre tocar nas nádegas dela; puxa-o, até meio comprimento e volta a empurra-lo para dentro dela. Sem pressa, com tempo. Mantendo a mão esquerda nas ancas dela, coloca o falo no centro da mão direita, prendendo-o com a mão fechada. Aproxima-o dela, do ânus dela e, devagar, empurra-o de encontro a ele, obrigando-o, relutantemente, a ceder àquele volume, àquele acumular de penetrações, de volumes dentro dela. Empurra o pénis para dentro dela, todo para dentro dela, dando a entender que aquela resistência era o que pretendia, o que desejava, o que o estimulava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem lhe dizer, porque aquela resistência a estimulava, mas só até certo ponto, a senhora facilita a penetração do falo no ânus dela. Faz uma ligeira força com os intestinos, como se estivesse a defecar, levando o ânus a abrir, a ceder, enganado, esperando que de lá algo saísse. Essa pequena força, essa pequena abertura é o suficiente para que a resistência que ele, como que ser detentor de vontade própria, opunha fosse vencida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sujeito empurra o falo todo para dentro dela, deixando que a base adelgaçada que ele tem lhe sirva de travão, com o ânus a cerra-se em torno dele, impedindo-o de sair um centímetro que fosse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como se de uma égua se tratasse, do rabo dela cai um conjunto de fios, que visualmente se assemelham à cauda de uma égua.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7887852966762789163?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7887852966762789163/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7887852966762789163&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7887852966762789163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7887852966762789163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/manso-mello-xxi.html' title='Mansão Mello, xxi'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-1504589619317893630</id><published>2007-06-08T16:16:00.001+01:00</published><updated>2007-06-08T17:53:11.182+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, xx</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Bruno curva as costas para a frente e inclina-se sobre ela. Olhando-a desliza as mãos pelos ombros dela, descendo-as até ambas entrarem por baixo do soutien e tomarem contacto com os peitos dela. Move-as, lentamente, apertando-as ao mesmo tempo, deformando ligeiramente a fisionomia dos peitos, adaptando-os às convacidades e deentrancias das suas mãos concavas. Simultaneamente, e enquanto Bruno deslizava as mãos pelos ombos dela, o sujeito inglês curva-se e apoia as mãos na cama; debruça-se sobre ela e beija-lhe o ventre, esbatido devido à posição dela. Levanta as mãos da cama, leva-as à cintura dela e, sem nunca parar de a beijar, em beijos leves, pequenos, leva os dedos às ancas dela, coloca-os por baixo do elástico das cuecas e, sem nunca parar de a beijar, de a acariciar com os seus lábios secos, vai puxando as cuecas para baixo. Bruno acaricia-lhe os peitos, empurrando o soutien para baixo, tentando deixa-los descobertos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sara fecha os olhos. Não que o queira fazer, mas o subconsciente, a necessidade de sentir mais do que observar, sobrepõe-se e eles, como que por vontade própria, cerram-se.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sara ergue as ancas, dando espaço para que o inglês acabe de puxar as cuecas. Ele puxa-as, sem hesitação. Nota-se no olhar vivo o desejo crescente, a vontade de sentir o seu aroma, o seu paladar, intenso, forte, como especiaria rara e distante. Quando ela sente a peça de tecido nas coxas curva a cintura, erguendo um pouco as costas da cama. Bruno leva as mãos ao fecho do soutien e desaperta-o num ápice, fazendo com que a força com que segurava o peito seja subitamente quebrada. As alças cedem dos ombros e ele remove-o completamente. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Entretanto também o inglês já acabou de tirar as cuecas dela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sara está nua.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bruno debruça-se sobre ela e, gentilmente, inclina-lhe a cabeça para a esquerda, deixando a face mais exposta. Aproxima-se dela e beija-a. Beija-a outra vez e outra vez ainda. Ela tenta curvar a cara para o beijar, mas ele impede-a, mantendo-a na mesma posição. Baixa-se e beija-lhe o peito, encaminhando-se assumidamente para o peito dela, para o mamilo despido dela. Mais baixo, geográfica e fisionómicamente mais abaixo, o inglês debruça-se sobre ela. Afasta-lhe as pernas, empurrando-as pela parte de dentro das coxas e flecte-as um pouco. Aproxima-se delas e, gentilmente, beija-as, começando nas imediações dos joelhos para subir aos poucos, aproximando-se cada vez mais do sexo dela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bruno beija-lhe o mamilo erecto do peito, beija-lhe depois o outro, também erecto. Prende-o entre os dentes e puxa-o um pouco. Leva a mão ao outro peito e deixa que ela se encha com o volume dele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O inglês chega ao sexo dela. Tem a cabeça mergulhada entre as pernas de Sara e as mãos apoiadas nas ancas dela, nos ossos da bacia dela. Leva a língua ao sexo dela, imediatamente por cima do buraco e desliza-a em direcção ao clítoris. Ela estremece. As sensações que ambos lhe dão, fazem-na sair de si, fazem-na sentir diferente, ímpar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-1504589619317893630?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/1504589619317893630/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=1504589619317893630&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1504589619317893630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/1504589619317893630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/manso-mello-xx.html' title='Mansão Mello, xx'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-3912416914851820929</id><published>2007-06-06T15:59:00.001+01:00</published><updated>2007-06-06T16:49:55.625+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello,xix</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Em uníssono, numa sintonia de movimentos perfeita, imaculada, o dois movem-se com um mesmo objectivo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Bruno vai à gaveta do fundo, de onde ainda há pouco Sara tinha retirado a caixa. Num movimento rápido, de quem lhe conhece a arrumação, ele pega num conjunto de fitas de veludo, semelhantes às que prendem a senhora, e começa a dirigir-se para a jovem. O sujeito inglês aproxima-se da cama, afasta a manta que a cobre e deixa visíveis uns sugestivos lençóis de cetim rosa forte. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Joana, do outro lado da cama, olha surpresa a movimentação. No seu íntimo sente-se excluída e culpa-se por isso mesmo... a sua inibição, a sua timidez, o seu embaraço, a sua dificuldade em soltar-se, em adaptar-se, em ser parte, regra e não excepção fazem-na sentir excluída. E esta não é a primeira vez que isso acontece. Vez após vez, situação após situação, este embaraço, resultado de uma educação mais punitiva, de uma personalidade mais inibida, atrapalham-na. Ela quer mudar, ser diferente, mais como a Sara e menos como ela, como Joana. Naquele momento, naquela situação -aliás, como em tantas outras- ela sente vontade de participar mas, a falta de à-vontade e a sua postura até agora levam a que não lhe ocorra sequer uma frase que a inclua, que a integre.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bruno chega ao pé de Sara. Coloca a mão nas costas dela, e, gentilmente, encaminha-a em direcção à cama. "Deita-te.", diz-lhe, com a intimidade que o tratamento pela segunda pessoa proporciona, com a intimidade que um conhecimento prévio, ainda que noutro âmbito, que noutro contexto, proporciona. E ela deita-se, sem hesitar e até com um certo agrado. Fica de costas apoiadas na cama, voltada para cima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eles olham-na, em simultâneo. O inglês aproxima-se dos pés dela e descalça-a, pousando as sandálias paralelas, ao lado da cama. Sobe para cima da cama e mesmo na direcção dela, talvez a meio metro dos pés agora descalços, ajoelha-se, encostando as partes de dentro das pernas, numa posição que emana tranquilidade, talvez pela conotação meditacional que tem. Ela ergue um pouco o pescoço e olha-o... acha-o atraente, com um estranho charme que apenas a idade dá.&lt;br /&gt;Perto da cabeça dela, Bruno sobe também para cima da cama e coloca-se na mesma posição que o sujeito inglês, separando as pernas para que a cabeça dela se acomode entre elas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ela olha para cima e vê-o a olha-la. Sorri e, inesperadamente, ele retribui, sorrindo também. Entre os três há um clima de confiança, de descontracção que a tranquiliza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os dois olham-se e, como figuras simétricas, iniciam movimentos simultâneos. Curvam-se, lentamente, movendo as mãos em direcção a ela. Gentilmente, Bruno desaperta os botões da blusa e abre-a, afastando cada lado dela. Ao mesmo tempo e mais abaixo, o inglês leva as mãos ao fecho da saia, desaperta-o e puxa a peça em direcção aos pés, até a remover por completo. Fica despida, apenas com as cuecas e o soutien a reservarem-lhe a intimidade e, ao mesmo tempo, a aguçarem os apetites, a desafiarem as imaginações dela e da Joana que, ao lado, assiste a tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-3912416914851820929?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/3912416914851820929/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=3912416914851820929&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3912416914851820929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/3912416914851820929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/manso-melloxix.html' title='Mansão Mello,xix'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-4351946178501142455</id><published>2007-06-04T15:31:00.000+01:00</published><updated>2007-06-04T15:49:32.611+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, vxiii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Segurando com um cuidado extremo na caixa, como se um frágil tesouro estivesse lá escondido, volta as costas e dirige-se a passos lentos para a porta. Sem sair do quarto, naquele limite em que os pés continuam dentro e a cabeça é projectada para fora, olha para a direita e depois para a esquerda. Sem falar, sem proferir um som, por discreto que seja, cria-se a sensação de que chamou alguém, de que alguém, por iniciativa dele, está a aproximar-se da divisão onde se encontram. E a sensação confirma-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da escadaria de madeira, com o seu som oco, forte, ouvem-se passos certos, ponderados, firmes. Não são os passos de apenas uma pessoa. São, pelo som que fazem, de pelo menos duas pessoas. Sem qualquer variação na velocidade, no ritmo ou na intensidade que denote alguma, por pequena que seja, ansiedade em chegar ao quarto, eles aproximam-se. O som é cada vez mais distinto, mais alto, mais próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sara sente um aperto no peito. Pensamentos contraditórios começam a atravessar-se-lhe na mente. O prazer que anseia é contrastante com a dor, com o medo do desconhecido, com a presença da Joana. 'Se não tivesse dito nada teria sido melhor', 'O que me irão fazer?'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito vira as costas ao corredor e, com uma expressão neutra, inicia o caminho de regresso, segurando na caixa com o mesmo zelo de sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega-se até à senhora, e olha para a Sara. Ela olha para baixo, com uma vergonha que não consegue esconder. Pelo som dos passos, as pessoas acabaram de entrar no quarto. Sara roda a cabeça em direcção ao som e vê dois pares de pés. De homem. Sente-se excitada. Subitamente, todos os receios são esbatidos, consumidos, devorados com a expectativa, com a mera possibilidade de realizar a fantasia inconfessada, a mais recôndita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O olhar de Sara sobe pelo corpo dos dois sujeitos que entraram. Vê os pés, com sapatos negros, as calças, vincadas, também elas negras, o cinto, negro, a camisa, branca e, por fim, as faces dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sente um aperto no coração, uma surpresa súbita, inesperada. Um deles é o senhor do casal inglês que as acompanhava na visita; o outro é o Bruno. A apreensão apodera-se dela; a excitação, a vontade, some-se, desaparece, pelo simples facto da sua possível fantasia ir ser consumada com pessoas que, ainda superficialmente, conhece. Eles, aparentemente, não a conhecem, nunca a viram. As faces de ambos são perfeitamente inexpressivas, perfeitamente opacas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigem-se ao sujeito. Ele abre a caixa e, de dentro dela, tira um pequeno objecto de madeira, com uma base plana, como se fosse destinado a servir de biblot numa qualquer prateleira. O objecto, com a forma de um losângulo, comprido e estreito, de vértices estabtidos, terá um palmo de comprimento e, no local mais largo, talvez dois dedos de largura. Da mesma caixa o inglês tira compridas fitas de couro; Bruno tira um pequeno frasco um um líquido amarelado dentro e duas velas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se tivessem as acções programadas, os três olham-se e voltam-se. O sujeito vira-se para a senhora, colocando o objecto no bolso. Os outros dois viram-se para Sara. Olham-na directamente. Ela olha-os. Sente-se intimidade mas, ao mesmo tempo, estimulada pelas possibilidades que os objectos da caixa lhe dão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-4351946178501142455?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/4351946178501142455/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=4351946178501142455&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4351946178501142455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/4351946178501142455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/manso-mello-vxiii.html' title='Mansão Mello, vxiii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7244564736887638632</id><published>2007-06-01T15:25:00.000+01:00</published><updated>2007-06-04T15:32:18.873+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>em 'pause'</title><content type='html'>mais logo, à noitinha....&lt;br /&gt;hoje estou cheio de trabalho. e cheio do trabalho, tb, o que, geralmente, não é bom sinal....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7244564736887638632?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7244564736887638632/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7244564736887638632&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7244564736887638632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7244564736887638632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/06/manso-mello-xviii.html' title='em &apos;pause&apos;'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-2585050700420063284</id><published>2007-05-31T11:42:00.000+01:00</published><updated>2007-05-31T16:48:00.114+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mansão Mello'/><title type='text'>Mansão Mello, vxii</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sara e Joana olham-se. Em surpresa, em pânico. Não sabem se as vozes que ouvem são de algum grupo que visita a casa, à semelhança do grupo em que vinham incluídas, ou se são mais peças, mais actores do enredo em que, involuntariamente, participam. Os olhares, as expressões delas mostram essa surpresa; não mostram, porque esse sentimento ainda o escondem uma da outra, o receio de abandonarem o papel que ocupam sem que conheçam desfecho, o final da história, o receio de abandonarem o papel que ocupam sem saber se lhes está reservada alguma acção, alguma participação para além daquela que têm desempenhado. Ambas o desejam. Em segredo, intimamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora e o sujeito estão alheios às expressões faciais, aos sinais de preocupação que elas emitem. O jogo deles é reservado, fechado. Exige concentração e, mais que isso dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora permanece curvada sobre a cadeira, imobilizada pelas fitas de veludo que lhe prendem tornozelos e pulsos. Nas nádegas dela, erguidas pela posição e pelo apoio nas costas da cadeira, ardem as velas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito olha-a. De pé e de braços cruzados, olha, atentamente, como visitante numa galeria observa um escultura ou um quadro. Ergue a cabeça, vira-se em direcção da Sara e pede-lhe que vá a uma espécie de cómoda, encostada a uma das paredes  do quarto e que abra a gaveta do fundo. Ela vai e baixa-se. Leva ambas as mãos aos puxadores metálicos da gaveta, afastados entre si talvez um metro. Puxa-os e fica, literalmente, boquiaberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sara olha por cima do ombro esquerdo para o sujeito. Tem na cara uma inegável expressão de espanto. Na gaveta proliferam objectos de couro. Há açaimes para pessoas, com uma pequena bola com um orifício no meio do lado que se encosta à boca, há chicotes, há cintos com falos de todos os tamanhos, há selas cuja dimensão e aspecto indicam tratarem-se para o dorso de pessoas e não de cavalos.... há objectos de madeira, cilíndricos, direitos, rectos e ligeiramente curvos, de diversos tamanhos, de diversas espessuras, todos com uma óbvia conotação sexual... há frascos de vidro com inscrições 'azeite' e 'óleo de rosas'´, naquele contexto com uma evidente conotação sexual... há velas, muitas velas, finas, há cordas, cordéis, há correntes, roldanas, com usos apenas limitados pelos desejos, consentimentos e imaginação.... tudo está organizado, compartimentado de forma irrepreensível, com um cuidado extremoso, denotando um uso frequente. Aliás, algumas marcas nalguns objectos denotam mesmo um uso intensivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Abra a gaveta toda e traga a caixa que está no fundo.", diz-lhe ele. Ela, algo espantada por a gaveta ainda poder contar mais surpresa, puxa a gaveta na totalidade, até o batente travar o seu caminho. Atrás de tudo, uma discreta caixa de verga, pintada de castanho escuro, wengé, como é moda dizer, repousa. Ela leva lá a mão, pega nela, e leva-a ao sujeito. Tem curiosidade sobre o que estará lá dentro, mas vergonha em esperar perto dele pela abertura da tampa. Para além desta vergonha, o facto de ele pegar na caixa e não a mandar de volta para a segurança relativa que a distância a que a cama está lhe dá, torna a situação, para ela, algo constrangedora. 'Se a Joana não estivesse cá seria diferente...', pensa ela. E este pensamento sai destravado, sem que o cérebro tenha tido oportunidade de sobre ele exercer qualquer censura, qualquer restrição que dissimule o facto de, não fosse a amiga, amiga entre aspas, em itálico, ela entraria no jogo mais sem constrangimentos, sem falsas morais, sem pudores castradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito olha-a e nota a atrapalhação dela. A expressão dele, melhor a falta de expressão dele, a face lisa, opaca, mostra que aquela situação o diverte, o entusiasma... é um desafio inesperado mas que, com agrado irá aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Gostava de ver o que está cá dentro, não gostava?", pergunta-lhe de forma inesperadamente directa, imprevista. Ela cora. A face rosa, avermelha. "Gostava.", diz baixinho. "Então vou chamar alguém para lhe mostrar.", diz ele, segurando com a mão esquerda a caixa ela base a com a mão direita a tampa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-2585050700420063284?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/2585050700420063284/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=2585050700420063284&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2585050700420063284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/2585050700420063284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/05/manso-mello-vxii.html' title='Mansão Mello, vxii'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33149078.post-7650995163746211615</id><published>2007-05-30T15:53:00.000+01:00</published><updated>2007-05-30T15:54:05.327+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apartes'/><title type='text'>Sobre as expectativas, aspirações e outras coisas que tais.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um tipo (ou uma tipa, já que nestas coisas, como nas outras, somos todos iguais), vê uma fulana. Vá-se lá saber porquê, coisas da alma, do coração, do destino ou de qualquer outra coisa muito afastada da razão, engraça com ela. Engraça no sentido afectivo, de associar uma cara, uma expressão, um corte de cabelo, um estilo de vestir, de andar ou seja lá o que for a um ideal de pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tipa, pelos mesmos motivos, engraça connosco. Olhares cruzam-se, corações apertam-se, pernas tremem, o estômago, habituado a um ameno clima tropical fica ocasionalmente frio e coisas que tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vencida a timidez, a hesitação, o medo do fracasso, do inofensivo mas devastador 'não' a conversa surge. Nos primeiros contactos flui, livre, que nem passarinho, rio vento ou qualquer outra analogia do género, desde que bem lubrificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E zás!, chega a hora de saber se a coisa irá funcionar ou não, se vale a pena investir mais tempo, alimentar mais expectativas, colocar mais carvão na fornalha. Ambos sentimos isso. Ambos temos um quadro de referências muito pessoal, diria mesmo único, baseado em opiniões, experiência e relações passadas que nos permite, em meia dúzia de perguntas, meia dúzia de reacções, de hesitações, saber se aquela pessoa é a tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marca-se o tal café, o tal jantar, a tal ocasião em que ambos esperamos dissipar todas as dúvidas e confirmar todas as intuições, já quase assumidas como certezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um tem as suas manias, como já disse, os seus quadros de referência, os seus ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pessoalmente, os meus passam pela liberdade, na acepção democrática do termo, pela música e pelas viagens, muitas e frequentes. Sem sintonia, afinidade ou, pelo menos, disponibilidade nestes campos a coisa não terá grande futuro. Porque não me imagino a viajar todas as férias para o mesmo sítio, porque não me imagino conduzir a ouvir byoncé, a ver videoclips onde o músico dança ao ritmo da música ou a defender o serviço militar obrigatório, o uso de peles de animais e coisas do género.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, na mesa do café, na mesa do restaurante ou em qualquer outra mesa, sim porque afinal somos todos portugueses e a vida gira à volta dos pratos, dos copos e da galhofa, se descobre que entre os nossos mp3 as afinidades seriam um engano ou, no melhor dos casos, uma coincidência, que passear, viajar, enfim, até mesmo vadiar seria sempre para destinos diferentes. Salva-se a liberdade, a democracia, a república.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é manifestamente insuficiente, manifestamente precário para basear uma relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, como a prova dos nove descobre valida -ou não!- as operações aritméticas mais complicadas, também eu validei, desta forma, o possível futuro. Ela, escusado será dizê-lo fez o mesmo, com resultados semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isto para dizer que, por outras palavras, muitas, mais do que as  suficientes, mais do que as seriam necessárias, hoje não me apetece dizer o que acontece à joana, à sara, à senhora nem o que o casal inglês anda a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33149078-7650995163746211615?l=desejoadois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desejoadois.blogspot.com/feeds/7650995163746211615/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33149078&amp;postID=7650995163746211615&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7650995163746211615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33149078/posts/default/7650995163746211615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desejoadois.blogspot.com/2007/05/sobre-as-expectativas-aspiraes-e-outras.html' title='Sobre as expectativas, aspirações e outras coisas que tais.'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
